As poderosas das artes plásticas

[caption id="attachment_12208" align="aligncenter" width="1000"]Lygia Pape em Roda dos Prazeres,1968 (film still) Lygia Pape em Roda dos Prazeres,1968 (film still)[/caption]
 

Lygia Pape

Não é só de confissões, trabalhos autobiográficos e luta contra o capitalismo que vivem as mulheres: nós também vivemos de linhas, luzes e embalagem dos biscoitos Piraquê – ou, bem, pelo menos a brasileira Lygia Pape viveu desses três. No embalo do movimento concretista e neo-concretista dos anos 50 e 60, o essencial para a Lygia Pape era inventar novas linguagens – algo que ela claramente conseguiu.
 
[caption id="attachment_13163" align="aligncenter" width="919"] Xilogravura feita sobre papel japonês, de 1958. Obra sem título é da série “Tecelar”.[/caption]

[caption id="attachment_13164" align="aligncenter" width="1024"] Lygia Pape também atuou no ramo da comunicação visual. Nos anos 60, ela criou as icônicas embalagens dos biscoitos Piraquê.[/caption]

[caption id="attachment_13165" align="aligncenter" width="1066"] “Tteia”, de 1976, instalação com linhas esticadas sobre 21 retângulos[/caption]
 

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Publicado por

Clara Browne

Clara nasceu em 1994 no Rio de Janeiro, mas se mudou para São Paulo ainda pequena. Estuda Letras e sempre gostou mais de poesia do que de prosa. Ama arte moderna, suéteres e o musical Jesus Cristo Superstar. Aprendeu a fazer piadas com seu nome e sobrenome por sobrevivência. Em setembro de 2013, teve a ideia da Capitolina, a qual co-editou até setembro de 2016. Hoje em dia, ela escreve pra um montão de lugares. É 50% Corvinal e 50% Lufa-Lufa.

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