Conheci a Jemima Kirke em 2012 por causa da série Girls. Me apaixonei e logo digitei o nome dela no Google e vi que, além de ser filha de hipsters e artista plástica, ela é dessas que faz ensaio sensual grávida, tipo muito grávida. Ela mora em Nova York com seu marido, Michael Mosberg, e seus dois filhos, Rafaella, de 4 anos, e Memphis, de 3.
E não é que hoje foi divulgado um vídeo da Center for Reproductive Rights em que essa atriz e mãe belíssima conta que já fez um aborto, defende os direitos reprodutivos da mulher e encoraja outras mulheres a compartilharem suas histórias. Assista lá no topo da matéria.
“Eu sempre senti que as questões reprodutivas devem ser algo que as mulheres, especialmente, devem ser capazes de falar livremente, especialmente entre si”, diz Jemima, que tem 29 anos. “Eu ainda vejo vergonha e constrangimento em torno da interrupção da gestação, ficar grávida, então eu sempre fui aberta sobre minhas histórias, sempre as compartilhei, especialmente com outras mulheres.”
No vídeo, Jemima conta que decidiu fazer um aborto em 2007, quando era estudante universitária em Rhode Island. “Eu não tinha certeza se queria estar ligada a este cara para o resto da minha vida. Minha vida simplesmente não era propícia para a criação de uma criança feliz, saudável. Eu apenas não senti que era justo.”
Ela diz que não usou anestesia durante o procedimento para economizar dinheiro. “Eu tive que esvaziar minha conta corrente, tudo que eu tinha lá, e eu tinha que conseguir algum do meu namorado”, conta, acrescentando que manteve isso em segredo de sua mãe.
Sim, é muito complicado falar sobre aborto. Ainda mais no país em que vivemos em que o debate sobre o assunto não mobiliza a população muito menos políticos. Talvez, a gente tenha que pensar menos em aborto e mais no poder da mulher em decidir sobre seu corpo. Em alguns países, as mulheres já conquistaram o direito de decidir interromper ou não uma gravidez.
E é isso aí! Isso não quer dizer que nós vamos parar de usar métodos contraceptivos. Iniciativas como essa da Jemima Kirke e de atrizes brasileiras, como Leandra Leal e Alessandra Negrini, que também já declararam sua posição, têm que ser compartilhadas para que mais pessoas se engajem a favor da legalização do aborto.
Conheci a Jemima Kirke em 2012 por causa da série Girls. Me apaixonei e logo digitei o nome dela no Google e vi que, além de ser filha de hipsters e artista plástica, ela é dessas que faz ensaio sensual grávida, tipo muito grávida. Ela mora em Nova York com seu marido, Michael Mosberg, e seus dois filhos, Rafaella, de 4 anos, e Memphis, de 3.
E não é que hoje foi divulgado um vídeo da Center for Reproductive Rights em que essa atriz e mãe belíssima conta que já fez um aborto, defende os direitos reprodutivos da mulher e encoraja outras mulheres a compartilharem suas histórias. Assista lá no topo da matéria.
“Eu sempre senti que as questões reprodutivas devem ser algo que as mulheres, especialmente, devem ser capazes de falar livremente, especialmente entre si”, diz Jemima, que tem 29 anos. “Eu ainda vejo vergonha e constrangimento em torno da interrupção da gestação, ficar grávida, então eu sempre fui aberta sobre minhas histórias, sempre as compartilhei, especialmente com outras mulheres.”
No vídeo, Jemima conta que decidiu fazer um aborto em 2007, quando era estudante universitária em Rhode Island. “Eu não tinha certeza se queria estar ligada a este cara para o resto da minha vida. Minha vida simplesmente não era propícia para a criação de uma criança feliz, saudável. Eu apenas não senti que era justo.”
Ela diz que não usou anestesia durante o procedimento para economizar dinheiro. “Eu tive que esvaziar minha conta corrente, tudo que eu tinha lá, e eu tinha que conseguir algum do meu namorado”, conta, acrescentando que manteve isso em segredo de sua mãe.
Sim, é muito complicado falar sobre aborto. Ainda mais no país em que vivemos em que o debate sobre o assunto não mobiliza a população muito menos políticos. Talvez, a gente tenha que pensar menos em aborto e mais no poder da mulher em decidir sobre seu corpo. Em alguns países, as mulheres já conquistaram o direito de decidir interromper ou não uma gravidez.
E é isso aí! Isso não quer dizer que nós vamos parar de usar métodos contraceptivos. Iniciativas como essa da Jemima Kirke e de atrizes brasileiras, como Leandra Leal e Alessandra Negrini, que também já declararam sua posição, têm que ser compartilhadas para que mais pessoas se engajem a favor da legalização do aborto.
Conheci a Jemima Kirke em 2012 por causa da série Girls. Me apaixonei e logo digitei o nome dela no Google e vi que, além de ser filha de hipsters e artista plástica, ela é dessas que faz ensaio sensual grávida, tipo muito grávida. Ela mora em Nova York com seu marido, Michael Mosberg, e seus dois filhos, Rafaella, de 4 anos, e Memphis, de 3.
E não é que hoje foi divulgado um vídeo da Center for Reproductive Rights em que essa atriz e mãe belíssima conta que já fez um aborto, defende os direitos reprodutivos da mulher e encoraja outras mulheres a compartilharem suas histórias. Assista lá no topo da matéria.
“Eu sempre senti que as questões reprodutivas devem ser algo que as mulheres, especialmente, devem ser capazes de falar livremente, especialmente entre si”, diz Jemima, que tem 29 anos. “Eu ainda vejo vergonha e constrangimento em torno da interrupção da gestação, ficar grávida, então eu sempre fui aberta sobre minhas histórias, sempre as compartilhei, especialmente com outras mulheres.”
[caption id="attachment_3570" align="aligncenter" width="640"] Jemima Kirke em ensaio da ‘Vice’. Foto: Richard Kern[/caption]
No vídeo, Jemima conta que decidiu fazer um aborto em 2007, quando era estudante universitária em Rhode Island. “Eu não tinha certeza se queria estar ligada a este cara para o resto da minha vida. Minha vida simplesmente não era propícia para a criação de uma criança feliz, saudável. Eu apenas não senti que era justo.”
Ela diz que não usou anestesia durante o procedimento para economizar dinheiro. “Eu tive que esvaziar minha conta corrente, tudo que eu tinha lá, e eu tinha que conseguir algum do meu namorado”, conta, acrescentando que manteve isso em segredo de sua mãe.
Sim, é muito complicado falar sobre aborto. Ainda mais no país em que vivemos em que o debate sobre o assunto não mobiliza a população muito menos políticos. Talvez, a gente tenha que pensar menos em aborto e mais no poder da mulher em decidir sobre seu corpo. Em alguns países, as mulheres já conquistaram o direito de decidir interromper ou não uma gravidez.
E é isso aí! Isso não quer dizer que nós vamos parar de usar métodos contraceptivos. Iniciativas como essa da Jemima Kirke e de atrizes brasileiras, como Leandra Leal e Alessandra Negrini, que também já declararam sua posição, têm que ser compartilhadas para que mais pessoas se engajem a favor da legalização do aborto.
Este post tem um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// PUSSY RIOT
Maria Alyokhina, ativista russa e integrante do grupo de punk rock Pussy Riot, anunciou que planeja abrir um museu “women’s-only”, ou seja, um lugar apenas para mulheres, feito por artistas mulheres, sobre mulheres, em Montenegro, que fica no sudeste da Europa.
O Pussy Riot uniu forças com o galerista e curador Marat Guelman para desenvolver essa ideia que explicita a descarada falta de diversidade no mundo da arte. Maria falou sobre esse projeto para o site Artnet News. CLIQUE AQUI PARA LER.
Fica aí um clipezinho delas também:
// PEACHES
Anna Freeman, colunista da revista “Dazed”, publicou esse artigo ma-ra intitulado “Por que nós temos que parar de falar merda sobre as nossas vaginas”. Ela escreveu inspirada na artista electro-punk Peaches, que soltou o clipe NSFW da música “Rub”, um vídeo que explora muito e muitas vaginas. Mas por que as mulheres ainda são tão envergonhadas de suas ppks?
“A pura crueza de ‘Rub’ é talvez seu maior mérito: a ideia de que as mulheres gostam de se masturbar tanto quanto os homens não deve ainda ser um choque, mas aparentemente é”, diz um trecho do texto.
// MARCELA
O texto “Com o coração nas mãos”, escrito por Gilberto Amendola, do Estadão, fala sobre o protagonismo feminino nas ocupações das escolas estaduais. A estudante Marcela Nogueira dos Reis, de 18 anos, se destacou na luta contra a reorganização escolar proposta pelo governo do Estado. CLIQUE AQUI PARA LER.
As minas da linha de frente são zica
// CONCURSOS DE BELEZA
“O momento mais constrangedor do Miss Universo esta semana não foi o apresentador do evento, Steve Harvey, nomear a vencedora errada ao vivo na televisão – mas que, em 2015, um concurso que coloca mulheres para desfilar em biquínis para a honra de ganhar uma faixa e uma tiara ainda exista. Essa é a verdadeira vergonha.”
Disse tudo a colunista do “Guardian” Jessica Valenti nesse texto “Concursos de beleza são embaraçosos – mesmo se você nomear a vencedora certa”. Ela fala sobre como obviamente esses concursos são misóginos e retrógrados, citando como exemplo o Miss America que, apenas em 1999, acabou com uma regra que proibia competidoras de serem divorciadas ou terem sofrido um aborto.
Em novembro, a Grimes lançou o álbum “Art Angel” e foi parar na capa de trocentas revistas. Em entrevista a uma delas, a “FADER”, a produtora e cantora canadense Claire Boucher falou sobre os equívocos que ela tem que lidar como uma artista DIY (faça-você-mesma), e o que ela aprendeu em uma turnê pelo mundo.
Assista aqui:
// #DEARDADDY
Campanha da CARE para acabar com a violência física ou sexual contra as mulheres. Vídeo pra compartilhar na timeline:
// ISABELLA
Isabella, de 5 anos, nasceu com brida amniótica, uma rara condição genética que impossibilita seus movimentos no braço direito. Mas a ONG e-NABLE junto com a FATHOM desenvolveram um braço prostético por meio de impressoras 3D feito sob medida para a garotinha.
ensaio sensual grávida, tipo muito grávida. Ela mora em Nova York com seu marido, Michael Mosberg, e seus dois filhos, Rafaella, de 4 anos, e Memphis, de 3.
E não é que hoje foi divulgado um vídeo da Center for Reproductive Rights em que essa atriz e mãe belíssima conta que já fez um aborto, defende os direitos reprodutivos da mulher e encoraja outras mulheres a compartilharem suas histórias. Assista lá no topo da matéria.
“Eu sempre senti que as questões reprodutivas devem ser algo que as mulheres, especialmente, devem ser capazes de falar livremente, especialmente entre si”, diz Jemima, que tem 29 anos. “Eu ainda vejo vergonha e constrangimento em torno da interrupção da gestação, ficar grávida, então eu sempre fui aberta sobre minhas histórias, sempre as compartilhei, especialmente com outras mulheres.”
No vídeo, Jemima conta que decidiu fazer um aborto em 2007, quando era estudante universitária em Rhode Island. “Eu não tinha certeza se queria estar ligada a este cara para o resto da minha vida. Minha vida simplesmente não era propícia para a criação de uma criança feliz, saudável. Eu apenas não senti que era justo.”
Ela diz que não usou anestesia durante o procedimento para economizar dinheiro. “Eu tive que esvaziar minha conta corrente, tudo que eu tinha lá, e eu tinha que conseguir algum do meu namorado”, conta, acrescentando que manteve isso em segredo de sua mãe.
Sim, é muito complicado falar sobre aborto. Ainda mais no país em que vivemos em que o debate sobre o assunto não mobiliza a população muito menos políticos. Talvez, a gente tenha que pensar menos em aborto e mais no poder da mulher em decidir sobre seu corpo. Em alguns países, as mulheres já conquistaram o direito de decidir interromper ou não uma gravidez.
E é isso aí! Isso não quer dizer que nós vamos parar de usar métodos contraceptivos. Iniciativas como essa da Jemima Kirke e de atrizes brasileiras, como Leandra Leal e Alessandra Negrini, que também já declararam sua posição, têm que ser compartilhadas para que mais pessoas se engajem a favor da legalização do aborto.
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ensaio sensual grávida, tipo muito grávida. Ela mora em Nova York com seu marido, Michael Mosberg, e seus dois filhos, Rafaella, de 4 anos, e Memphis, de 3.
E não é que hoje foi divulgado um vídeo da Center for Reproductive Rights em que essa atriz e mãe belíssima conta que já fez um aborto, defende os direitos reprodutivos da mulher e encoraja outras mulheres a compartilharem suas histórias. Assista lá no topo da matéria.
“Eu sempre senti que as questões reprodutivas devem ser algo que as mulheres, especialmente, devem ser capazes de falar livremente, especialmente entre si”, diz Jemima, que tem 29 anos. “Eu ainda vejo vergonha e constrangimento em torno da interrupção da gestação, ficar grávida, então eu sempre fui aberta sobre minhas histórias, sempre as compartilhei, especialmente com outras mulheres.”
No vídeo, Jemima conta que decidiu fazer um aborto em 2007, quando era estudante universitária em Rhode Island. “Eu não tinha certeza se queria estar ligada a este cara para o resto da minha vida. Minha vida simplesmente não era propícia para a criação de uma criança feliz, saudável. Eu apenas não senti que era justo.”
Ela diz que não usou anestesia durante o procedimento para economizar dinheiro. “Eu tive que esvaziar minha conta corrente, tudo que eu tinha lá, e eu tinha que conseguir algum do meu namorado”, conta, acrescentando que manteve isso em segredo de sua mãe.
Sim, é muito complicado falar sobre aborto. Ainda mais no país em que vivemos em que o debate sobre o assunto não mobiliza a população muito menos políticos. Talvez, a gente tenha que pensar menos em aborto e mais no poder da mulher em decidir sobre seu corpo. Em alguns países, as mulheres já conquistaram o direito de decidir interromper ou não uma gravidez.
E é isso aí! Isso não quer dizer que nós vamos parar de usar métodos contraceptivos. Iniciativas como essa da Jemima Kirke e de atrizes brasileiras, como Leandra Leal e Alessandra Negrini, que também já declararam sua posição, têm que ser compartilhadas para que mais pessoas se engajem a favor da legalização do aborto.