Nos anos 2000, Britney Spears e Christina (Xtina) Aguilera representavam os anos dourados da pop music, tocando nas rádios, nas matinês e também nos nossos quartos. A não ser que você fosse aquela adolescente que preferia ouvir Nightwish, Silverchair ou qualquer outra vertente do rock… mas vai, acho que dançar “Oops I Did It Again” na frente do espelho já foi o guilty pleasure de muitas de nós.
Era também aquela época que o colégio era dividido entre as populares e as estranhas. E as musas pop da adolescência eram a personificação daquelas garotas lindas, que riam da gente e que se sentiam mais desejadas que água do deserto. Tempo complicado aquele.
Mas gente, querendo ou não o pop pegava na gente. Todo mundo ouvia e dançava, mesmo que escondido. Além do mais, tinham cantoras que claramente representavam o time das estranhas, que não faziam o tipo princesinha. A Melanie C, gente. Ou mesmo a Missy Elliott.
Essa playlist nostálgica é a estreia das nossas playlists semanais (assim esperamos), que vão trazer os mais diferentes sons para requebrar, cantar junto e tudo mais. Porque se o ginásio já era difícil, ser adulta também não é bolinho. Duro pagar as contas sem ficar no vermelho, ter que engolir sapos, terminar namoro, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, levar um fora, aguentar comentários sobre nossa aparência, resistir ao machismo/racismo/homofobia/gordofobia… Mas quem dança os males espanta!
Põe essa playlist pra tocar e dance sozinha no quarto, no trabalho ou no busão! Tem os sons mais delícias das musas pop de outrora, com All Saints, TLC, Kelis e mais um monte de cantoras poderosas.
A playlist de clipes tá logo abaixo. Se preferir, ouça no Spotify (;
Nos anos 2000, Britney Spears e Christina (Xtina) Aguilera representavam os anos dourados da pop music, tocando nas rádios, nas matinês e também nos nossos quartos. A não ser que você fosse aquela adolescente que preferia ouvir Nightwish, Silverchair ou qualquer outra vertente do rock… mas vai, acho que dançar “Oops I Did It Again” na frente do espelho já foi o guilty pleasure de muitas de nós.
Era também aquela época que o colégio era dividido entre as populares e as estranhas. E as musas pop da adolescência eram a personificação daquelas garotas lindas, que riam da gente e que se sentiam mais desejadas que água do deserto. Tempo complicado aquele.
Mas gente, querendo ou não o pop pegava na gente. Todo mundo ouvia e dançava, mesmo que escondido. Além do mais, tinham cantoras que claramente representavam o time das estranhas, que não faziam o tipo princesinha. A Melanie C, gente. Ou mesmo a Missy Elliott.
Essa playlist nostálgica é a estreia das nossas playlists semanais (assim esperamos), que vão trazer os mais diferentes sons para requebrar, cantar junto e tudo mais. Porque se o ginásio já era difícil, ser adulta também não é bolinho. Duro pagar as contas sem ficar no vermelho, ter que engolir sapos, terminar namoro, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, levar um fora, aguentar comentários sobre nossa aparência, resistir ao machismo/racismo/homofobia/gordofobia… Mas quem dança os males espanta!
Põe essa playlist pra tocar e dance sozinha no quarto, no trabalho ou no busão! Tem os sons mais delícias das musas pop de outrora, com All Saints, TLC, Kelis e mais um monte de cantoras poderosas.
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Nos anos 2000, Britney Spears e Christina (Xtina) Aguilera representavam os anos dourados da pop music, tocando nas rádios, nas matinês e também nos nossos quartos. A não ser que você fosse aquela adolescente que preferia ouvir Nightwish, Silverchair ou qualquer outra vertente do rock… mas vai, acho que dançar “Oops I Did It Again” na frente do espelho já foi o guilty pleasure de muitas de nós.
Era também aquela época que o colégio era dividido entre as populares e as estranhas. E as musas pop da adolescência eram a personificação daquelas garotas lindas, que riam da gente e que se sentiam mais desejadas que água do deserto. Tempo complicado aquele.
Mas gente, querendo ou não o pop pegava na gente. Todo mundo ouvia e dançava, mesmo que escondido. Além do mais, tinham cantoras que claramente representavam o time das estranhas, que não faziam o tipo princesinha. A Melanie C, gente. Ou mesmo a Missy Elliott.
Essa playlist nostálgica é a estreia das nossas playlists semanais (assim esperamos), que vão trazer os mais diferentes sons para requebrar, cantar junto e tudo mais. Porque se o ginásio já era difícil, ser adulta também não é bolinho. Duro pagar as contas sem ficar no vermelho, ter que engolir sapos, terminar namoro, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, levar um fora, aguentar comentários sobre nossa aparência, resistir ao machismo/racismo/homofobia/gordofobia… Mas quem dança os males espanta!
Põe essa playlist pra tocar e dance sozinha no quarto, no trabalho ou no busão! Tem os sons mais delícias das musas pop de outrora, com All Saints, TLC, Kelis e mais um monte de cantoras poderosas.
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Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.
Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.
O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.