Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.
Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.
Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.
Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.
Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.
Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.
[caption id="attachment_3066" align="aligncenter" width="805"] A artista Zoë Buckman em seu ateliê. Foto por Jessica Malaflouris.[/caption]
Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
Natalie Foss é uma artista norueguesa que gosta de desenhar garotas coloridas semelhantes às que vivem em Olso, como ela. Suas personagens parecem ter saído de algum filme indie dos anos 2000.
Em uma entrevista para a revista francesa Nowow, a artista disse que as garotas dos seus desenhos pensam em: “Vida, morte, como o mundo é bizarro e como é se sentir parte de um todo” – pensamentos que passam pela maioria das adolescentes.
Nesta entrevista, Natalie ainda mostra ter um gosto musical apurado. A trilha-sonora ideal dos seus desenhos, segundo ela, está entre ‘The Weeping Song’ do Nick Cave, e ‘Underground’ do Tom Waits.
E uma curiosidade: Natalie tem uma irmã gêmea, Madelen Foss, que é também uma desenhista de mão cheia. Clique aqui para conferir o portifólio da sista e babar mais um pouco no talento da família (;
celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.
Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.
Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.