Praticamente no mundo inteiro, a literatura é um campo cheio de desafios para as mulheres. É constante o fato do trabalho delas ser considerado de baixa qualidade se comparado com as obras de escritores homens e relegado ao sub gênero women’s fiction.
De certa forma, parece que o trabalho delas só tem espaço no mercado com a criação desse gênero especifico. Eu sinto como se alguém dissesse: “Ei… já que vocês não podem concorrer de igual para igual com um homem, toma aqui um espacinho. Agora parem de reclamar e não tentem se meter eu outros gêneros”. Posso estar completamente errada, mas é essa a percepção que tenho como leitora.
E os problemas não param por aí. A falta de representatividade se expande para as próprias narrativas. A falta de personagens significativos que não se encaixem no padrão homem-branco-heterossexual é gritante. Igualmente péssimo são os esteriótipos perpetuados da imagem feminina.
Notando esse problemas e incomodadas com isso, a professora e blogueira, Lady Sybylla, e a escritora Aline Valek tiveram a ideia de montar uma coletânea de contos de ficção cientifica feminista, intitulada Universo Desconstruído. “Queremos com isso quebrar dois estigmas extremamente negativos: que mulheres não sabem escrever ficção cientifica e que feminismo é um movimento que quer destruir o gênero masculino”, elas explicam na introdução do livro.
Um dos pontos que achei mais interessantes durante a leitura, além de ver representando personagens de vários tipo diferentes, foi como os contos tem em comum a desconstrução de um núcleo familiar tradicional, algo super atual, e como os preconceitos são a maior causa dos problemas que imageticamente teremos no futuro. A destruição da humanidade não vem de uma ameaça externa e, sim, da dificuldade de enxergar o outro como um semelhante mesmo sendo diferente.
A primeira edição saiu em 2013 e está disponível no site do projeto, onde você pode fazer o download gratuito em formatos para Kobo, Kindle e PDF. Também é possível comprar a versão física do livro, pra quem gosta do bom e velho papel.
Praticamente no mundo inteiro, a literatura é um campo cheio de desafios para as mulheres. É constante o fato do trabalho delas ser considerado de baixa qualidade se comparado com as obras de escritores homens e relegado ao sub gênero women’s fiction.
De certa forma, parece que o trabalho delas só tem espaço no mercado com a criação desse gênero especifico. Eu sinto como se alguém dissesse: “Ei… já que vocês não podem concorrer de igual para igual com um homem, toma aqui um espacinho. Agora parem de reclamar e não tentem se meter eu outros gêneros”. Posso estar completamente errada, mas é essa a percepção que tenho como leitora.
E os problemas não param por aí. A falta de representatividade se expande para as próprias narrativas. A falta de personagens significativos que não se encaixem no padrão homem-branco-heterossexual é gritante. Igualmente péssimo são os esteriótipos perpetuados da imagem feminina.
Notando esse problemas e incomodadas com isso, a professora e blogueira, Lady Sybylla, e a escritora Aline Valek tiveram a ideia de montar uma coletânea de contos de ficção cientifica feminista, intitulada Universo Desconstruído. “Queremos com isso quebrar dois estigmas extremamente negativos: que mulheres não sabem escrever ficção cientifica e que feminismo é um movimento que quer destruir o gênero masculino”, elas explicam na introdução do livro.
Um dos pontos que achei mais interessantes durante a leitura, além de ver representando personagens de vários tipo diferentes, foi como os contos tem em comum a desconstrução de um núcleo familiar tradicional, algo super atual, e como os preconceitos são a maior causa dos problemas que imageticamente teremos no futuro. A destruição da humanidade não vem de uma ameaça externa e, sim, da dificuldade de enxergar o outro como um semelhante mesmo sendo diferente.
A primeira edição saiu em 2013 e está disponível no site do projeto, onde você pode fazer o download gratuito em formatos para Kobo, Kindle e PDF. Também é possível comprar a versão física do livro, pra quem gosta do bom e velho papel.
Praticamente no mundo inteiro, a literatura é um campo cheio de desafios para as mulheres. É constante o fato do trabalho delas ser considerado de baixa qualidade se comparado com as obras de escritores homens e relegado ao sub gênero women’s fiction.
De certa forma, parece que o trabalho delas só tem espaço no mercado com a criação desse gênero especifico. Eu sinto como se alguém dissesse: “Ei… já que vocês não podem concorrer de igual para igual com um homem, toma aqui um espacinho. Agora parem de reclamar e não tentem se meter eu outros gêneros”. Posso estar completamente errada, mas é essa a percepção que tenho como leitora.
E os problemas não param por aí. A falta de representatividade se expande para as próprias narrativas. A falta de personagens significativos que não se encaixem no padrão homem-branco-heterossexual é gritante. Igualmente péssimo são os esteriótipos perpetuados da imagem feminina.
Notando esse problemas e incomodadas com isso, a professora e blogueira, Lady Sybylla, e a escritora Aline Valek tiveram a ideia de montar uma coletânea de contos de ficção cientifica feminista, intitulada Universo Desconstruído. “Queremos com isso quebrar dois estigmas extremamente negativos: que mulheres não sabem escrever ficção cientifica e que feminismo é um movimento que quer destruir o gênero masculino”, elas explicam na introdução do livro.
[caption id="attachment_3692" align="aligncenter" width="700"] Defesa do site universodesconstruido.com[/caption]
Um dos pontos que achei mais interessantes durante a leitura, além de ver representando personagens de vários tipo diferentes, foi como os contos tem em comum a desconstrução de um núcleo familiar tradicional, algo super atual, e como os preconceitos são a maior causa dos problemas que imageticamente teremos no futuro. A destruição da humanidade não vem de uma ameaça externa e, sim, da dificuldade de enxergar o outro como um semelhante mesmo sendo diferente.
[caption id="attachment_3694" align="aligncenter" width="700"] Capa da versão impressa do livro “Universo Desconstruído”[/caption]
A primeira edição saiu em 2013 e está disponível no site do projeto, onde você pode fazer o download gratuito em formatos para Kobo, Kindle e PDF. Também é possível comprar a versão física do livro, pra quem gosta do bom e velho papel.
Como uma fã de quadrinhos e entusiasta de uma maior diversidade na cultura pop em geral, tenho passado os meus dias em busca de material produzido e/ou protagonizado por mulheres. Afinal nada melhor para fazer as editoras se tocaram que queremos um conteúdo que dialogue conosco do que comprar, ler e divulgar o trabalho das minas.
Posso dizer ouve um avanço significativo nesse quesito, principalmente nas grandes editoras como Marvel e DC. Sem contar trabalhos independentes maravilhosos que proliferam pela internet. Fico enlouquecida sempre que vou na banca ou quando dou uma olhada em listas como Kickass Woman In Superhero Comics que tem no Goodreads (ótimas sugestões do que começar a ler AGORA). Porém, o caminho ainda é muito longo para termos enfim uma representatividade justa.
Numa dessas buscas encontrei Izombie, da editora Vertigo. Já havia escutado falar dessa hq antes, mas nunca tinha parado para procurar até ela aparecer na minha frente enquanto eu procurava pelo terceiro volume da edição brasileira de Capitã Marvel.
Izombie – Morri para o Mundo nos introduz a vida (ou morte) de Gwen Dylan, uma garota com um trabalho e amigos fora do comum. Gwen é um zumbi que trabalha como coveira em um cemitério, abrindo covas durante o dia para os sepultamentos e a noite para fazer um lanchinho. Sua melhor amiga, Ellie, é um fantasma distraido. Outro amigo que sempre anda com as duas é Scott, que nas noites de lua cheia se transforma em um inusitado “terriermen”.
Apesar dessas particularidades, os três conseguem levar uma rotina razoavelmente dentro do normal até que três problemas surgem ao mesmo tempo. As vampiras da cidade começam a causar problema, o que atrai a atenção indesejada de caçadores de criaturas sobrenaturais. Enquanto isso, a última refeição de Gwen lhe trouxe um caso de assassinato para ser resolvido.
O roteirista Chris Roberson e o artista Michael Allred se juntaram para produzir a história, lançada originalmente nos EUA em 2010. A edição ficou por conta Shelly Bond, editora executiva que vem sido reconhecida por levar a Vertigo à uma nova era.
A HQ só chegou aqui no Brasil no último mês de fevereiro em um encadernado da Panini Comics que reúne as edições 1 a 5. O lançamento do segundo volume, Izombie – VcVampiro, está previsto ainda para esse mês.
Aliás, estreou há poucos meses a primeira temporada da série iZombie, baseada no quadrinho. Vejam o trailer abaixo:
Universo Desconstruído. “Queremos com isso quebrar dois estigmas extremamente negativos: que mulheres não sabem escrever ficção cientifica e que feminismo é um movimento que quer destruir o gênero masculino”, elas explicam na introdução do livro.
Um dos pontos que achei mais interessantes durante a leitura, além de ver representando personagens de vários tipo diferentes, foi como os contos tem em comum a desconstrução de um núcleo familiar tradicional, algo super atual, e como os preconceitos são a maior causa dos problemas que imageticamente teremos no futuro. A destruição da humanidade não vem de uma ameaça externa e, sim, da dificuldade de enxergar o outro como um semelhante mesmo sendo diferente.
A primeira edição saiu em 2013 e está disponível no site do projeto, onde você pode fazer o download gratuito em formatos para Kobo, Kindle e PDF. Também é possível comprar a versão física do livro, pra quem gosta do bom e velho papel.