Calma. Nós não vamos ensinar nossas leitoras métodos caseiros ou profissionais de interromper uma gravidez. Mas é a irônica proposta de uma campanha pró-aborto do Chile, que apresenta vídeos tutoriais que supostamente ensinam como abortar “por acidente”, já que é a única justificativa para as mulheres chilenas abortarem (de outro modo, é crime).
A campanha une a ideia do aborto espontâneo (ou seja, um acidente) com a ideia real de um acidente forçado na esperança de interromper a gravidez: Queda de escada, atropelamento e até mesmo um salto alto que se quebra próximo a um hidrante são exemplos que mostram o cúmulo do desespero de muitas mulheres na situação de uma gravidez indesejada.
Em uma entrevista para a agência de notícias EFE, Claudia Dides, diretora da organização MILES Chile, responsável pela campanha, explica que, além das inúmeras vítimas da criminalização do aborto no Chile, ela mesma sofreu com dois abortos clandestinos. Claudia, que viveu esse terror na própria pele, diz: “As mulheres são tratadas como criminosas. Ninguém gosta da ideia de abortar. Nenhuma mulher é feliz com isso. É uma decisão complicada.”
Aqui no Brasil não é diferente. Quantas histórias não ouvimos sobre abortos clandestinos, como o “método da pisada”, em que muitas mulheres se submetem a ter suas barrigas pisoteadas a fim de terem uma hemorragia, um sangramento que a faça abortar – mas que traz conseqüências graves e muitas vezes a morte.
Até quando o Estado (e, claramente, a religião) vão continuar a controlar as escolhas que fazemos sobre nossos corpos?
Calma. Nós não vamos ensinar nossas leitoras métodos caseiros ou profissionais de interromper uma gravidez. Mas é a irônica proposta de uma campanha pró-aborto do Chile, que apresenta vídeos tutoriais que supostamente ensinam como abortar “por acidente”, já que é a única justificativa para as mulheres chilenas abortarem (de outro modo, é crime).
A campanha une a ideia do aborto espontâneo (ou seja, um acidente) com a ideia real de um acidente forçado na esperança de interromper a gravidez: Queda de escada, atropelamento e até mesmo um salto alto que se quebra próximo a um hidrante são exemplos que mostram o cúmulo do desespero de muitas mulheres na situação de uma gravidez indesejada.
Em uma entrevista para a agência de notícias EFE, Claudia Dides, diretora da organização MILES Chile, responsável pela campanha, explica que, além das inúmeras vítimas da criminalização do aborto no Chile, ela mesma sofreu com dois abortos clandestinos. Claudia, que viveu esse terror na própria pele, diz: “As mulheres são tratadas como criminosas. Ninguém gosta da ideia de abortar. Nenhuma mulher é feliz com isso. É uma decisão complicada.”
Aqui no Brasil não é diferente. Quantas histórias não ouvimos sobre abortos clandestinos, como o “método da pisada”, em que muitas mulheres se submetem a ter suas barrigas pisoteadas a fim de terem uma hemorragia, um sangramento que a faça abortar – mas que traz conseqüências graves e muitas vezes a morte.
Até quando o Estado (e, claramente, a religião) vão continuar a controlar as escolhas que fazemos sobre nossos corpos?
Calma. Nós não vamos ensinar nossas leitoras métodos caseiros ou profissionais de interromper uma gravidez. Mas é a irônica proposta de uma campanha pró-aborto do Chile, que apresenta vídeos tutoriais que supostamente ensinam como abortar “por acidente”, já que é a única justificativa para as mulheres chilenas abortarem (de outro modo, é crime).
A campanha une a ideia do aborto espontâneo (ou seja, um acidente) com a ideia real de um acidente forçado na esperança de interromper a gravidez: Queda de escada, atropelamento e até mesmo um salto alto que se quebra próximo a um hidrante são exemplos que mostram o cúmulo do desespero de muitas mulheres na situação de uma gravidez indesejada.
Em uma entrevista para a agência de notícias EFE, Claudia Dides, diretora da organização MILES Chile, responsável pela campanha, explica que, além das inúmeras vítimas da criminalização do aborto no Chile, ela mesma sofreu com dois abortos clandestinos. Claudia, que viveu esse terror na própria pele, diz: “As mulheres são tratadas como criminosas. Ninguém gosta da ideia de abortar. Nenhuma mulher é feliz com isso. É uma decisão complicada.”
Aqui no Brasil não é diferente. Quantas histórias não ouvimos sobre abortos clandestinos, como o “método da pisada”, em que muitas mulheres se submetem a ter suas barrigas pisoteadas a fim de terem uma hemorragia, um sangramento que a faça abortar – mas que traz conseqüências graves e muitas vezes a morte.
Até quando o Estado (e, claramente, a religião) vão continuar a controlar as escolhas que fazemos sobre nossos corpos?
A editora Trip convidou a Ovelha para cobrir o evento Casa TPM deste ano. Ficamos muito honradas e felizes pela lembrança e fomos conferir o que rolou nos dias 29 e 30 de agosto no Nacional Club, zona oeste da cidade de São Paulo.
A edição deste ano da Casa TPM levantou dois temas, um para cada dia de evento. Os debates de sábado giravam em torno de como as mulheres estavam inseridas, representadas ou participando da tecnologia. No domingo, a discussão foi sobre consumo consciente.
Resolvemos apresentar nossas considerações num formato despretensioso, divertido, honesto e fluido, como um bate-papo. Como tem muitas fotos e texto, dividimos em mais duas páginas. Use as setas do teclado (← →) para navegar ou, no smartphone, passe com o dedo.
Em uma entrevista para a agência de notícias EFE, Claudia Dides, diretora da organização MILES Chile, responsável pela campanha, explica que, além das inúmeras vítimas da criminalização do aborto no Chile, ela mesma sofreu com dois abortos clandestinos. Claudia, que viveu esse terror na própria pele, diz: “As mulheres são tratadas como criminosas. Ninguém gosta da ideia de abortar. Nenhuma mulher é feliz com isso. É uma decisão complicada.”
Aqui no Brasil não é diferente. Quantas histórias não ouvimos sobre abortos clandestinos, como o “método da pisada”, em que muitas mulheres se submetem a ter suas barrigas pisoteadas a fim de terem uma hemorragia, um sangramento que a faça abortar – mas que traz conseqüências graves e muitas vezes a morte.
Até quando o Estado (e, claramente, a religião) vão continuar a controlar as escolhas que fazemos sobre nossos corpos?