As poderosas das artes plásticas

[caption id="attachment_12203" align="aligncenter" width="2560"]A artista britânica Tracey Emin em frente à sua obra "My Bed", criada em 1998. A artista britânica Tracey Emin em frente à sua obra “My Bed”, criada em 1998.[/caption]
 

Tracey Emin

Ainda na vibe de mulheres que falam sobre ser mulher, mas agora explicitamente de forma confessional, temos aqui Tracey Emin. Ela participou do grupo Young British Artists nos anos 80 e ganhou reconhecimento com seus tecidos, é claro, com a instalação da própria cama onde dormiu e viveu durante um dos períodos mais intensos de sua vida. É um dos trabalhos mais viscerais que existem no mundo da arte; ela consegue fazer a bagunça da mente se tornar completamente estética, fazendo letras se tornarem uma espécie de padrão em meio aos mais diversos tecidos e a mistura dos tecidos parte da própria mente. Ela já fez trabalhos com instalações, tecidos, neon e pinturas, sempre de forma confessional, e sem romantizar nenhuma dor ou transtorno psicológico.

[caption id="attachment_14190" align="alignnone" width="960"] My Bed, 1998[/caption] [caption id="attachment_14189" align="alignnone" width="970"] Psycho Slut, 1999[/caption]

[caption id="attachment_14191" align="alignnone" width="2760"] People like you need to fuck people like me – Frases em neons, 2007[/caption]
 

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Publicado por

Clara Browne

Clara nasceu em 1994 no Rio de Janeiro, mas se mudou para São Paulo ainda pequena. Estuda Letras e sempre gostou mais de poesia do que de prosa. Ama arte moderna, suéteres e o musical Jesus Cristo Superstar. Aprendeu a fazer piadas com seu nome e sobrenome por sobrevivência. Em setembro de 2013, teve a ideia da Capitolina, a qual co-editou até setembro de 2016. Hoje em dia, ela escreve pra um montão de lugares. É 50% Corvinal e 50% Lufa-Lufa.

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