Assista: Planetarium

Esse filme é especialmente para você que tem uma girl crush pela Natalie Portman.

Sei que todo mundo está falando mais sobre a atuação dela em Jackie, que concorreu ao Oscar e está agora no catálogo da Netflix, mas Planetarium (Além da ilusão, no Brasil), da diretora francesa Rebecca Zlotowski, coloca definitivamente a Natalie Portman no patamar de divas como Juliette Binoche, Isabelle Huppert, Jeanne Moreau, Anouk Aimeé…

Sim, só diva francesa porque Natalie Portman fala um francês belíssimo nesse filme. A trama é sobre duas irmãs norte-americanas médiuns, Kate e Laura Barlow, que encontram um produtor francês de cinema em Paris no final da década de 1930, bem antes da Segunda Guerra Mundial. É baseado na história real das irmãs Fox e a irmã de Natalie Portman é vivida por Lily-Rose Depp, filha de Johnny Depp com Vanessa Paradis.

Kate e Laura Barlow se apresentam em um teatro para a alta sociedade francesa e toda essa mise en scène, da comunicação com os mortos, é uma forma de conquistar pessoas que queiram pagar por sessões particulares de mediunidade. Esse produtor de cinema, André Korben, propõe filmar as sessões pois quer captar esse momento em que o espírito se revela através dos poderes das garotas.

Por conta disso, a personagem de Natalie Portman começa a se envolver com o cinema e aceita ser atriz de vários outros filmes principalmente para ganhar dinheiro no início. Mas depois ela meio que se apaixona por sua própria imagem no telão e essa nostalgia de como o cinema era feito antigamente é o que dá as cenas mais bonitas de Planetarium. Podem achar meio brega, mas eu acho romântico. E tudo o que a Natalie Portman fizer acredito que é uma obrigação acompanhar.

A diretora Rebecca Zlotowski tem só mais dois filmes além desse: Belle épine (2010) e Grand Central (2013), ambos estrelados pela Léa Seydoux, outra grande diva contemporânea que ainda falaremos aqui na Ovelha.

Mais de Letícia Mendes

Links da semana

Hey, ovelhitas!

Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.


// MÚSICAS DE VIOLÊNCIA

Começamos destacando essa campanha da FCB Brasil com o jornal O Estado de S. Paulo e apoio do Disque Denúncia do Rio de Janeiro. O objetivo do “Músicas de violência” é levantar o debate sobre canções que reproduzem discursos de violência contra a mulher:

 


// FAMÍLIA FLEX

O UOL fez um especial sobre os dramas e êxitos na construção da família homoafetiva brasileira.

 


// ELIANE DIAS

“Advogada, militante, coordenadora do SOS Racismo da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e sócia da Boogie Naipe, produtora responsável pelos Racionais MC’s, Eliane Dias diz que sabe fazer duas coisas: ‘Tem gente que nasce para ser rei, rainha, ser a porra toda. Eu não. Nasci para cuidar e observar o ser humano’.”

Entrevista muito boa da Revista Cult com a nossa musa Eliane Dias (foto de destaque).

 


// CHLOË SEVIGNY

A atriz Chloë Sevigny revelou que três grandes diretores já a assediaram em testes para filmes. Leia aqui e veja o vídeo:

 


// CENTENÁRIAS

Parece que as mulheres descobriram o segredo para viver por mais tempo: evitando homens.

 


// ATÉ QUE ENFIM

Sexismo e capitalismo juntinhos nessa lista do Buzzfeed.

 


// SAÚDE

Como as mulheres estão buscando tratamento médico de forma mais política. Texto do Nexo que fala do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.

 


// IGUALDADE

A atriz Robin Wright exigiu o mesmo salário que Kevin Spacey em “House of Cards”. E conseguiu

451959a0-a350-0132-44ee-0ebc4eccb42f

 


// SNAPCHAT

As pessoas acham que os filtros de beleza do Snapchat estão deixando suas peles mais brancas. Matéria do Buzzfeed.

 


// PROFISSÕES

Um LinkedIn para mulheres que pausaram a carreira e buscam recomeçar: conheça a Après.

 


// AJUDA

Um texto bem pessoal sobre como sair da depressão: Leia aqui.

 


// SÉRIES

A Karoline Gomes, colaboradora da Ovelha, fala sobre a terceira temporada da série “The 100”:

 


// RELAÇÕES AMOROSAS

“Relacionamento aberto for dummies: dez dicas do que é e do que não é”, texto da Laura Pires sobre como lidar com o julgamento dos outros.

 


// LEITURAS

Onze livros biográficos sobre mulheres importantes na história. Aqui.

 


// CINEMA

Entrevista com a diretora Vera Egito sobre o filme “Amores urbanos”: “Homem hetero não se acostumou a não ser assunto no cinema”.

carol-barranco-tecnica-de-som-direto-camila-cornelsen-diretora-de-fotografia-e-renata-racy-1-assistente-de-direcao-e-sentadas-ana-wainer-figurinista-vera-egito-roteirista-e-diretora-maria

 


Até a próxima semana! Força \o/

Leia mais