Em maio de 2015, a Karoline Gomes indicou na Ovelha o filme independente “Dear white people”, que nem chegou a estrear no Brasil e quem quis ver teve que procurar pelos piratas da internet. Na semana passada, a série baseada nesse filme estreou na Netflix dos EUA. Assim como o filme, satiriza as relações “pós-raciais” dos EUA ao mostrar alunos negros que entraram numa universidade de elite americana.
Queridas pessoas brancas, a Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes no mundo, logo, vcs racistas fariam um favor se cancelassem sua assinatura. beijos e aguardando ansiosamente a estreia na Netflix BR.
// WILLOW SMITH
“Frequencies by Willow Smith” é um canal no YouTube em que a cantora publicará músicas todas as semanas.
Em seu primeiro ano de engenharia civil na USP, Larissa Mendes, 19, ouviu de um colega: “Você não tem cara de quem estuda na Politécnica. Não tem muitas meninas assim aqui”. “Assim como?”, retrucou ela, hoje no 3º período do curso. Não obteve resposta. Pesquisa Datafolha apontou que, por lá, 82% são homens e 59% pertencem à classe A. Mulher, negra, Larissa foi criada no Capão Redondo. Levantamento de aluna do Poligen (Grupo de Estudos de Gênero da Escola Politécnica) apontou que, durante 121 anos, só sete mulheres negras se formaram na Poli.
Para muitos, ter um bebê com microcefalia é fatalidade. Para Valéria Gomes Ribeiro, 46, de Paulista, a 15 km do Recife (PE), foi uma escolha, um “presente de Deus”. Mãe adotiva de um rapaz de 19 anos, que tem deficiência mental, ela conseguiu a guarda provisória de João, de um ano e meio, que foi retirado da mãe biológica pelo Conselho Tutelar por maus-tratos. Ela acorda às 3h para levá-lo de ônibus a uma maratona de terapias e consultas. “Meu sonho é vê-lo andar, falar, me chamar de mamãe ou mainha.”
Parceria da Grimes com a Janelle Monáe, “Venus Fly”:
O novo clipe da M.I.A. – P.O.W.A
Até a próxima semana, amigas! Força \o/
// DEAR WHITE PEOPLE
Em maio de 2015, a Karoline Gomes indicou na Ovelha o filme independente “Dear white people”, que nem chegou a estrear no Brasil e quem quis ver teve que procurar pelos piratas da internet. Na semana passada, a série baseada nesse filme estreou na Netflix dos EUA. Assim como o filme, satiriza as relações “pós-raciais” dos EUA ao mostrar alunos negros que entraram numa universidade de elite americana.
Queridas pessoas brancas, a Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes no mundo, logo, vcs racistas fariam um favor se cancelassem sua assinatura. beijos e aguardando ansiosamente a estreia na Netflix BR.
// WILLOW SMITH
“Frequencies by Willow Smith” é um canal no YouTube em que a cantora publicará músicas todas as semanas.
Em seu primeiro ano de engenharia civil na USP, Larissa Mendes, 19, ouviu de um colega: “Você não tem cara de quem estuda na Politécnica. Não tem muitas meninas assim aqui”. “Assim como?”, retrucou ela, hoje no 3º período do curso. Não obteve resposta. Pesquisa Datafolha apontou que, por lá, 82% são homens e 59% pertencem à classe A. Mulher, negra, Larissa foi criada no Capão Redondo. Levantamento de aluna do Poligen (Grupo de Estudos de Gênero da Escola Politécnica) apontou que, durante 121 anos, só sete mulheres negras se formaram na Poli.
Para muitos, ter um bebê com microcefalia é fatalidade. Para Valéria Gomes Ribeiro, 46, de Paulista, a 15 km do Recife (PE), foi uma escolha, um “presente de Deus”. Mãe adotiva de um rapaz de 19 anos, que tem deficiência mental, ela conseguiu a guarda provisória de João, de um ano e meio, que foi retirado da mãe biológica pelo Conselho Tutelar por maus-tratos. Ela acorda às 3h para levá-lo de ônibus a uma maratona de terapias e consultas. “Meu sonho é vê-lo andar, falar, me chamar de mamãe ou mainha.”
Em maio de 2015, a Karoline Gomes indicou na Ovelha o filme independente “Dear white people”, que nem chegou a estrear no Brasil e quem quis ver teve que procurar pelos piratas da internet. Na semana passada, a série baseada nesse filme estreou na Netflix dos EUA. Assim como o filme, satiriza as relações “pós-raciais” dos EUA ao mostrar alunos negros que entraram numa universidade de elite americana.
Queridas pessoas brancas, a Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes no mundo, logo, vcs racistas fariam um favor se cancelassem sua assinatura. beijos e aguardando ansiosamente a estreia na Netflix BR.
// WILLOW SMITH
“Frequencies by Willow Smith” é um canal no YouTube em que a cantora publicará músicas todas as semanas.
Em seu primeiro ano de engenharia civil na USP, Larissa Mendes, 19, ouviu de um colega: “Você não tem cara de quem estuda na Politécnica. Não tem muitas meninas assim aqui”. “Assim como?”, retrucou ela, hoje no 3º período do curso. Não obteve resposta. Pesquisa Datafolha apontou que, por lá, 82% são homens e 59% pertencem à classe A. Mulher, negra, Larissa foi criada no Capão Redondo. Levantamento de aluna do Poligen (Grupo de Estudos de Gênero da Escola Politécnica) apontou que, durante 121 anos, só sete mulheres negras se formaram na Poli.
Para muitos, ter um bebê com microcefalia é fatalidade. Para Valéria Gomes Ribeiro, 46, de Paulista, a 15 km do Recife (PE), foi uma escolha, um “presente de Deus”. Mãe adotiva de um rapaz de 19 anos, que tem deficiência mental, ela conseguiu a guarda provisória de João, de um ano e meio, que foi retirado da mãe biológica pelo Conselho Tutelar por maus-tratos. Ela acorda às 3h para levá-lo de ônibus a uma maratona de terapias e consultas. “Meu sonho é vê-lo andar, falar, me chamar de mamãe ou mainha.”
Aqui vai um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// BLOGUEIRAS DA PERIFERIA
O site Finanças Femininas fez uma matéria sobre como as mulheres negras e de periferia são diminuídas pelo mundo da moda e beleza e como elas lutam contra isso. Falaram com a Taya (é ela na foto acima), com a Thainá, e com a Lívia Teodoro. Não conhece essas garotas? Demorou, hein!
// A VAGINA COMO ELA É
Uma reportagem bem completa da revista Galileu sobre a nossa amiga. Clique aqui.
// QUER PASSAR NO MESTRADO DA USP?
Então assista a esse vídeo feito pela Julia Drummond:
// FEMINICÍDIO
A skatista Giselle Alves, de 33 anos, foi assassinada em Paraty, no litoral sul do Rio, no dia 30 de dezembro e até agora nada foi resolvido sobre o caso. Numa tentativa de mobilizar a polícia a investigar e a mídia a cobrir o caso, amigos da skatista criaram a página ‘Justiça por Giselle Alves’. Leia a matéria que o Extra fez.
// DENUNCIE
Mulheres, saibam os direitos, responsabilidades e serviços para enfrentar a violência. Não se calem, não deixem de amparar uma vizinha, uma amiga, uma moradora de rua ou uma colega de trabalho ou faculdade.
O documentário “She’s a punk rocker UK”, sobre mulheres inglesas pioneiras do punk, foi lançado em 2010, mas só agora podemos vê-lo inteirinho no YouTube:
// NASA
Pela primeira vez na história, metade da nova equipe de astronautas da NASA é formada por mulheres. Algumas delas podem fazer parte da missão tripulada que a agência espacial americana pretende enviar para Marte em 2030. A revista Glamour conversou com Jessica Meir, 38 anos, Anne McClain, 36, Christina Hammock Koch, 37, e Nicole Aunapu Mann, 38. Leia mais aqui.
// TRANS NA ÍNDIA
A Índia ainda é um lugar muito violento contra as mulheres. Por isso, a existência de uma banda transgênero é algo mais do que maravilhoso. O grupo se chama 6 Pack Band e lançou o clipe de “Hum Hain Happy”, cover da música “Happy”, do Pharrell Williams. Assista:
// MENSTRUAÇÃO
Conheça dez invenções para lidar com o nosso sangue-de-todo-mês que não vingaram.
Olha, um texto que se propõe a explicar por que a Courtney Love deixa as pessoas tão desconfortáveis merece muito ser recomendado. Goste ou não goste dela, os argumentos desse artigo são muito válidos. “Há um estigma ligado a Love que vem não por causa de sua confusão, mas porque ela é uma mulher”. Clique aqui para ler.
// ENTREVISTA
A New York Magazine falou com a nossa musa Gillian Anderson. Após anos construindo uma carreira que fosse além-“Arquivo X”, a atriz, que agora está com 47 anos, diz que está pronta para revisitar a personagem Dana Scully. Os novos episódios da série estreiam no dia 24 de janeiro nos EUA. LEIA AQUI.
Karoline Gomes indicou na Ovelha o filme independente “Dear white people”, que nem chegou a estrear no Brasil e quem quis ver teve que procurar pelos piratas da internet. Na semana passada, a série baseada nesse filme estreou na Netflix dos EUA. Assim como o filme, satiriza as relações “pós-raciais” dos EUA ao mostrar alunos negros que entraram numa universidade de elite americana.
Queridas pessoas brancas, a Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes no mundo, logo, vcs racistas fariam um favor se cancelassem sua assinatura. beijos e aguardando ansiosamente a estreia na Netflix BR.
// WILLOW SMITH
“Frequencies by Willow Smith” é um canal no YouTube em que a cantora publicará músicas todas as semanas.
Em seu primeiro ano de engenharia civil na USP, Larissa Mendes, 19, ouviu de um colega: “Você não tem cara de quem estuda na Politécnica. Não tem muitas meninas assim aqui”. “Assim como?”, retrucou ela, hoje no 3º período do curso. Não obteve resposta. Pesquisa Datafolha apontou que, por lá, 82% são homens e 59% pertencem à classe A. Mulher, negra, Larissa foi criada no Capão Redondo. Levantamento de aluna do Poligen (Grupo de Estudos de Gênero da Escola Politécnica) apontou que, durante 121 anos, só sete mulheres negras se formaram na Poli.
Para muitos, ter um bebê com microcefalia é fatalidade. Para Valéria Gomes Ribeiro, 46, de Paulista, a 15 km do Recife (PE), foi uma escolha, um “presente de Deus”. Mãe adotiva de um rapaz de 19 anos, que tem deficiência mental, ela conseguiu a guarda provisória de João, de um ano e meio, que foi retirado da mãe biológica pelo Conselho Tutelar por maus-tratos. Ela acorda às 3h para levá-lo de ônibus a uma maratona de terapias e consultas. “Meu sonho é vê-lo andar, falar, me chamar de mamãe ou mainha.”