Lojinha: Niaski

Gatíneos!!! ♡

A designer, ilustradora e “crazy cat lady” britânica Nia Gould é criadora da lojinha Niaski, que mistura gatinhos e figuras da arte.

Ela faz pôsteres, cartões, pins, bolsas… todos com um artista homenageado, tipo Frida Catlo ou Henri Catisse. A inspiração desses desenhos foram seus próprios gatos:  Sampson, Frankenstein, Salvador e Socket.

Nia Gould diz se preocupar com o meio-ambiente e, por isso, imprime seu trabalho em um papel FSC 300gsm e tenta usar embalagens 100% ecológicas e reutilizar embalagens sempre que possível.

Você pode comprar essas coisinhas belas na lojinha dela da Etsy.

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Mais de Letícia Mendes

Saatchi Gallery tem mostra só de mulheres

Essa dica é para as amigas que moram em Londres. Do dia 13 de janeiro ao dia 6 de março, a Saatchi Gallery exibe sua primeira exposição só de mulheres artistas, intitulada “Champagne Life”. A mostra reúne o trabalho de 14 artistas emergentes de todo o mundo.

São elas: Mequitta Ahuja, Marie Angeletti, Julia Dault, Sigrid Holmwood, Maha Malluh, Seung Ah Paik, Soheila Sokhanvari, Julia Wachtel, Stephanie Quayle, Suzanne McClelland, Virgile Ittah, Mia Feuer, Jelena Bulajic e Alice Anderson.

O nome da exposição da Saatchi Gallery foi tirado da obra da artista americana Julia Wachtel. Sua peça “Champagne Life” é uma imagem do casal Kim Kardashian e Kanye West justaposta ao lado de uma Minnie Mouse azul-celeste.

Nigel Hurst, chefe da galeria, de uma entrevista ao “Guardian” em que diz que

em termos de números de mulheres artistas que estão tendo seus trabalhos expostos, ainda há um teto de vidro que tem de ser resolvido

Dá para ler mais sobre essa entrevista clicando aqui.

A discrepância é extrema e muito visível, diz Hurst. Por exemplo, o preço mais alto pago em leilão por uma obra de uma artista viva do sexo feminino é de US$ 7,1 milhões para uma pintura da japonesa Yayoi Kusama; o mais alto pela obra de um homem é de US$ 58,4 milhões para uma escultura de Jeff Koons. Quando o grupo East London Fawcett pesquisou 134 galerias comerciais de Londres, em 2013, constatou que apenas 31% dos artistas representados eram mulheres.

Segundo o site da revista “Dazed”, estatísticas básicas como estas mostram que o protesto do grupo feminista anônimo, Guerrilla Girls, que dedicou os últimos 30 anos a lutar contra o sexismo e o racismo no mundo da arte, ainda é muito relevante.

Veja mais algumas obras:

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