Zaha Hadid, a arquiteta mulher mais famosa do mundo de 65 anos estava sendo tratada de bronquite em um hospital em Miami (EUA) e nos deixou nesta quinta-feira de um ataque cardíaco. : (
Ficou conhecida internacionalmente por seus projetos ousados, grande parte deles, conceituais e identificados com a corrente desconstrutivista. Uma tendência da arquitetura pós-moderna que quebra as regras da arquitetura moderna, caracterizando-se pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear.
Nascida em Bagdá, ela estudou matemática na Universidade de Beirute antes de começar a carreira na Associação Arquitetônica de Londres. Em 1979 Hadid abriu seu próprio escritório, o Zaha Hadid Architects.
Hadid se considerava uma “forasteira” por ser mulher, de origem estrangeira e de espírito inovador. No Brasil, a arquiteta criou em 2008 uma sandália plástica para a grife Melissa, quem lembra?
Em 2004, ela se tornou a primeira mulher a vencer o Prêmio Pritzker, considerado o “Nobel da arquitetura”. Foi também a primeira mulher a receber, em fevereiro, a Medalha de Ouro do Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em reconhecimento por sua obra, chupa!
Hoje em dia vemos o tempo todo mais arquitetas estabelecidas. Mas isto não significa que seja fácil. Às vezes os desafios são imensos. Houve uma mudança tremenda nos últimos anos e vamos continuar com este progresso
Uma mulher poderosa e pioneira que lutou muito para ter espaço em seu campo de atuação e sempre que teve a oportunidade , apontou a importância do papel feminino na sociedade – em especial no mundo da arquitetura e dos negócios, nos quais continuava enfrentando preconceitos.
Sim, sou feminista porque acho todas as mulheres inteligentes, talentosas e duras. Acredito na habilidade feminina; e no poder e na independência femininas. Antes eu não gostava que me chamassem de arquiteta mulher. O importante é que sou arquiteta, o fato de ser mulher é uma informação secundária. Mas talvez isso tenha ajudado outras mulheres, inspirando-as a escolher uma profissão e fazer algo a respeito, especialmente em um campo considerado não apto para mulheres.
Zaha Hadid, a arquiteta mulher mais famosa do mundo de 65 anos estava sendo tratada de bronquite em um hospital em Miami (EUA) e nos deixou nesta quinta-feira de um ataque cardíaco. : (
Ficou conhecida internacionalmente por seus projetos ousados, grande parte deles, conceituais e identificados com a corrente desconstrutivista. Uma tendência da arquitetura pós-moderna que quebra as regras da arquitetura moderna, caracterizando-se pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear.
Nascida em Bagdá, ela estudou matemática na Universidade de Beirute antes de começar a carreira na Associação Arquitetônica de Londres. Em 1979 Hadid abriu seu próprio escritório, o Zaha Hadid Architects.
Hadid se considerava uma “forasteira” por ser mulher, de origem estrangeira e de espírito inovador. No Brasil, a arquiteta criou em 2008 uma sandália plástica para a grife Melissa, quem lembra?
Em 2004, ela se tornou a primeira mulher a vencer o Prêmio Pritzker, considerado o “Nobel da arquitetura”. Foi também a primeira mulher a receber, em fevereiro, a Medalha de Ouro do Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em reconhecimento por sua obra, chupa!
Hoje em dia vemos o tempo todo mais arquitetas estabelecidas. Mas isto não significa que seja fácil. Às vezes os desafios são imensos. Houve uma mudança tremenda nos últimos anos e vamos continuar com este progresso
Uma mulher poderosa e pioneira que lutou muito para ter espaço em seu campo de atuação e sempre que teve a oportunidade , apontou a importância do papel feminino na sociedade – em especial no mundo da arquitetura e dos negócios, nos quais continuava enfrentando preconceitos.
Sim, sou feminista porque acho todas as mulheres inteligentes, talentosas e duras. Acredito na habilidade feminina; e no poder e na independência femininas. Antes eu não gostava que me chamassem de arquiteta mulher. O importante é que sou arquiteta, o fato de ser mulher é uma informação secundária. Mas talvez isso tenha ajudado outras mulheres, inspirando-as a escolher uma profissão e fazer algo a respeito, especialmente em um campo considerado não apto para mulheres.
Zaha Hadid, a arquiteta mulher mais famosa do mundo de 65 anos estava sendo tratada de bronquite em um hospital em Miami (EUA) e nos deixou nesta quinta-feira de um ataque cardíaco. : (
Ficou conhecida internacionalmente por seus projetos ousados, grande parte deles, conceituais e identificados com a corrente desconstrutivista. Uma tendência da arquitetura pós-moderna que quebra as regras da arquitetura moderna, caracterizando-se pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear.
[caption id="attachment_10214" align="alignnone" width="700"] Design de interior[/caption]
Nascida em Bagdá, ela estudou matemática na Universidade de Beirute antes de começar a carreira na Associação Arquitetônica de Londres. Em 1979 Hadid abriu seu próprio escritório, o Zaha Hadid Architects.
[caption id="attachment_10223" align="alignnone" width="700"] fábrica Beko, no centro de Belgrado, Sérvia[/caption]
Hadid se considerava uma “forasteira” por ser mulher, de origem estrangeira e de espírito inovador. No Brasil, a arquiteta criou em 2008 uma sandália plástica para a grife Melissa, quem lembra?
Em 2004, ela se tornou a primeira mulher a vencer o Prêmio Pritzker, considerado o “Nobel da arquitetura”. Foi também a primeira mulher a receber, em fevereiro, a Medalha de Ouro do Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em reconhecimento por sua obra, chupa!
[caption id="attachment_10215" align="alignnone" width="700"] Centro Aquático de Londres[/caption]
Hoje em dia vemos o tempo todo mais arquitetas estabelecidas. Mas isto não significa que seja fácil. Às vezes os desafios são imensos. Houve uma mudança tremenda nos últimos anos e vamos continuar com este progresso
Uma mulher poderosa e pioneira que lutou muito para ter espaço em seu campo de atuação e sempre que teve a oportunidade , apontou a importância do papel feminino na sociedade – em especial no mundo da arquitetura e dos negócios, nos quais continuava enfrentando preconceitos.
[caption id="attachment_10219" align="alignnone" width="700"] Centro Heydar Aliyev, em Baku, no Azerbaijão.[/caption]
Sim, sou feminista porque acho todas as mulheres inteligentes, talentosas e duras. Acredito na habilidade feminina; e no poder e na independência femininas. Antes eu não gostava que me chamassem de arquiteta mulher. O importante é que sou arquiteta, o fato de ser mulher é uma informação secundária. Mas talvez isso tenha ajudado outras mulheres, inspirando-as a escolher uma profissão e fazer algo a respeito, especialmente em um campo considerado não apto para mulheres.
Viajar para o Japão é uma coisa que toda a garota que cresceu assistindo Sailor Moon na TV Manchete, colecionando revistas “Herói”, desenhando Cavaleiros do Zodíaco e jogando vídeo-game sonha. Eu, obviamente, me encaixo no perfil que acabei de descrever.
Eu fui com minha irmã que já tinha ido uma vez para lá. Isso facilitou muito a parte prática da viagem. Ah, e ao contrário do que alguém pode imaginar, mesmo sem saber japonês, todos conseguem se virar se tiverem um nível intermediário de inglês. Tudo que é turístico é bilíngüe e mesmo quando os japoneses não sabem falar inglês, fazem o máximo que podem para te ajudar. Arigato!
Além da arte e da animação japonesa, várias outras coisas do Japão sempre me interessaram e me inspiram até hoje, motivando minha viagem pro outro lado do mundo:
Enfim muita coisa boa. Tudo isso em uma país lindo, limpo, organizado e cercado de pessoas gentis.Tóquio está entre as cidades mais caras do mundo, mas acredite: sim, é possível! Com certeza será inesquecível. Arigato!
Onde fiquei: Asakusa Ryokan Tokaysou Quanto tempo: 20 dias Com quem: minha irmã mais velha igualmente nerd. Quanto gastei: aprox R$ 6mil (sem comprinhas) *catchim* Conclusão: Japão, aishiteru.
O amor foi tão profundo, que lancei um zine apenas com as fotos analógicas tiradas por lá, chamado ✿ TA DA IMA ✿ (Editora Bote) que é o que os japoneses falam quando chegam em suas residências. E foi isso que senti em Tokyo, um lugar do outro lado do mundo que finalmente me fez sentir em casa.
Zaha Hadid, a arquiteta mulher mais famosa do mundo de 65 anos estava sendo tratada de bronquite em um hospital em Miami (EUA) e nos deixou nesta quinta-feira de um ataque cardíaco. : (
Ficou conhecida internacionalmente por seus projetos ousados, grande parte deles, conceituais e identificados com a corrente desconstrutivista. Uma tendência da arquitetura pós-moderna que quebra as regras da arquitetura moderna, caracterizando-se pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear.
Nascida em Bagdá, ela estudou matemática na Universidade de Beirute antes de começar a carreira na Associação Arquitetônica de Londres. Em 1979 Hadid abriu seu próprio escritório, o Zaha Hadid Architects.
Hadid se considerava uma “forasteira” por ser mulher, de origem estrangeira e de espírito inovador. No Brasil, a arquiteta criou em 2008 uma sandália plástica para a grife Melissa, quem lembra?
Em 2004, ela se tornou a primeira mulher a vencer o Prêmio Pritzker, considerado o “Nobel da arquitetura”. Foi também a primeira mulher a receber, em fevereiro, a Medalha de Ouro do Instituto Real de Arquitetos Britânicos, em reconhecimento por sua obra, chupa!
Hoje em dia vemos o tempo todo mais arquitetas estabelecidas. Mas isto não significa que seja fácil. Às vezes os desafios são imensos. Houve uma mudança tremenda nos últimos anos e vamos continuar com este progresso
Uma mulher poderosa e pioneira que lutou muito para ter espaço em seu campo de atuação e sempre que teve a oportunidade , apontou a importância do papel feminino na sociedade – em especial no mundo da arquitetura e dos negócios, nos quais continuava enfrentando preconceitos.
Sim, sou feminista porque acho todas as mulheres inteligentes, talentosas e duras. Acredito na habilidade feminina; e no poder e na independência femininas. Antes eu não gostava que me chamassem de arquiteta mulher. O importante é que sou arquiteta, o fato de ser mulher é uma informação secundária. Mas talvez isso tenha ajudado outras mulheres, inspirando-as a escolher uma profissão e fazer algo a respeito, especialmente em um campo considerado não apto para mulheres.