Dois mil e dezesseis mal começou e já se marcou como o ano da despedida de David Bowie. Uma despedida cuidadosamente planejada por ele, como seu ato final, como sua última performance artística. A notícia da sua morte colocou em evidência as intenções do seu novo álbum, “Blackstar“, que havia sido lançado há apenas 2 dias antes, no dia do seu aniversário.
A notícia impactou a todos, são só os fãs mas também aqueles que eram meros conhecedores da sua personalidade. Porque não há como negar a importância de David Bowie para a música, para a arte, para a moda, para as definições de gênero e performance nos palcos.
Com isso, tivemos muitas homenagens, ganhando até uma constelação formada por sete estrelas próximas a Marte, que desenham o famoso raio de Aladdin Sane.
Hoje foi dia para mais uma delas. A artista Amanda Palmer se uniu ao músico Jherek Bischoff para fazerem juntos um EP em homenagem a Bowie, chamado Strung Out in Heaven. O EP teve contribuições de Anna Calvi (que cantou e tocou guitarra na primeira faixa, “Blackstar”), o escritor e diretor John Cameron Mitchell (que cantou em “Heroes”), e o marido de Palmer, o autor Neil Gaiman (que participou narrando “Space Oddity”). Escute abaixo “Blackstar” ou clique aqui para ouvir completo, no Pitchfork. O álbum completo será lançado dia 5.
Eu comecei a ouvir e não pude conter as lágrimas. Dá pra sentir toda a emoção dessa homenagem. Ouvir essa seleção de músicas belíssimas do legado de Bowie tão cuidadosamente interpretada é realmente de arrepiar. Eu cheguei a soluçar em “Heroes”, confesso.
A Amanda Palmer escreveu o que a levou a gravar esse EP e é super bonito. Ela diz que estava com um bloqueio criativo com essa coisa de ser mãe de primeira viagem, mas que a ideia de homenagear David Bowie – que a princípio surgiu como uma brincadeira quando estava ao telefone com Bischoff – a tirou desse lugar, fazendo todo um movimento para fazer acontecer essa obra mágica que abraça todos os fãs do Starman.
Vale dizer que o EP foi financiado por apoiadores da Amanda Palmer no Patreon. Ele está sendo vendido por apenas US$ 1 no Bandcamp. Parte do dinheiro vai para a publisher de Bowie, enquanto o restantes do primeiro mês de vendas será doado para ajudar na pesquisa sobre o cancro do Centro Médico Tufts, em memória de Bowie.
Dois mil e dezesseis mal começou e já se marcou como o ano da despedida de David Bowie. Uma despedida cuidadosamente planejada por ele, como seu ato final, como sua última performance artística. A notícia da sua morte colocou em evidência as intenções do seu novo álbum, “Blackstar“, que havia sido lançado há apenas 2 dias antes, no dia do seu aniversário.
A notícia impactou a todos, são só os fãs mas também aqueles que eram meros conhecedores da sua personalidade. Porque não há como negar a importância de David Bowie para a música, para a arte, para a moda, para as definições de gênero e performance nos palcos.
Com isso, tivemos muitas homenagens, ganhando até uma constelação formada por sete estrelas próximas a Marte, que desenham o famoso raio de Aladdin Sane.
Hoje foi dia para mais uma delas. A artista Amanda Palmer se uniu ao músico Jherek Bischoff para fazerem juntos um EP em homenagem a Bowie, chamado Strung Out in Heaven. O EP teve contribuições de Anna Calvi (que cantou e tocou guitarra na primeira faixa, “Blackstar”), o escritor e diretor John Cameron Mitchell (que cantou em “Heroes”), e o marido de Palmer, o autor Neil Gaiman (que participou narrando “Space Oddity”). Escute abaixo “Blackstar” ou clique aqui para ouvir completo, no Pitchfork. O álbum completo será lançado dia 5.
Eu comecei a ouvir e não pude conter as lágrimas. Dá pra sentir toda a emoção dessa homenagem. Ouvir essa seleção de músicas belíssimas do legado de Bowie tão cuidadosamente interpretada é realmente de arrepiar. Eu cheguei a soluçar em “Heroes”, confesso.
A Amanda Palmer escreveu o que a levou a gravar esse EP e é super bonito. Ela diz que estava com um bloqueio criativo com essa coisa de ser mãe de primeira viagem, mas que a ideia de homenagear David Bowie – que a princípio surgiu como uma brincadeira quando estava ao telefone com Bischoff – a tirou desse lugar, fazendo todo um movimento para fazer acontecer essa obra mágica que abraça todos os fãs do Starman.
Vale dizer que o EP foi financiado por apoiadores da Amanda Palmer no Patreon. Ele está sendo vendido por apenas US$ 1 no Bandcamp. Parte do dinheiro vai para a publisher de Bowie, enquanto o restantes do primeiro mês de vendas será doado para ajudar na pesquisa sobre o cancro do Centro Médico Tufts, em memória de Bowie.
Dois mil e dezesseis mal começou e já se marcou como o ano da despedida de David Bowie. Uma despedida cuidadosamente planejada por ele, como seu ato final, como sua última performance artística. A notícia da sua morte colocou em evidência as intenções do seu novo álbum, “Blackstar“, que havia sido lançado há apenas 2 dias antes, no dia do seu aniversário.
A notícia impactou a todos, são só os fãs mas também aqueles que eram meros conhecedores da sua personalidade. Porque não há como negar a importância de David Bowie para a música, para a arte, para a moda, para as definições de gênero e performance nos palcos.
Com isso, tivemos muitas homenagens, ganhando até uma constelação formada por sete estrelas próximas a Marte, que desenham o famoso raio de Aladdin Sane.
Hoje foi dia para mais uma delas. A artista Amanda Palmer se uniu ao músico Jherek Bischoff para fazerem juntos um EP em homenagem a Bowie, chamado Strung Out in Heaven. O EP teve contribuições de Anna Calvi (que cantou e tocou guitarra na primeira faixa, “Blackstar”), o escritor e diretor John Cameron Mitchell (que cantou em “Heroes”), e o marido de Palmer, o autor Neil Gaiman (que participou narrando “Space Oddity”). Escute abaixo “Blackstar” ou clique aqui para ouvir completo, no Pitchfork. O álbum completo será lançado dia 5.
Eu comecei a ouvir e não pude conter as lágrimas. Dá pra sentir toda a emoção dessa homenagem. Ouvir essa seleção de músicas belíssimas do legado de Bowie tão cuidadosamente interpretada é realmente de arrepiar. Eu cheguei a soluçar em “Heroes”, confesso.
A Amanda Palmer escreveu o que a levou a gravar esse EP e é super bonito. Ela diz que estava com um bloqueio criativo com essa coisa de ser mãe de primeira viagem, mas que a ideia de homenagear David Bowie – que a princípio surgiu como uma brincadeira quando estava ao telefone com Bischoff – a tirou desse lugar, fazendo todo um movimento para fazer acontecer essa obra mágica que abraça todos os fãs do Starman.
Vale dizer que o EP foi financiado por apoiadores da Amanda Palmer no Patreon. Ele está sendo vendido por apenas US$ 1 no Bandcamp. Parte do dinheiro vai para a publisher de Bowie, enquanto o restantes do primeiro mês de vendas será doado para ajudar na pesquisa sobre o cancro do Centro Médico Tufts, em memória de Bowie.
Angelica Sweeting é mãe de duas meninas. Quando ela estava fazendo compras, ela percebeu que não haviam opções de bonecas que se pareciam com suas filhas.
Com apenas três anos de idade, sua filha mais velha, Sophia, já estava tendo problemas com sua auto-imagem. Ela queria ter cabelos loiros e lisos, pele clara e rosto fino – como a Barbie.
Angelica então sentou com seu marido para pensarem em uma solução, já que no mercado não haviam bonecas que pudessem de fato trazer representação para as meninas negras (já que, de fato, não adiantava simplesmente dar uma Barbie negra magra e alisada para elas).
Então decidiram criar uma boneca, do zero. Uma que tivesse as feições do rosto como as de suas filhas: rosto arredondado, maçãs expressivas, nariz mais largo e boca carnuda. Além disso, a cor da pele é negra e o cabelo crespo. O cabelo, aliás, é a coisa mais incrível da boneca. Ele funciona como um cabelo de verdade: você pode lavar, passar cremes, enrolar, fazer penteados…
O design é da própria mãe e o projeto está atualmente no Kickstarter, afim de conseguir o dinheiro inicial para sua produção. Futuramente, Angelica Sweeting pretende produzir outras versões da sua Angelica Doll, representando carreiras na engenharia, programação, jornalismo, relações públicas e claro: como empreendedora. Acho que o slogan “tudo o que você quer ser” ganhou uma nova dona, Barbie.
A notícia impactou a todos, são só os fãs mas também aqueles que eram meros conhecedores da sua personalidade. Porque não há como negar a importância de David Bowie para a música, para a arte, para a moda, para as definições de gênero e performance nos palcos.
Com isso, tivemos muitas homenagens, ganhando até uma constelação formada por sete estrelas próximas a Marte, que desenham o famoso raio de Aladdin Sane.
Hoje foi dia para mais uma delas. A artista Amanda Palmer se uniu ao músico Jherek Bischoff para fazerem juntos um EP em homenagem a Bowie, chamado Strung Out in Heaven. O EP teve contribuições de Anna Calvi (que cantou e tocou guitarra na primeira faixa, “Blackstar”), o escritor e diretor John Cameron Mitchell (que cantou em “Heroes”), e o marido de Palmer, o autor Neil Gaiman (que participou narrando “Space Oddity”). Escute abaixo “Blackstar” ou clique aqui para ouvir completo, no Pitchfork. O álbum completo será lançado dia 5.
Eu comecei a ouvir e não pude conter as lágrimas. Dá pra sentir toda a emoção dessa homenagem. Ouvir essa seleção de músicas belíssimas do legado de Bowie tão cuidadosamente interpretada é realmente de arrepiar. Eu cheguei a soluçar em “Heroes”, confesso.
A Amanda Palmer escreveu o que a levou a gravar esse EP e é super bonito. Ela diz que estava com um bloqueio criativo com essa coisa de ser mãe de primeira viagem, mas que a ideia de homenagear David Bowie – que a princípio surgiu como uma brincadeira quando estava ao telefone com Bischoff – a tirou desse lugar, fazendo todo um movimento para fazer acontecer essa obra mágica que abraça todos os fãs do Starman.
Vale dizer que o EP foi financiado por apoiadores da Amanda Palmer no Patreon. Ele está sendo vendido por apenas US$ 1 no Bandcamp. Parte do dinheiro vai para a publisher de Bowie, enquanto o restantes do primeiro mês de vendas será doado para ajudar na pesquisa sobre o cancro do Centro Médico Tufts, em memória de Bowie.