Em todos os anos bate aquele mesmo desespero: “Preciso ler todos esses livros e conhecer todos esses autores”. Caindo na real, não dá tempo de fazer tudo isso num período de 5 dias. Por isso, seleciono algumas das autoras que estarão lá na Flip e que guardarei para a vida. Se não der para ler agora, tudo bem, elas estarão na minha lista de leituras futuras com certeza:
1. Conceição Evaristo
De Belo Horizonte, nascida em 1946, ela é uma das principais vozes da memória negra brasileira, apesar de ter sido publicada em inglês, francês e espanhol bem antes de ser reconhecida no Brasil. Seu livro Olhos d’água (2015) levou o Prêmio Jabuti, e ela também escreveu Ponciá Vicêncio e Becos da memória (ambos pela Pallas Editora, 2017) e Insubmissas lágrimas de mulheres (Malê, 2017).
Chilena, nascida em 1949, fez parte do Colectivo de Acciones De Arte (CADA) durante a ditadura de Pinochet. Estreou na ficção com Lumpérica (Ediciones del Ornitorrinco, 1983). Jamais o fogo nunca (Relicário, 2017) é a primeira tradução em português de um de seus mais importantes romances. Recentemente, seus manuscritos foram adquiridos pela Universidade de Princeton.
Natalia tem 35 anos e nasceu em Bento Gonçalves (RS). Estreou na literatura com Recortes para álbum de fotografia sem gente (Modelo de Nuvem, 2013), premiado com o Açorianos. Em 2015, publicou sua poesia em Coração à corda (Patuá). Ganhou o Prêmio Jabuti com Amora (Não Editora, 2016), livro de contos sobre o amor no feminino.
De Luanda, Djaimilia tem 34 anos e seu primeiro livro se chama Esse cabelo (LeYa, 2017), que a consagrou como uma das novas vozes da literatura lusófona. Foi uma das vencedoras, em 2013, do prêmio de ensaios da revista serrote e assina coluna mensal na Revista Pessoa.
Ela nasceu em Ruanda, em 1956, e presenciou a violência dos conflitos no país. Mudou-se para a França em 1992, pouco antes do Genocídio de Ruanda, que dizimou ao menos meio milhão de ruandeses, incluindo sua mãe e parentes. Em 2006, publicou as memórias Inyenzi ou les Cafards (Gallimard). Seus premiados A mulher dos pés nus e Nossa Senhora do Nilo serão publicados pela editora Nós, por conta de sua ida à Flip.
O que saiu sobre a Scholastique Mukasonga na mídia:
Para quem estará lá, aproveitando todos os momentos lindos que uma Flip pode proporcionar, a Estela Rosa montou uma programação apenas com mulheres escritoras. Como estou bem distante do Brasil nesse momento, acompanharei pela transmissão online. Aproveitem todos os minutos possíveis de sabedoria dessas mulheres!
Em todos os anos bate aquele mesmo desespero: “Preciso ler todos esses livros e conhecer todos esses autores”. Caindo na real, não dá tempo de fazer tudo isso num período de 5 dias. Por isso, seleciono algumas das autoras que estarão lá na Flip e que guardarei para a vida. Se não der para ler agora, tudo bem, elas estarão na minha lista de leituras futuras com certeza:
1. Conceição Evaristo
De Belo Horizonte, nascida em 1946, ela é uma das principais vozes da memória negra brasileira, apesar de ter sido publicada em inglês, francês e espanhol bem antes de ser reconhecida no Brasil. Seu livro Olhos d’água (2015) levou o Prêmio Jabuti, e ela também escreveu Ponciá Vicêncio e Becos da memória (ambos pela Pallas Editora, 2017) e Insubmissas lágrimas de mulheres (Malê, 2017).
Chilena, nascida em 1949, fez parte do Colectivo de Acciones De Arte (CADA) durante a ditadura de Pinochet. Estreou na ficção com Lumpérica (Ediciones del Ornitorrinco, 1983). Jamais o fogo nunca (Relicário, 2017) é a primeira tradução em português de um de seus mais importantes romances. Recentemente, seus manuscritos foram adquiridos pela Universidade de Princeton.
Natalia tem 35 anos e nasceu em Bento Gonçalves (RS). Estreou na literatura com Recortes para álbum de fotografia sem gente (Modelo de Nuvem, 2013), premiado com o Açorianos. Em 2015, publicou sua poesia em Coração à corda (Patuá). Ganhou o Prêmio Jabuti com Amora (Não Editora, 2016), livro de contos sobre o amor no feminino.
De Luanda, Djaimilia tem 34 anos e seu primeiro livro se chama Esse cabelo (LeYa, 2017), que a consagrou como uma das novas vozes da literatura lusófona. Foi uma das vencedoras, em 2013, do prêmio de ensaios da revista serrote e assina coluna mensal na Revista Pessoa.
Ela nasceu em Ruanda, em 1956, e presenciou a violência dos conflitos no país. Mudou-se para a França em 1992, pouco antes do Genocídio de Ruanda, que dizimou ao menos meio milhão de ruandeses, incluindo sua mãe e parentes. Em 2006, publicou as memórias Inyenzi ou les Cafards (Gallimard). Seus premiados A mulher dos pés nus e Nossa Senhora do Nilo serão publicados pela editora Nós, por conta de sua ida à Flip.
O que saiu sobre a Scholastique Mukasonga na mídia:
Para quem estará lá, aproveitando todos os momentos lindos que uma Flip pode proporcionar, a Estela Rosa montou uma programação apenas com mulheres escritoras. Como estou bem distante do Brasil nesse momento, acompanharei pela transmissão online. Aproveitem todos os minutos possíveis de sabedoria dessas mulheres!
Em todos os anos bate aquele mesmo desespero: “Preciso ler todos esses livros e conhecer todos esses autores”. Caindo na real, não dá tempo de fazer tudo isso num período de 5 dias. Por isso, seleciono algumas das autoras que estarão lá na Flip e que guardarei para a vida. Se não der para ler agora, tudo bem, elas estarão na minha lista de leituras futuras com certeza:
1. Conceição Evaristo
De Belo Horizonte, nascida em 1946, ela é uma das principais vozes da memória negra brasileira, apesar de ter sido publicada em inglês, francês e espanhol bem antes de ser reconhecida no Brasil. Seu livro Olhos d’água (2015) levou o Prêmio Jabuti, e ela também escreveu Ponciá Vicêncio e Becos da memória (ambos pela Pallas Editora, 2017) e Insubmissas lágrimas de mulheres (Malê, 2017).
Chilena, nascida em 1949, fez parte do Colectivo de Acciones De Arte (CADA) durante a ditadura de Pinochet. Estreou na ficção com Lumpérica (Ediciones del Ornitorrinco, 1983). Jamais o fogo nunca (Relicário, 2017) é a primeira tradução em português de um de seus mais importantes romances. Recentemente, seus manuscritos foram adquiridos pela Universidade de Princeton.
Natalia tem 35 anos e nasceu em Bento Gonçalves (RS). Estreou na literatura com Recortes para álbum de fotografia sem gente (Modelo de Nuvem, 2013), premiado com o Açorianos. Em 2015, publicou sua poesia em Coração à corda (Patuá). Ganhou o Prêmio Jabuti com Amora (Não Editora, 2016), livro de contos sobre o amor no feminino.
De Luanda, Djaimilia tem 34 anos e seu primeiro livro se chama Esse cabelo (LeYa, 2017), que a consagrou como uma das novas vozes da literatura lusófona. Foi uma das vencedoras, em 2013, do prêmio de ensaios da revista serrote e assina coluna mensal na Revista Pessoa.
Ela nasceu em Ruanda, em 1956, e presenciou a violência dos conflitos no país. Mudou-se para a França em 1992, pouco antes do Genocídio de Ruanda, que dizimou ao menos meio milhão de ruandeses, incluindo sua mãe e parentes. Em 2006, publicou as memórias Inyenzi ou les Cafards (Gallimard). Seus premiados A mulher dos pés nus e Nossa Senhora do Nilo serão publicados pela editora Nós, por conta de sua ida à Flip.
O que saiu sobre a Scholastique Mukasonga na mídia:
Para quem estará lá, aproveitando todos os momentos lindos que uma Flip pode proporcionar, a Estela Rosa montou uma programação apenas com mulheres escritoras. Como estou bem distante do Brasil nesse momento, acompanharei pela transmissão online. Aproveitem todos os minutos possíveis de sabedoria dessas mulheres!
A fotógrafa Maria Ribeiro convida mulheres a escreverem em seus corpos o que o feminismo significa para elas. Foi assim que começou a série de retratos em preto e branco “Nós, Madalenas – Uma palavra pelo feminismo”.
Com a criação do Tumblr, o projeto – que questiona os padrões estéticos impostos pela sociedade – repercutiu nas redes sociais. Ao longo de quase dois anos, foram 100 registros de mulheres de várias idades, cores, formas e contextos, reunidos no livro “Nós, Madalenas”, que será lançado nesta quinta em SP.
A ideia surgiu a partir das histórias contadas pelas fotografadas. Além das 100 imagens capturadas, o livro “Nós, Madalenas” tem relatos das participantes, que falam de suas experiências e relações com palavras como descoberta, aceitação, resistência, utopia, periferia e coragem. Segundo a fotógrafa, o livro “é um retrato da diversidade das facetas do movimento feminista em mulheres tão diversas em nossa sociedade, mostrando que o feminismo muda percepções, aumenta a autoestima, empodera e transforma vidas”.
Lançamento do livro ‘Nós, Madalenas’ Quando: dia 10 de dezembro, quinta-feira Onde: no Mezanino da Loja de Artes da Livraria Cultura do Conjunto Nacional Horário: das 18h às 21h30
A abertura do evento contará com o debate “Padrões estéticos, feminismo e a relação da mulher com o próprio corpo”, com mediação de Jarid Arraes (Revista Fórum) e Vanessa Rodrigues (Casa de Lua). Participam: Djamila Ribeiro (Carta Capital), Joice Berth (Imprensa Feminista), Semayat Oliveria (Nós, Mulheres da Periferia) e Verinha Dias (Feminismo sem Demagogia).
edição que ficará marcada por mais mulheres do que homens nas mesas de debate. O evento começou ontem, dia 26, e rola até 30 de julho, com a curadoria da jornalista Josélia Aguiar.
Em todos os anos bate aquele mesmo desespero: “Preciso ler todos esses livros e conhecer todos esses autores”. Caindo na real, não dá tempo de fazer tudo isso num período de 5 dias. Por isso, seleciono algumas das autoras que estarão lá na Flip e que guardarei para a vida. Se não der para ler agora, tudo bem, elas estarão na minha lista de leituras futuras com certeza:
1. Conceição Evaristo
De Belo Horizonte, nascida em 1946, ela é uma das principais vozes da memória negra brasileira, apesar de ter sido publicada em inglês, francês e espanhol bem antes de ser reconhecida no Brasil. Seu livro Olhos d’água (2015) levou o Prêmio Jabuti, e ela também escreveu Ponciá Vicêncio e Becos da memória (ambos pela Pallas Editora, 2017) e Insubmissas lágrimas de mulheres (Malê, 2017).
Chilena, nascida em 1949, fez parte do Colectivo de Acciones De Arte (CADA) durante a ditadura de Pinochet. Estreou na ficção com Lumpérica (Ediciones del Ornitorrinco, 1983). Jamais o fogo nunca (Relicário, 2017) é a primeira tradução em português de um de seus mais importantes romances. Recentemente, seus manuscritos foram adquiridos pela Universidade de Princeton.
Natalia tem 35 anos e nasceu em Bento Gonçalves (RS). Estreou na literatura com Recortes para álbum de fotografia sem gente (Modelo de Nuvem, 2013), premiado com o Açorianos. Em 2015, publicou sua poesia em Coração à corda (Patuá). Ganhou o Prêmio Jabuti com Amora (Não Editora, 2016), livro de contos sobre o amor no feminino.
De Luanda, Djaimilia tem 34 anos e seu primeiro livro se chama Esse cabelo (LeYa, 2017), que a consagrou como uma das novas vozes da literatura lusófona. Foi uma das vencedoras, em 2013, do prêmio de ensaios da revista serrote e assina coluna mensal na Revista Pessoa.
Ela nasceu em Ruanda, em 1956, e presenciou a violência dos conflitos no país. Mudou-se para a França em 1992, pouco antes do Genocídio de Ruanda, que dizimou ao menos meio milhão de ruandeses, incluindo sua mãe e parentes. Em 2006, publicou as memórias Inyenzi ou les Cafards (Gallimard). Seus premiados A mulher dos pés nus e Nossa Senhora do Nilo serão publicados pela editora Nós, por conta de sua ida à Flip.
O que saiu sobre a Scholastique Mukasonga na mídia:
Para quem estará lá, aproveitando todos os momentos lindos que uma Flip pode proporcionar, a Estela Rosa montou uma programação apenas com mulheres escritoras. Como estou bem distante do Brasil nesse momento, acompanharei pela transmissão online. Aproveitem todos os minutos possíveis de sabedoria dessas mulheres!