♪ Batalhadoras do Pop ♪

Colagem digital feita com exclusividade por Fernanda Garcia (Kissy)
Afinal, ninguém paga as suas contas!

Nós somos mulheres e lutamos por nossos direitos. Levantamos cedo, arrumamos a casa, vamos trabalhar, estudar, fazemos mercado, pagamos as contas. E quem é mãe ainda faz esse trabalho todo vezes 2 – mãe solo, vezes 3. Exigimos pagamento igualitário e equidade de oportunidades. Interseccionalmente, sempre, porque para as negras, para as travestis, para transsexuais e PCD, a batalha é ainda mais dura.

É pensando nesse suor todo que fizemos a playlist das guerreiras. Pra te motivar, para te apoiar ao cantar como é dura a realidade, pra pedir pelo descanso.

 

 

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Colagem digital feita com exclusividade por Fernanda Garcia (Kissy).
 

Mais de Nina Grando

Irã, feminismo e vampiros

Depois dos anos 90 terem sido dominados pelo vampiro Lestat (Anne Rice forever) e pela caça vampiros Buffy, 2010 é a nova década vampírica. Com o sexy-pastelão de True Blood e os unicórnios chupa-sangue de Twilight (Crepúsculo), só de pensar em mais um filme sobre o assunto é de rolar os olhos. Porém, o grande Jim Jarmusch fez esta proeza no início do ano com o maravilhoso Only Lovers Left Alive. O mais impressionante é que o cinema mundial ainda foi brindado recentemente com a estreia da diretora iraniana Ana Lily Amirpour. A Girl Walks Home Alone at Night é um filme sobre vampiros em preto e branco que, mesmo com esse tema tão batido, causou furor no festival Sundance. Do trailer podemos perceber o quão incrível é sua promessa.

Poster de "A Girl Walks Home at Night"

O filme parece ser um mix entre o girl power violento de Tarantino, a estética HQ sombria de Sin City e uma pegada Western dos filmes estrelados por Clint Eastwood. A trama se passa na cidade fantasma iraniana chamada Bad City, lar de prostitutas e viciados. Ali, uma vampira sem nome persegue os habitantes mais desagradáveis para cravar seus dentes​​. Mas ela encontra um rapaz… e aí se inicia um amor incomum e soturno.

A atmosfera fora-da-lei e o surrealismo urbano do filme preto e branco são o debut do cinema iraniano vampiresco. O mais legal é que temos mulheres nos principais papéis: a diretora e a protagonista (vivida por Sheila Vand, que também trabalhou em Argo).

Parece genial. Altamente interessante. Pra variar, não há previsão de estreia nas terras tupiniquins, mas nos EUA o filmes estreia agora, dia 21 de novembro #fikdik

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