Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// IGNORADAS
Hoje à noite acontece o Oscar, a festa da Academia de Hollywood, cujos membros são 94% brancos, 77% homens, e 86% têm mais de 50 anos. Ou seja, uma ótima ocasião para você ler essa lista com 10 atuações femininas que simplesmente são ignoradas por essas premiações. Tem a Karidja Touré, de“Garotas”, e a Tessa Thompson, de “Creed” (foto acima).
Uma lista de séries protagonizadas por mulheres. Para tentar ver em 2016. Clique aqui.
// HQ DA CAROLINA
Veja aqui as primeiras páginas da biografia da escritora Carolina Maria de Jesus (1914-77), que será lançada pela editora Veneta em maio. Saiba mais sobre o projeto em carolinaemhq.tumblr.com.
// GIRL POWER, O FILME
O documentário “Girl Power” acompanha mulheres grafiteiras de quinze cidades ao redor do mundo e questiona esse universo da arte de rua que ainda é dominado pelos homens. Quero muito ver. O trailer:
// CASO DA SEMANA
Todo mundo leu o texto da Fernanda Torres no blog do Agora é que são elas. Todo mundo concordou que ela disse umas coisas bem sujas lá. Daí todo mundo leu o outro texto dela, chamado Mea Culpa.
Então, para finalizar essa “polêmica”, fica um texto definitivo aqui da Stephanie Ribeiro sobre esse caso. LEIA.
// ASSÉDIO
Vale ler essa matéria bem interessante sobre o assédio sexual ser “um pesadelo aceito” na música indie. De executivos predatórios da indústria à cobertura sexista da imprensa e fãs sexualmente agressivos.
“Eu me senti tão presa. Eu tinha um trabalho a fazer. E estou sendo seguida por esse cara dizendo coisas inapropriadas”, diz Andi Wilson, gestora de projeto do selo Cascine.
// ARTE
O MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, realiza mais uma edição da campanha Art+Feminism, para incluir verbetes na Wikipedia sobre mulheres, artistas e movimentos feministas.
Conheça uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 1970. Aqui.
https://www.youtube.com/watch?v=uCYaQ9Eykdc
// HOZIER
O vídeo da música “Cherry Wine”, estrelado pela atriz Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por “Brooklyn”), alerta sobre a violência contra as mulheres dentro de suas próprias casas.
// MENSTRUAÇÃO
Anhui, uma província da China, instituiu uma nova política para as mulheres. O “paid menstrual leave” (ou licença menstrual paga) garante até dois dias de folga do trabalho, se as cólicas forem insuportáveis.
Artistas de diferentes países se uniram na produtora sem fins lucrativos We Do It Together, que tem como foco empoderar as mulheres no cinema, televisão e outras mídias.
Texto da “Another” fala sobre como o estilo beatnik, movimento anti-materialista que começou nos anos 1950, de se vestir se transformou em subversivo e chique. Quando roupas pretas, boinas, e óculos-tartaruga entraram na moda.
A modelo, cantora, atriz Amber Rose arrasou ao declarar na TV americana que não importa o que uma mulher esteja vestindo quando se trata de consentir, mesmo se ela não estiver usando nada. Aqui.
// AFEGANISTÃO
Shamsia Hassani é a primeira artista de rua a levar hijabs e feminismo aos muros de Cabul. Nascida em 1988 em Teerã, ela é mestre em artes visuais.
Os estudantes que protestaram contra a reorganização das escolas de SP são tema de um documentário, chamado “We rule the school” (dá pra assistir abaixo), e ganharam espaço na revista “Dazed”. Leia aqui.
// ESPORTE
Aos 14 anos, Ashima Shiraishi é uma das melhores montanhistas do mundo. Leia aqui.
// MÚSICA
Para fechar, clipe novo da FKA twigs!
Até a próxima semana, ovelhitas! Força \o/
Olá, ovelhitas!
Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// IGNORADAS
Hoje à noite acontece o Oscar, a festa da Academia de Hollywood, cujos membros são 94% brancos, 77% homens, e 86% têm mais de 50 anos. Ou seja, uma ótima ocasião para você ler essa lista com 10 atuações femininas que simplesmente são ignoradas por essas premiações. Tem a Karidja Touré, de“Garotas”, e a Tessa Thompson, de “Creed” (foto acima).
Uma lista de séries protagonizadas por mulheres. Para tentar ver em 2016. Clique aqui.
// HQ DA CAROLINA
Veja aqui as primeiras páginas da biografia da escritora Carolina Maria de Jesus (1914-77), que será lançada pela editora Veneta em maio. Saiba mais sobre o projeto em carolinaemhq.tumblr.com.
// GIRL POWER, O FILME
O documentário “Girl Power” acompanha mulheres grafiteiras de quinze cidades ao redor do mundo e questiona esse universo da arte de rua que ainda é dominado pelos homens. Quero muito ver. O trailer:
// CASO DA SEMANA
Todo mundo leu o texto da Fernanda Torres no blog do Agora é que são elas. Todo mundo concordou que ela disse umas coisas bem sujas lá. Daí todo mundo leu o outro texto dela, chamado Mea Culpa.
Então, para finalizar essa “polêmica”, fica um texto definitivo aqui da Stephanie Ribeiro sobre esse caso. LEIA.
// ASSÉDIO
Vale ler essa matéria bem interessante sobre o assédio sexual ser “um pesadelo aceito” na música indie. De executivos predatórios da indústria à cobertura sexista da imprensa e fãs sexualmente agressivos.
“Eu me senti tão presa. Eu tinha um trabalho a fazer. E estou sendo seguida por esse cara dizendo coisas inapropriadas”, diz Andi Wilson, gestora de projeto do selo Cascine.
// ARTE
O MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, realiza mais uma edição da campanha Art+Feminism, para incluir verbetes na Wikipedia sobre mulheres, artistas e movimentos feministas.
Conheça uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 1970. Aqui.
https://www.youtube.com/watch?v=uCYaQ9Eykdc
// HOZIER
O vídeo da música “Cherry Wine”, estrelado pela atriz Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por “Brooklyn”), alerta sobre a violência contra as mulheres dentro de suas próprias casas.
// MENSTRUAÇÃO
Anhui, uma província da China, instituiu uma nova política para as mulheres. O “paid menstrual leave” (ou licença menstrual paga) garante até dois dias de folga do trabalho, se as cólicas forem insuportáveis.
Artistas de diferentes países se uniram na produtora sem fins lucrativos We Do It Together, que tem como foco empoderar as mulheres no cinema, televisão e outras mídias.
Texto da “Another” fala sobre como o estilo beatnik, movimento anti-materialista que começou nos anos 1950, de se vestir se transformou em subversivo e chique. Quando roupas pretas, boinas, e óculos-tartaruga entraram na moda.
A modelo, cantora, atriz Amber Rose arrasou ao declarar na TV americana que não importa o que uma mulher esteja vestindo quando se trata de consentir, mesmo se ela não estiver usando nada. Aqui.
// AFEGANISTÃO
Shamsia Hassani é a primeira artista de rua a levar hijabs e feminismo aos muros de Cabul. Nascida em 1988 em Teerã, ela é mestre em artes visuais.
Os estudantes que protestaram contra a reorganização das escolas de SP são tema de um documentário, chamado “We rule the school” (dá pra assistir abaixo), e ganharam espaço na revista “Dazed”. Leia aqui.
// ESPORTE
Aos 14 anos, Ashima Shiraishi é uma das melhores montanhistas do mundo. Leia aqui.
Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// IGNORADAS
Hoje à noite acontece o Oscar, a festa da Academia de Hollywood, cujos membros são 94% brancos, 77% homens, e 86% têm mais de 50 anos. Ou seja, uma ótima ocasião para você ler essa lista com 10 atuações femininas que simplesmente são ignoradas por essas premiações. Tem a Karidja Touré, de“Garotas”, e a Tessa Thompson, de “Creed” (foto acima).
Uma lista de séries protagonizadas por mulheres. Para tentar ver em 2016. Clique aqui.
// HQ DA CAROLINA
Veja aqui as primeiras páginas da biografia da escritora Carolina Maria de Jesus (1914-77), que será lançada pela editora Veneta em maio. Saiba mais sobre o projeto em carolinaemhq.tumblr.com.
// GIRL POWER, O FILME
O documentário “Girl Power” acompanha mulheres grafiteiras de quinze cidades ao redor do mundo e questiona esse universo da arte de rua que ainda é dominado pelos homens. Quero muito ver. O trailer:
// CASO DA SEMANA
Todo mundo leu o texto da Fernanda Torres no blog do Agora é que são elas. Todo mundo concordou que ela disse umas coisas bem sujas lá. Daí todo mundo leu o outro texto dela, chamado Mea Culpa.
Então, para finalizar essa “polêmica”, fica um texto definitivo aqui da Stephanie Ribeiro sobre esse caso. LEIA.
// ASSÉDIO
Vale ler essa matéria bem interessante sobre o assédio sexual ser “um pesadelo aceito” na música indie. De executivos predatórios da indústria à cobertura sexista da imprensa e fãs sexualmente agressivos.
“Eu me senti tão presa. Eu tinha um trabalho a fazer. E estou sendo seguida por esse cara dizendo coisas inapropriadas”, diz Andi Wilson, gestora de projeto do selo Cascine.
// ARTE
O MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, realiza mais uma edição da campanha Art+Feminism, para incluir verbetes na Wikipedia sobre mulheres, artistas e movimentos feministas.
Conheça uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 1970. Aqui.
https://www.youtube.com/watch?v=uCYaQ9Eykdc
// HOZIER
O vídeo da música “Cherry Wine”, estrelado pela atriz Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por “Brooklyn”), alerta sobre a violência contra as mulheres dentro de suas próprias casas.
// MENSTRUAÇÃO
Anhui, uma província da China, instituiu uma nova política para as mulheres. O “paid menstrual leave” (ou licença menstrual paga) garante até dois dias de folga do trabalho, se as cólicas forem insuportáveis.
Artistas de diferentes países se uniram na produtora sem fins lucrativos We Do It Together, que tem como foco empoderar as mulheres no cinema, televisão e outras mídias.
Texto da “Another” fala sobre como o estilo beatnik, movimento anti-materialista que começou nos anos 1950, de se vestir se transformou em subversivo e chique. Quando roupas pretas, boinas, e óculos-tartaruga entraram na moda.
A modelo, cantora, atriz Amber Rose arrasou ao declarar na TV americana que não importa o que uma mulher esteja vestindo quando se trata de consentir, mesmo se ela não estiver usando nada. Aqui.
// AFEGANISTÃO
Shamsia Hassani é a primeira artista de rua a levar hijabs e feminismo aos muros de Cabul. Nascida em 1988 em Teerã, ela é mestre em artes visuais.
Os estudantes que protestaram contra a reorganização das escolas de SP são tema de um documentário, chamado “We rule the school” (dá pra assistir abaixo), e ganharam espaço na revista “Dazed”. Leia aqui.
// ESPORTE
Aos 14 anos, Ashima Shiraishi é uma das melhores montanhistas do mundo. Leia aqui.
Na semana passada, as turistas argentinas Marina Menegazzo, de 22 anos, e María José Coni, 21, foram encontradas mortas em Montañita, uma cidadezinha turística litorânea, conhecida como a Rota do Sol do Equador.
As garotas estavam fazendo um mochilão, coisa que todo jovem normal sonha em fazer, e pretendiam seguir para o Peru. O último contato que elas tiveram com as famílias foi no dia 22 de fevereiro, quando contaram que tinham sido roubadas em um hostel e estavam sem dinheiro.
Dois homens confessaram os assassinatos e foram presos. Eles disseram à polícia que as conheceram em um bar e ofereceram carona até a cidade de Guaiaquil, onde fica o aeroporto. Elas foram assassinadas na madrugada do dia 23 em Parroquia Manglaralto, província de Santa Elena. Ponce M., um dos assassinos, disse que ele e seu colega tinham bebido, e o resto prefiro não relatar por ser muito horrível. Se quiser saber, leia aqui.
Guadalupe Acosta, uma estudante do Paraguai, escreveu em seu Facebook um texto importantíssimo em memória das duas garotas, intitulado “Ontem me mataram”. Você pode ler o texto todo traduzido aqui, mas, resumindo, ele critica quatro perguntas que estão sendo feitas: Que roupa estava usando? Por que estava sozinha? Como uma mulher quer viajar sem companhia? Você se enfiou em um bairro perigoso. Esperava o quê?
Podemos respondê-las: elas usavam a roupa que queriam; elas estavam acompanhadas uma da outra – por favor, sociedade/imprensa, parem de falar que elas estavam sozinhas, 1 + 1 = 2!; elas “se enfiaram” em uma cidade muito turística; elas esperavam viajar.
Para nós mulheres, decidirmos se viajaremos sem companhia é quase como decidirmos se usaremos aquele vestido para andarmos sozinhas de metrô à noite, por exemplo.
Confesso que me sinto mais segura quando meu namorado, pai ou um amigo me acompanham até o ponto de ônibus, mas não quero mais depender disso. Quero poder ir a um bar com uma amiga sem ser incomodada. Quero viajar com a minha mãe, minha irmã ou minhas amigas e voltar inteira para casa. Queremos nos libertar desse patriarcado que impõe a uma mulher não sair sozinha de casa. “Na rua, só se estiver ao lado de um homem”. Socorro, estamos em 2016, plena Idade Média!
Em 2014, fiz minha primeira viagem sozinha. Solteira e sem amigos em férias, resolvi visitar muitos países da Europa em apenas 20 dias. Seria tipo um mochilão, mas como, para mim, decidir viajar sozinha já foi um grande passo, resolvi me enfiar em um grupo de agência de turismo.
Sim, nesse grupo só havia senhoras, muitas senhoras acima dos 70 anos, viúvas ou às vezes com os maridos, e… eu! Não era obrigatório passar o tempo inteiro com o grupo, então, na maioria das vezes, eu passeava pelos lugares sozinha mesmo, andava pelas ruas à noite, ia aos restaurantes, sentava numa praça desacompanhada.
Somente me juntava ao grupo para os deslocamentos do ônibus de turismo de uma cidade à outra. Nesse momento, as senhorinhas vinham até onde eu estava sentada e me abordavam com curiosidade: “Minha querida, você está viajando sozinha?”; “Mas quantos anos você têm? É brasileira?”; “Se quiser, pode vir passear com a gente”; “Você tem muita coragem em ir assim de um lado pro outro”; “Que corajosa!”…
Ouvi muitas vezes nessa viagem que eu sou corajosa. A minha vontade era a de dizer: “Não, minhas amigas senhorinhas, eu não sou nem um pouco, por isso estou nesse ônibus com vocês”. Obviamente não falaria assim com elas, afinal, algumas delas provavelmente só puderam viajar e sair de casa sozinhas depois que o marido morreu.
E é isso! Eu sabia que meus pais ficariam mais tranquilos se eu estivesse em outro continente ao lado de um monte de senhorinhas. Eu também estava super tranquila em viajar com um guia turístico, que não me deixaria entrar nos “lugares perigosos”, e em dormir em hotéis bem seguros.
Porém, no fundo, o meu desejo era estar viajando loucamente pelas estradas da Europa com as minhas amigas, assim como as argentinas Marina e María estavam fazendo pela América Latina quando criminosos acabaram com a vida delas.
Não podemos parar de seguir nossas vontades por causa do perigo que é o mundo, ó, esse mundo, cheio de malucos que estão nos esperando dar uma vacilada.
Chega de feminicídio! Parem com a violência contra as mulheres! Nos deixem existirmos sozinhas!
essa lista com 10 atuações femininas que simplesmente são ignoradas por essas premiações. Tem a Karidja Touré, de“Garotas”, e a Tessa Thompson, de “Creed” (foto acima).
Uma lista de séries protagonizadas por mulheres. Para tentar ver em 2016. Clique aqui.
// HQ DA CAROLINA
Veja aqui as primeiras páginas da biografia da escritora Carolina Maria de Jesus (1914-77), que será lançada pela editora Veneta em maio. Saiba mais sobre o projeto em carolinaemhq.tumblr.com.
// GIRL POWER, O FILME
O documentário “Girl Power” acompanha mulheres grafiteiras de quinze cidades ao redor do mundo e questiona esse universo da arte de rua que ainda é dominado pelos homens. Quero muito ver. O trailer:
// CASO DA SEMANA
Todo mundo leu o texto da Fernanda Torres no blog do Agora é que são elas. Todo mundo concordou que ela disse umas coisas bem sujas lá. Daí todo mundo leu o outro texto dela, chamado Mea Culpa.
Então, para finalizar essa “polêmica”, fica um texto definitivo aqui da Stephanie Ribeiro sobre esse caso. LEIA.
// ASSÉDIO
Vale ler essa matéria bem interessante sobre o assédio sexual ser “um pesadelo aceito” na música indie. De executivos predatórios da indústria à cobertura sexista da imprensa e fãs sexualmente agressivos.
“Eu me senti tão presa. Eu tinha um trabalho a fazer. E estou sendo seguida por esse cara dizendo coisas inapropriadas”, diz Andi Wilson, gestora de projeto do selo Cascine.
// ARTE
O MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York, realiza mais uma edição da campanha Art+Feminism, para incluir verbetes na Wikipedia sobre mulheres, artistas e movimentos feministas.
Conheça uma gangue de colegiais que aterrorizava o Japão nos anos 1970. Aqui.
https://www.youtube.com/watch?v=uCYaQ9Eykdc
// HOZIER
O vídeo da música “Cherry Wine”, estrelado pela atriz Saoirse Ronan (indicada ao Oscar por “Brooklyn”), alerta sobre a violência contra as mulheres dentro de suas próprias casas.
// MENSTRUAÇÃO
Anhui, uma província da China, instituiu uma nova política para as mulheres. O “paid menstrual leave” (ou licença menstrual paga) garante até dois dias de folga do trabalho, se as cólicas forem insuportáveis.
Artistas de diferentes países se uniram na produtora sem fins lucrativos We Do It Together, que tem como foco empoderar as mulheres no cinema, televisão e outras mídias.
Texto da “Another” fala sobre como o estilo beatnik, movimento anti-materialista que começou nos anos 1950, de se vestir se transformou em subversivo e chique. Quando roupas pretas, boinas, e óculos-tartaruga entraram na moda.
A modelo, cantora, atriz Amber Rose arrasou ao declarar na TV americana que não importa o que uma mulher esteja vestindo quando se trata de consentir, mesmo se ela não estiver usando nada. Aqui.
// AFEGANISTÃO
Shamsia Hassani é a primeira artista de rua a levar hijabs e feminismo aos muros de Cabul. Nascida em 1988 em Teerã, ela é mestre em artes visuais.
Os estudantes que protestaram contra a reorganização das escolas de SP são tema de um documentário, chamado “We rule the school” (dá pra assistir abaixo), e ganharam espaço na revista “Dazed”. Leia aqui.
// ESPORTE
Aos 14 anos, Ashima Shiraishi é uma das melhores montanhistas do mundo. Leia aqui.