As poderosas das artes plásticas

[caption id="attachment_12212" align="aligncenter" width="1600"]Lygia Clark: “Pensamento mudo” (1971) Lygia Clark: “Pensamento mudo” (1971)[/caption]
 

Lygia Clark

Não confunda: Lygia Pape com Lygia Clark. Apesar de ambas serem brasileiras, ~levemente~ contemporâneas, participantes do movimento concretista e terem o exato mesmo nome (quem diria que teríamos duas Lygias-com-y tão importantes e juntinhas!), seus trabalhos são muito diferentes. Enquanto Pape buscava luzes e linhas, Clark explorou principalmente materiais. Sua série mais famosa são os Bichos, em que trabalhou com estruturas dobráveis de metal que podiam ser modeladas por qualquer um.

[caption id="attachment_12072" align="aligncenter" width="564"]10 Bicho Passaro do Espaco, 1960 - Lygia Clark  cultura  foto: Sergio Guerini/divulgacao 10 Bicho Passaro do Espaco, 1960 – Lygia Clark
cultura foto: Sergio Guerini/divulgacao[/caption] [caption id="attachment_14180" align="alignnone" width="756"] Casulo, 1959[/caption] [caption id="attachment_14181" align="alignnone" width="940"] Trepante – versão 1, 1965[/caption]

[caption id="attachment_14179" align="alignnone" width="1024"] Divisor, 1968[/caption]
 

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Publicado por

Clara Browne

Clara nasceu em 1994 no Rio de Janeiro, mas se mudou para São Paulo ainda pequena. Estuda Letras e sempre gostou mais de poesia do que de prosa. Ama arte moderna, suéteres e o musical Jesus Cristo Superstar. Aprendeu a fazer piadas com seu nome e sobrenome por sobrevivência. Em setembro de 2013, teve a ideia da Capitolina, a qual co-editou até setembro de 2016. Hoje em dia, ela escreve pra um montão de lugares. É 50% Corvinal e 50% Lufa-Lufa.

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