Erika Forster, Annie Hart e Heather D’Angelo formaram o grupo Au Revoir Simone por volta de 2003/2004 e não lançam um disco novo desde Move in spectrums, de 2013.
Então por que raios eu lembrei de indicar esse trio do Brooklyn, NY, só agora? Porque elas já fizeram duas participações especiais belíssimas na nova temporada de Twin Peaks (aliás, vejam os antigos e novos episódios dessa série, por favor).
No palco do bar Bang Bang, cada uma na frente de um teclado, elas primeiro tocaram Lark, no 4º episódio, e agora no 9º episódio, que foi ao ar essa semana, apresentaram A Violent Yet Flammable World, ambas do álbum The Bird of Music (2007).
Aliás, o disco The Bird of Music tem grandes músicas e é ótimo para quem nunca ouviu a banda e está com dúvida sobre por onde começar.
Tipo Sad Song, cujo clipe me faz lembrar de um momento específico da vida:
Erika Forster, Annie Hart e Heather D’Angelo formaram o grupo Au Revoir Simone por volta de 2003/2004 e não lançam um disco novo desde Move in spectrums, de 2013.
Então por que raios eu lembrei de indicar esse trio do Brooklyn, NY, só agora? Porque elas já fizeram duas participações especiais belíssimas na nova temporada de Twin Peaks (aliás, vejam os antigos e novos episódios dessa série, por favor).
No palco do bar Bang Bang, cada uma na frente de um teclado, elas primeiro tocaram Lark, no 4º episódio, e agora no 9º episódio, que foi ao ar essa semana, apresentaram A Violent Yet Flammable World, ambas do álbum The Bird of Music (2007).
Aliás, o disco The Bird of Music tem grandes músicas e é ótimo para quem nunca ouviu a banda e está com dúvida sobre por onde começar.
Tipo Sad Song, cujo clipe me faz lembrar de um momento específico da vida:
Erika Forster, Annie Hart e Heather D’Angelo formaram o grupo Au Revoir Simone por volta de 2003/2004 e não lançam um disco novo desde Move in spectrums, de 2013.
Então por que raios eu lembrei de indicar esse trio do Brooklyn, NY, só agora? Porque elas já fizeram duas participações especiais belíssimas na nova temporada de Twin Peaks (aliás, vejam os antigos e novos episódios dessa série, por favor).
No palco do bar Bang Bang, cada uma na frente de um teclado, elas primeiro tocaram Lark, no 4º episódio, e agora no 9º episódio, que foi ao ar essa semana, apresentaram A Violent Yet Flammable World, ambas do álbum The Bird of Music (2007).
Aliás, o disco The Bird of Music tem grandes músicas e é ótimo para quem nunca ouviu a banda e está com dúvida sobre por onde começar.
Tipo Sad Song, cujo clipe me faz lembrar de um momento específico da vida:
Uma foto publicada por 💚Colorful Hair Of Instagram💙 (@dyeddollies) em
// ESPORTE
O site Just Not Sports pediu que alguns homens normais lessem tuítes de outras pessoas sobre as repórteres de esporte Sarah Spain e Julie DiCaro. Os comentários são tão horríveis que os caras obviamente ficam desconfortáveis e pedem desculpas. Faz parte da campanha #MoreThanMean
// LUANA GÉNOT
Matéria sobre a idealizadora e diretora do Instituto Identidades do Brasil e da campanha “Sim à Igualdade Racial”. Leia aqui.
// SALLY NIXON
As ilustrações de Sally são tão interessantes porque mostram o que as mulheres fazem quando ninguém está vendo, ou seja, como somos naturalmente.
Uma foto publicada por Sally Nixon (@sallustration) em
// GLORIA STEINEM
Estreia amanhã, dia 10 de maio, a série “WOMAN” na Viceland. A jornalista e ativista americana Gloria Steinem viaja o mundo para entrevistar mulheres oprimidas. A série retrata desde aviolência sexual na República Democrática doCongo, a mulheres assassinadas não reconhecidas e desaparecidas no Canadá, o feminicídio em El Salvador, e o encarceramento de mães na América.
// BRIT & BRIT
E esse vídeo maravilhoso. Todas têm que ver:
// QUESTÃO DE PELE
Entrevista com a socióloga canadense Lorna Roth, que investigou a história da fotografia para mostrar como a tecnologia prejudicou a representação de pessoas cujo tom de pele não fosse claro. Leia aqui matéria do Nexo.
// ESTUPROS EM UNIVERSIDADES
“Missoula”, novo livro do jornalista americano Jon Krakauer, esmiúça a epidemia de estupros em ambientes universitários nos EUA a partir da cidade de Missoula, no Estado de Montana, que registrou mais de 350 casos entre 2008 e 2012. Leia entrevista que a Folha fez com ele.