Cobertura Ovelha: Casa TPM

 
A editora Trip convidou a Ovelha para cobrir o evento Casa TPM deste ano. Ficamos muito honradas e felizes pela lembrança e fomos conferir o que rolou nos dias 29 e 30 de agosto no Nacional Club, zona oeste da cidade de São Paulo.

 

Crachá mara feito pela Bárbara Malagoli (BabyC)
Crachá mara feito pela Bárbara Malagoli (BabyC)
 
Este foi o primeiro evento que fizemos uma cobertura. E também foi o primeiro encontro entre algumas das principais colaboradoras Ovelha: Bê Gondar, Karoline Gomes, Bruna Bento, Bárbara Malagoli (Baby C) e eu, Nina.

 
ovelha-casatpm-brunabento-gif
 
A edição deste ano da Casa TPM levantou dois temas, um para cada dia de evento. Os debates de sábado giravam em torno de como as mulheres estavam inseridas, representadas ou participando da tecnologia. No domingo, a discussão foi sobre consumo consciente.

Resolvemos apresentar nossas considerações num formato despretensioso, divertido, honesto e fluido, como um bate-papo. Como tem muitas fotos e texto, dividimos em mais duas páginas. Use as setas do teclado (← →) para navegar ou, no smartphone, passe com o dedo.

 
ovelha-revista-tpm-bruna-bento___heart
 

Todas as fotos e GIFs por Nina Grando, Bárbara Malagoli e Bruna Bento.
 

 

1 de 3
Use as ← → (setas) do teclado para navegar

Mais de Ovelha

Meninas no FIQ!

  Pra quem não sabe o FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos) é um...
Leia mais
  • Jordana Andrade

    Achei a fala da Bia Granja extremamente problemática, reduzindo tudo à feminilidade, como sempre. E o gamer gate, que temos falado tanto por aí? E a história do pink vader que acabou de aparecer? Falar que as mulheres têm medo de falar na internet pra não serem vistas como feias ou pouco femininas chega a parece brincadeira com a nossa cara. As mulheres têm medo de falar na internet porque, assim como na sociedade real, não somos ouvidas. E para além de não sermos ouvidas, somos perseguidas, ameaçadas, temos nosso emocional e psicológico abalados porque as pessoas ainda acham que mulheres devem ficar caladas, porque quais as chances de um canal de uma menina falando sobre quadrinhos ou games ser atacado por nerdinhos machistas de merda? Muitas.
    Enfim, gosto muito dela, mas fica essa reflexão aí.

    • Bela reflexão, Jordana. Esse “medo” das minas pode parecer fútil na superfície, mas tem todo esse peso do machismo e da crítica patriarcal violenta em cima das minas. As mulheres não só não são ouvidas como são caladas. Então dá medo mesmo. Eu sou uma dessas mulheres que teme por a cara pra bater em frente à câmera por conta de todo esse clima hostil dos haters.

  • Ana Helena De Almeida Tinoco

    Achei o evento (no domingo, que compareci) um super desperdício de oportunidade de debater verdadeiramente qualquer um dos temas. A não ser pelo “produzir sem destruir”, que trouxe informação, opinião fundamentada e avanço na conversa, as apresentações foram rasas. A primeira palestra, com a atriz, foi um circo (!) sobre guarda-roupas enormes, moda baratinha (alô???? “esqueço que tem trabalho escravo”?????) e auto-perdão porque quem sabe nossos filhos serão mais conscientes! E “consumo na periferia”, foi de doer: nenhuma palavra sobre consumo além de “tá foda”. De verdade achei a coisa tão mal conduzida que, no fim, parecia mais 15 minutos para a Elaine Dias falar sobre como criou os filhos do que a mínima reflexão sobre a periferia – totalmente apartada do evento, em tempo.