Bunny Michael é uma artista não-binária incrível que tem um projeto maravilhoso em seu Instagram chamado Me and My Higher Self.
Os posts, cheios de sabedoria, mostram como que um diálogo entre os dois lados de Bunny: seu “eu real” e seu “eu superior”, que discorrem sobre depressão, ansiedade, amor ao corpo e auto-confiança. Sua maneira de pensar é muito perspicaz e sincera, sendo completamente relacionável à maioria de nós.
Dá vontade de ter um livrinho de bolso com seus posts para acessar rapidamente quando bate aquele aperto no peito. “Me and My Higher Self” é o resultado de uma autoanálise de Bunny Michael, mas também acaba tendo a potência de se transformar em um apoio para quem segue suas postagens.
A genialidade do projeto é também pelo fato de que às vezes é muito difícil colocar nossas ansiedades em palavras. E Bunny consegue trazer pensamentos que passam pela cabeça de muitas e nós, coisas que não conseguimos articular, “por pra fora”. Então ler isso em algum lugar coisas que antes estavam apenas na cabeça pode evidenciar as problemáticas e a importância de combater essas questões.
Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.
Bunny Michael é uma artista não-binária incrível que tem um projeto maravilhoso em seu Instagram chamado Me and My Higher Self.
Os posts, cheios de sabedoria, mostram como que um diálogo entre os dois lados de Bunny: seu “eu real” e seu “eu superior”, que discorrem sobre depressão, ansiedade, amor ao corpo e auto-confiança. Sua maneira de pensar é muito perspicaz e sincera, sendo completamente relacionável à maioria de nós.
Dá vontade de ter um livrinho de bolso com seus posts para acessar rapidamente quando bate aquele aperto no peito. “Me and My Higher Self” é o resultado de uma autoanálise de Bunny Michael, mas também acaba tendo a potência de se transformar em um apoio para quem segue suas postagens.
A genialidade do projeto é também pelo fato de que às vezes é muito difícil colocar nossas ansiedades em palavras. E Bunny consegue trazer pensamentos que passam pela cabeça de muitas e nós, coisas que não conseguimos articular, “por pra fora”. Então ler isso em algum lugar coisas que antes estavam apenas na cabeça pode evidenciar as problemáticas e a importância de combater essas questões.
Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.
Bunny Michael é uma artista não-binária incrível que tem um projeto maravilhoso em seu Instagram chamado Me and My Higher Self.
Os posts, cheios de sabedoria, mostram como que um diálogo entre os dois lados de Bunny: seu “eu real” e seu “eu superior”, que discorrem sobre depressão, ansiedade, amor ao corpo e auto-confiança. Sua maneira de pensar é muito perspicaz e sincera, sendo completamente relacionável à maioria de nós.
Dá vontade de ter um livrinho de bolso com seus posts para acessar rapidamente quando bate aquele aperto no peito. “Me and My Higher Self” é o resultado de uma autoanálise de Bunny Michael, mas também acaba tendo a potência de se transformar em um apoio para quem segue suas postagens.
A genialidade do projeto é também pelo fato de que às vezes é muito difícil colocar nossas ansiedades em palavras. E Bunny consegue trazer pensamentos que passam pela cabeça de muitas e nós, coisas que não conseguimos articular, “por pra fora”. Então ler isso em algum lugar coisas que antes estavam apenas na cabeça pode evidenciar as problemáticas e a importância de combater essas questões.
Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.
Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.
Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.
Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
Dá vontade de ter um livrinho de bolso com seus posts para acessar rapidamente quando bate aquele aperto no peito. “Me and My Higher Self” é o resultado de uma autoanálise de Bunny Michael, mas também acaba tendo a potência de se transformar em um apoio para quem segue suas postagens.
A genialidade do projeto é também pelo fato de que às vezes é muito difícil colocar nossas ansiedades em palavras. E Bunny consegue trazer pensamentos que passam pela cabeça de muitas e nós, coisas que não conseguimos articular, “por pra fora”. Então ler isso em algum lugar coisas que antes estavam apenas na cabeça pode evidenciar as problemáticas e a importância de combater essas questões.
Quando estamos submersas em pensamentos negativos e depreciativos, precisamos exercitar nosso “eu superior” para tentar enxergar saídas e outras perspectivas. Ter essa outra fonte que coloca contrapontos na negatividade pode ajudar muito a racionalizar nossas próprias questões, ao mesmo tempo que é altamente reconfortante.