Hoje a playlist é delícia, é sensual. É um apanhado de músicas que abrem-alas para o fim de semana, sexy sem ser vulgar. Pra dar aquela reboladinha discreta na cadeira do escritório.
As músicas trazem uma sensualidade de boas, esse clima de sonho, de torpor, de um ambiente distante na mente, esfumaçado. Pra ouvir hoje durante o trabalho… ou mesmo pra dar o clima lá em casa, se é que me entendem (;
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Colagem digital e fotografia por Bruna Bento.
Hoje a playlist é delícia, é sensual. É um apanhado de músicas que abrem-alas para o fim de semana, sexy sem ser vulgar. Pra dar aquela reboladinha discreta na cadeira do escritório.
As músicas trazem uma sensualidade de boas, esse clima de sonho, de torpor, de um ambiente distante na mente, esfumaçado. Pra ouvir hoje durante o trabalho… ou mesmo pra dar o clima lá em casa, se é que me entendem (;
Hoje a playlist é delícia, é sensual. É um apanhado de músicas que abrem-alas para o fim de semana, sexy sem ser vulgar. Pra dar aquela reboladinha discreta na cadeira do escritório.
As músicas trazem uma sensualidade de boas, esse clima de sonho, de torpor, de um ambiente distante na mente, esfumaçado. Pra ouvir hoje durante o trabalho… ou mesmo pra dar o clima lá em casa, se é que me entendem (;
Uma carioca que mareja meus “zóio” e me desafia com tamanha poesia e verdade em todos os projetos que se envolve. A empatia que ela cria em suas frases simples e imponentes sobre o dia-a-dia urbano traz para perto a sutileza e intensidade que acaba esvaindo pelo ralo de nossas mentes e corações.
E mesmo sendo carioca, Juçara Marçal morou sua vida toda em São Paulo. Com isso, ela não nos vende em suas músicas apenas o amor e a vida perfeita que a música carioca costuma ter, ela nos faz engolir a verdade dos brasileiros e paulistas que ainda enfrentam dificuldades e desafios básicos como o infinito desejo a casa própria, transporte entre outros.
Fincou raízes na música desde os anos 90 com um grupo vocal feminino chamado Vésper, caminhou entre discos como Flor D’Elis (1998) e 180 anos de samba cantando Adoniran e Noel (2002) e Ser tão paulista (2004) e show dedicados à mulher.
A conheci a partir da banda de jazz Metá Metá – que acaba de lançar um novo disco – em um show de dia de semana no zé presidente. Hoje com carreira solo me abraça com sua canções.
Antes de mais nada, devo citar a música Trovoa de Metá Metá.
Ouça abaixo o álbum ‘Encarnado’ (que, infelizmente, teve a capa do disco barrada pelo iTunes por ter mamilos à mostra):