Quatro anos após serem presas por cantarem, em uma catedral de Moscou, versos pedindo que a Virgem acabasse com Putin, as artistas e ativistas russas do grupo de punk rock Pussy Riot lançaram nesta quarta-feira (3) o clipe de “Chaika”, que você pode assistir acima ou clicando aqui.
“O clipe é inspirado na maior história política da Rússia – as recém-descobertas conexões criminosas sangrentas e a inacreditável corrupção do alto funcionário da aplicação da lei da Rússia – o Procurador Geral Yuri Chaika“, diz a nota oficial do grupo. Chaika, um dos políticos do mais alto escalão da hierarquia do país, é acusado de enriquecimento ilícito, mas é protegido pelo presidente Vladimir Putin, que tenta ofuscar a situação.
Com esse vídeo, as Pussy Riots exigem uma investigação imediata de Chaika e sua família, e de todos os altos funcionários em seu escritório.
No clipe, dirigido por Andrey Fenøčka e pela Nadya Tolokonnikova, elas vestem uniforme militar e torturam prisioneiros enquanto fazem coreografias. Os cenários são uma prisão e um salão usado para banquetes na extinta União Soviética. A música foi produzida por David Sitek, da banda TV on the Radio.
Quatro anos após serem presas por cantarem, em uma catedral de Moscou, versos pedindo que a Virgem acabasse com Putin, as artistas e ativistas russas do grupo de punk rock Pussy Riot lançaram nesta quarta-feira (3) o clipe de “Chaika”, que você pode assistir acima ou clicando aqui.
“O clipe é inspirado na maior história política da Rússia – as recém-descobertas conexões criminosas sangrentas e a inacreditável corrupção do alto funcionário da aplicação da lei da Rússia – o Procurador Geral Yuri Chaika“, diz a nota oficial do grupo. Chaika, um dos políticos do mais alto escalão da hierarquia do país, é acusado de enriquecimento ilícito, mas é protegido pelo presidente Vladimir Putin, que tenta ofuscar a situação.
Com esse vídeo, as Pussy Riots exigem uma investigação imediata de Chaika e sua família, e de todos os altos funcionários em seu escritório.
No clipe, dirigido por Andrey Fenøčka e pela Nadya Tolokonnikova, elas vestem uniforme militar e torturam prisioneiros enquanto fazem coreografias. Os cenários são uma prisão e um salão usado para banquetes na extinta União Soviética. A música foi produzida por David Sitek, da banda TV on the Radio.
Quatro anos após serem presas por cantarem, em uma catedral de Moscou, versos pedindo que a Virgem acabasse com Putin, as artistas e ativistas russas do grupo de punk rock Pussy Riot lançaram nesta quarta-feira (3) o clipe de “Chaika”, que você pode assistir acima ou clicando aqui.
“O clipe é inspirado na maior história política da Rússia – as recém-descobertas conexões criminosas sangrentas e a inacreditável corrupção do alto funcionário da aplicação da lei da Rússia – o Procurador Geral Yuri Chaika“, diz a nota oficial do grupo. Chaika, um dos políticos do mais alto escalão da hierarquia do país, é acusado de enriquecimento ilícito, mas é protegido pelo presidente Vladimir Putin, que tenta ofuscar a situação.
Com esse vídeo, as Pussy Riots exigem uma investigação imediata de Chaika e sua família, e de todos os altos funcionários em seu escritório.
No clipe, dirigido por Andrey Fenøčka e pela Nadya Tolokonnikova, elas vestem uniforme militar e torturam prisioneiros enquanto fazem coreografias. Os cenários são uma prisão e um salão usado para banquetes na extinta União Soviética. A música foi produzida por David Sitek, da banda TV on the Radio.
Berta Pfirsich, de 29 anos, vive e trabalha em Barcelona, o que eu já considero um privilégio para qualquer ser humano poder passar os dias naquele lugar. Ela estudou fotografia na IDEP (School of image and Design) e moda no Instituto Europeo di Design, ambas em Barcelona mesmo.
Suas fotos geralmente são para revistas como Vogue Spain, NEON & Nido Magazine, Vice Magazine, i-D, Tentaciones, Nylon… e ela também fotografa para catálogos das marcas MONKI, Bimba y Lola, Happy Socks, e outras várias.
Eu já comprei um biquíni por causa de uma fotografia da Berta (mas não era para catálogo, no caso, e sim de seu diário pessoal que ela publica no Tumblr).
Uma publicação compartilhada por Berta (@bertapfirsich) em
Dá para perceber que a luz é a coisa mais importante nas fotos da Berta. E ela só trabalha com analógico. Em uma entrevista à revista Frankie, ela disse que não curte editar fotos e não se dá bem com Photoshop, então ela prefere fazer as coisas da forma mais natural possível. Sua câmera favorita é a Contax T2.
Pussy Riot lançaram nesta quarta-feira (3) o clipe de “Chaika”, que você pode assistir acima ou clicando aqui.
“O clipe é inspirado na maior história política da Rússia – as recém-descobertas conexões criminosas sangrentas e a inacreditável corrupção do alto funcionário da aplicação da lei da Rússia – o Procurador Geral Yuri Chaika“, diz a nota oficial do grupo. Chaika, um dos políticos do mais alto escalão da hierarquia do país, é acusado de enriquecimento ilícito, mas é protegido pelo presidente Vladimir Putin, que tenta ofuscar a situação.
Com esse vídeo, as Pussy Riots exigem uma investigação imediata de Chaika e sua família, e de todos os altos funcionários em seu escritório.
No clipe, dirigido por Andrey Fenøčka e pela Nadya Tolokonnikova, elas vestem uniforme militar e torturam prisioneiros enquanto fazem coreografias. Os cenários são uma prisão e um salão usado para banquetes na extinta União Soviética. A música foi produzida por David Sitek, da banda TV on the Radio.
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Pussy Riot lançaram nesta quarta-feira (3) o clipe de “Chaika”, que você pode assistir acima ou clicando aqui.
“O clipe é inspirado na maior história política da Rússia – as recém-descobertas conexões criminosas sangrentas e a inacreditável corrupção do alto funcionário da aplicação da lei da Rússia – o Procurador Geral Yuri Chaika“, diz a nota oficial do grupo. Chaika, um dos políticos do mais alto escalão da hierarquia do país, é acusado de enriquecimento ilícito, mas é protegido pelo presidente Vladimir Putin, que tenta ofuscar a situação.
Com esse vídeo, as Pussy Riots exigem uma investigação imediata de Chaika e sua família, e de todos os altos funcionários em seu escritório.
No clipe, dirigido por Andrey Fenøčka e pela Nadya Tolokonnikova, elas vestem uniforme militar e torturam prisioneiros enquanto fazem coreografias. Os cenários são uma prisão e um salão usado para banquetes na extinta União Soviética. A música foi produzida por David Sitek, da banda TV on the Radio.