[caption id="attachment_12208" align="aligncenter" width="1000"]
Lygia Pape em Roda dos Prazeres,1968 (film still)[/caption]
Lygia Pape
Não é só de confissões, trabalhos autobiográficos e luta contra o capitalismo que vivem as mulheres: nós também vivemos de linhas, luzes e embalagem dos biscoitos Piraquê – ou, bem, pelo menos a brasileira Lygia Pape viveu desses três. No embalo do movimento concretista e neo-concretista dos anos 50 e 60, o essencial para a Lygia Pape era inventar novas linguagens – algo que ela claramente conseguiu.
[caption id="attachment_13163" align="aligncenter" width="919"]
Xilogravura feita sobre papel japonês, de 1958. Obra sem título é da série “Tecelar”.[/caption]
Lygia Pape também atuou no ramo da comunicação visual. Nos anos 60, ela criou as icônicas embalagens dos biscoitos Piraquê.[/caption]
[caption id="attachment_13165" align="aligncenter" width="1066"]
“Tteia”, de 1976, instalação com linhas esticadas sobre 21 retângulos[/caption]
Conheça outras artistas:
- Lygia Clark
- Sonia Delaunay
- Yayoy Kusama
- Marina Strocchi
- Mitjili Napurrula
- Louise Bourgeois
- Tracey Emin
- Barbara Kruger
