Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.
// JODIE FOSTER
No Festival de Cannes, que estava rolando essa semana, a atriz e diretora falou sobre o sexismo na indústria de cinema. Dá para ler a entrevista toda aqui e, no vídeo abaixo, ela critica roteiristas homens por criarem personagens femininas cuja saída emocional é já ter sido estuprada:
// DILMA
Não dá para escapar do noticiário político. Nem queremos escapar, né. Ainda mais quando a Dilma Rousseff, em uma de suas últimas aparições públicas antes da decisão do impeachment, durante a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, declarou que o processo para o seu afastamento também tem elementos de machismo.
A Barbara também já escreveu sobre esse tema aqui na Ovelha. LEIA.
// LEIA MULHERES
A escritora Tatiana Salem Levy deu uma entrevista sobre seu novo livro e falou sobre a violência contra as mulheres no Brasil.
“Todas as mulheres no Brasil passam por isso, desde pequenas, nem que seja uma coisa de você sair na rua e ter homens em cima de você falando “ai que linda, que gostosa”. Mas também tem coisas muito mais violentas. A gente cresce com medo.”
// ANSEIOS FEMINISTAS
O Nexo publicou um prefácio escrito pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes para o texto clássico da escritora inglesa Mary Wollstonecraft. Publicado originalmente em 1792, a obra foi fundamental para a inauguração do feminismo como movimento social. LEIA.
// DENÚNCIA
Alunas da PUC-SP dizem que o assédio e a violência estão longe de ser uma raridade na região da universidade.
Uma foto publicada por Bibi Bourelly 🇺🇸🇩🇪🌹 (@bibibourelly) em
Até a próxima semana! Força \o/
Hey, ovelhitas!
Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.
// JODIE FOSTER
No Festival de Cannes, que estava rolando essa semana, a atriz e diretora falou sobre o sexismo na indústria de cinema. Dá para ler a entrevista toda aqui e, no vídeo abaixo, ela critica roteiristas homens por criarem personagens femininas cuja saída emocional é já ter sido estuprada:
// DILMA
Não dá para escapar do noticiário político. Nem queremos escapar, né. Ainda mais quando a Dilma Rousseff, em uma de suas últimas aparições públicas antes da decisão do impeachment, durante a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, declarou que o processo para o seu afastamento também tem elementos de machismo.
A Barbara também já escreveu sobre esse tema aqui na Ovelha. LEIA.
// LEIA MULHERES
A escritora Tatiana Salem Levy deu uma entrevista sobre seu novo livro e falou sobre a violência contra as mulheres no Brasil.
“Todas as mulheres no Brasil passam por isso, desde pequenas, nem que seja uma coisa de você sair na rua e ter homens em cima de você falando “ai que linda, que gostosa”. Mas também tem coisas muito mais violentas. A gente cresce com medo.”
// ANSEIOS FEMINISTAS
O Nexo publicou um prefácio escrito pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes para o texto clássico da escritora inglesa Mary Wollstonecraft. Publicado originalmente em 1792, a obra foi fundamental para a inauguração do feminismo como movimento social. LEIA.
// DENÚNCIA
Alunas da PUC-SP dizem que o assédio e a violência estão longe de ser uma raridade na região da universidade.
Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.
// JODIE FOSTER
No Festival de Cannes, que estava rolando essa semana, a atriz e diretora falou sobre o sexismo na indústria de cinema. Dá para ler a entrevista toda aqui e, no vídeo abaixo, ela critica roteiristas homens por criarem personagens femininas cuja saída emocional é já ter sido estuprada:
// DILMA
Não dá para escapar do noticiário político. Nem queremos escapar, né. Ainda mais quando a Dilma Rousseff, em uma de suas últimas aparições públicas antes da decisão do impeachment, durante a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, declarou que o processo para o seu afastamento também tem elementos de machismo.
A Barbara também já escreveu sobre esse tema aqui na Ovelha. LEIA.
[caption id="attachment_10570" align="aligncenter" width="700"] Ilustração feita com exclusividade por Sarah Assaf[/caption]
// LEIA MULHERES
A escritora Tatiana Salem Levy deu uma entrevista sobre seu novo livro e falou sobre a violência contra as mulheres no Brasil.
“Todas as mulheres no Brasil passam por isso, desde pequenas, nem que seja uma coisa de você sair na rua e ter homens em cima de você falando “ai que linda, que gostosa”. Mas também tem coisas muito mais violentas. A gente cresce com medo.”
// ANSEIOS FEMINISTAS
O Nexo publicou um prefácio escrito pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes para o texto clássico da escritora inglesa Mary Wollstonecraft. Publicado originalmente em 1792, a obra foi fundamental para a inauguração do feminismo como movimento social. LEIA.
// DENÚNCIA
Alunas da PUC-SP dizem que o assédio e a violência estão longe de ser uma raridade na região da universidade.
Oh Land é o nome artístico de Nanna Øland Fabricius, uma cantora e compositora dinamarquesa de 30 anos. Ela atualmente vive no Brooklyn, em Nova York.
Essa pessoa alta, magra, toda estilosa e com cabelos multicoloridos que é a Nanna se transformou em Oh Land em 2008, quando sua carreira como bailarina foi para o saco após ela sofrer uma fratura na coluna vertebral e uma hérnia de disco.
Essa influência do balé está registrada no clipe de “Cherry on top”.
Aos 22 anos, Oh Land escreveu e produziu seu primeiro álbum “Fauna”, que saiu em 2008 na Dinamarca. Ela diz que gravou a maior parte desse disco sozinha em seu quarto, com ajuda apenas dos amigos e família.
Seu segundo álbum, intitulado “Oh Land”, saiu em 2011 e foi sua estreia nos EUA. Com o sucesso na América, ela abriu shows das cantoras Sia e Katy Perry.
Em maio de 2013, a música “Renaissance Girls” foi lançada como single do terceiro álbum, “Wish Bone”.
Come along, come, come along, tough like rocks and sweet like pearls / Come along, come, come along, we can be your renaissance girls
Desse disco também tem mais essas:
Ainda não consegui ouvir inteiro o quarto disco dela, que chama “Earth Sick” e está disponível no YouTube. Só escutei a faixa “Head Up High”, que resume a proposta do trabalho: misturar sinfonia com música eletrônica.
Esse gosto por arranjos orquestrais com certeza tem a ver com seu pai ser organista e sua mãe cantora de ópera. Ela também é tataraneta do etnógrafo Otto Fabricius, que publicou “Fauna Groenlandica” em 1780, as primeiras observações zoológicas da Groenlândia.
Oh Land fala em seu site sobre esse disco “Earth Sick”:
“Quando você é jovem, você tem todas essas ideias maravilhosas de como você pensa que o mundo funciona e uma ingenuidade que você pode mudá-lo. Quando você cresce, você luta para manter este idealismo e para não se deixar ficar muito frustrada com as complexidades da vida! ‘Earth Sick’ é um álbum que foi escrito de um lugar frustrado. Frustrado com o fato de as coisas na vida não serem preto e branco. As pessoas mudam e sentimentos mudam fora de nosso controle. Mas eu ainda me esforço para manter a esperança que eu tinha quando era uma criança de 10 anos.”
toda aqui e, no vídeo abaixo, ela critica roteiristas homens por criarem personagens femininas cuja saída emocional é já ter sido estuprada:
// DILMA
Não dá para escapar do noticiário político. Nem queremos escapar, né. Ainda mais quando a Dilma Rousseff, em uma de suas últimas aparições públicas antes da decisão do impeachment, durante a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em Brasília, declarou que o processo para o seu afastamento também tem elementos de machismo.
A Barbara também já escreveu sobre esse tema aqui na Ovelha. LEIA.
// LEIA MULHERES
A escritora Tatiana Salem Levy deu uma entrevista sobre seu novo livro e falou sobre a violência contra as mulheres no Brasil.
“Todas as mulheres no Brasil passam por isso, desde pequenas, nem que seja uma coisa de você sair na rua e ter homens em cima de você falando “ai que linda, que gostosa”. Mas também tem coisas muito mais violentas. A gente cresce com medo.”
// ANSEIOS FEMINISTAS
O Nexo publicou um prefácio escrito pela socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes para o texto clássico da escritora inglesa Mary Wollstonecraft. Publicado originalmente em 1792, a obra foi fundamental para a inauguração do feminismo como movimento social. LEIA.
// DENÚNCIA
Alunas da PUC-SP dizem que o assédio e a violência estão longe de ser uma raridade na região da universidade.