Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// YANDÊ
A Noisey fez uma matéria sobre a primeira rádio indígena online do Brasil. Leia aqui.
// DOMINATRIX
Karmenife Paulino tinha 22 anos quando foi estuprada por um cara de uma fraternidade da Universidade de Wesleyan, em Connecticut, Estados Unidos (aliás, assistam ao documentário “The hunting ground”, no Netflix).
Com a fotógrafa Tess Altman, ela criou uma série de fotos chamada “Reclamation”, em que ela posa de dominatrix em frente à fraternidade em que foi violentada. Leia mais aqui.
// VIOLÊNCIA NA USP
Residência estudantil da USP, o Crusp, tem pelo menos um agressor de mulher por andar. Leia aqui.
// BATEKOO
Matéria sobre a Batekoo, festa para gays, lésbicas e transexuais negros que acontece em SP. Aqui.
// MERCADO DE TRABALHO
Entrevista com Angela Christina Lucas, professora de gestão de pessoas e comportamento organizacional no Centro Universitário FEI, que aponta como os RHs cometem injustiças contra as mulheres.
// QUANDO?
A revista Select fez uma edição bem boa sobre feminismo. Eu destaco essa resposta da Eliane Robert de Moraes, que foi minha professora na PUC-SP e é musa da vida.
O mundo deixará de ser machista quando nós, mulheres, formos todas respeitadas. O mundo deixará de ser machista quando formos todas respeitadas nos espaços privados e nos espaços públicos. Todas, sem exceção: as que usam biquíni e as que usam burca. E também as que usam outras vestimentas. E ainda as que preferem não usar nada. O mundo deixará de ser machista quando as mulheres usarem biquínis ou burcas ou qualquer outra vestimenta ou mesmo nada por desejo próprio. E o mundo esquecerá que um dia terá sido machista quando o respeito dos homens e das instituições pelas mulheres for não mais uma obrigação, mas um desejo de todos. Todos, sem exceção. Vai ser festa.
http://www.select.art.br/8410-2/
// NEGRA NO CINEMA BR
Juliana Gonçalves e Renata Martins entrevistaram Adélia Sampaio, a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem. “Cinema é, sem dúvida, uma arte elitista, aí chega uma preta, filha de empregada doméstica e diz que vai chegar à direção, claro que foi difícil! Até porque me dividia entre fazer cinema e criar meus dois filhos”.
A “TPM” publicou uma entrevista com a jornalista Pilar del Río, viúva do escritor José Saramago. E é uma das coisas mais lindas que eu li essa semana. Clique aqui.
“Mad men” pode ter acabado, mas Sally Draper sempre estará nos nossos corações. Veja esse ensaio maravilhoso e uma entrevista com a atriz Kiernan Shipka feita pela “Dazed”.
Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// YANDÊ
A Noisey fez uma matéria sobre a primeira rádio indígena online do Brasil. Leia aqui.
// DOMINATRIX
Karmenife Paulino tinha 22 anos quando foi estuprada por um cara de uma fraternidade da Universidade de Wesleyan, em Connecticut, Estados Unidos (aliás, assistam ao documentário “The hunting ground”, no Netflix).
Com a fotógrafa Tess Altman, ela criou uma série de fotos chamada “Reclamation”, em que ela posa de dominatrix em frente à fraternidade em que foi violentada. Leia mais aqui.
// VIOLÊNCIA NA USP
Residência estudantil da USP, o Crusp, tem pelo menos um agressor de mulher por andar. Leia aqui.
// BATEKOO
Matéria sobre a Batekoo, festa para gays, lésbicas e transexuais negros que acontece em SP. Aqui.
// MERCADO DE TRABALHO
Entrevista com Angela Christina Lucas, professora de gestão de pessoas e comportamento organizacional no Centro Universitário FEI, que aponta como os RHs cometem injustiças contra as mulheres.
// QUANDO?
A revista Select fez uma edição bem boa sobre feminismo. Eu destaco essa resposta da Eliane Robert de Moraes, que foi minha professora na PUC-SP e é musa da vida.
O mundo deixará de ser machista quando nós, mulheres, formos todas respeitadas. O mundo deixará de ser machista quando formos todas respeitadas nos espaços privados e nos espaços públicos. Todas, sem exceção: as que usam biquíni e as que usam burca. E também as que usam outras vestimentas. E ainda as que preferem não usar nada. O mundo deixará de ser machista quando as mulheres usarem biquínis ou burcas ou qualquer outra vestimenta ou mesmo nada por desejo próprio. E o mundo esquecerá que um dia terá sido machista quando o respeito dos homens e das instituições pelas mulheres for não mais uma obrigação, mas um desejo de todos. Todos, sem exceção. Vai ser festa.
http://www.select.art.br/8410-2/
// NEGRA NO CINEMA BR
Juliana Gonçalves e Renata Martins entrevistaram Adélia Sampaio, a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem. “Cinema é, sem dúvida, uma arte elitista, aí chega uma preta, filha de empregada doméstica e diz que vai chegar à direção, claro que foi difícil! Até porque me dividia entre fazer cinema e criar meus dois filhos”.
A “TPM” publicou uma entrevista com a jornalista Pilar del Río, viúva do escritor José Saramago. E é uma das coisas mais lindas que eu li essa semana. Clique aqui.
“Mad men” pode ter acabado, mas Sally Draper sempre estará nos nossos corações. Veja esse ensaio maravilhoso e uma entrevista com a atriz Kiernan Shipka feita pela “Dazed”.
Mais uma semana com um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos e achamos que merecem a atenção de vocês.
// YANDÊ
A Noisey fez uma matéria sobre a primeira rádio indígena online do Brasil. Leia aqui.
[caption id="attachment_10641" align="aligncenter" width="700"] A cantora maranhense Zahy Guajajara. Foto: George Magaraia[/caption]
// DOMINATRIX
Karmenife Paulino tinha 22 anos quando foi estuprada por um cara de uma fraternidade da Universidade de Wesleyan, em Connecticut, Estados Unidos (aliás, assistam ao documentário “The hunting ground”, no Netflix).
Com a fotógrafa Tess Altman, ela criou uma série de fotos chamada “Reclamation”, em que ela posa de dominatrix em frente à fraternidade em que foi violentada. Leia mais aqui.
// VIOLÊNCIA NA USP
Residência estudantil da USP, o Crusp, tem pelo menos um agressor de mulher por andar. Leia aqui.
// BATEKOO
Matéria sobre a Batekoo, festa para gays, lésbicas e transexuais negros que acontece em SP. Aqui.
// MERCADO DE TRABALHO
Entrevista com Angela Christina Lucas, professora de gestão de pessoas e comportamento organizacional no Centro Universitário FEI, que aponta como os RHs cometem injustiças contra as mulheres.
// QUANDO?
A revista Select fez uma edição bem boa sobre feminismo. Eu destaco essa resposta da Eliane Robert de Moraes, que foi minha professora na PUC-SP e é musa da vida.
O mundo deixará de ser machista quando nós, mulheres, formos todas respeitadas. O mundo deixará de ser machista quando formos todas respeitadas nos espaços privados e nos espaços públicos. Todas, sem exceção: as que usam biquíni e as que usam burca. E também as que usam outras vestimentas. E ainda as que preferem não usar nada. O mundo deixará de ser machista quando as mulheres usarem biquínis ou burcas ou qualquer outra vestimenta ou mesmo nada por desejo próprio. E o mundo esquecerá que um dia terá sido machista quando o respeito dos homens e das instituições pelas mulheres for não mais uma obrigação, mas um desejo de todos. Todos, sem exceção. Vai ser festa.
http://www.select.art.br/8410-2/
// NEGRA NO CINEMA BR
Juliana Gonçalves e Renata Martins entrevistaram Adélia Sampaio, a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem. “Cinema é, sem dúvida, uma arte elitista, aí chega uma preta, filha de empregada doméstica e diz que vai chegar à direção, claro que foi difícil! Até porque me dividia entre fazer cinema e criar meus dois filhos”.
A “TPM” publicou uma entrevista com a jornalista Pilar del Río, viúva do escritor José Saramago. E é uma das coisas mais lindas que eu li essa semana. Clique aqui.
[caption id="attachment_10643" align="aligncenter" width="650"] Cena do filme ‘José e Pilar’[/caption]
“Mad men” pode ter acabado, mas Sally Draper sempre estará nos nossos corações. Veja esse ensaio maravilhoso e uma entrevista com a atriz Kiernan Shipka feita pela “Dazed”.
Numa bela manhã, a norte-americana MarleyDias, de 11 anos, acordou edisse que estava cansada de lerlivrossobre “meninos brancos e seus cães“.
“Minha mãeme perguntou: ‘O que você vai fazer em relação a isso?’“, contou à CNN.Foi assim que ela criou o projeto #1000BlackGirlBooks (“mil livros com garotas negras”, em português).
Eu quero apresentar a meninas como eu livros que vão inspirá-las.
Marleylançou a campanhaatravés do GrassROOTS Community Foundation, um acampamento sem fins lucrativos para meninas negras na Filadélfia, fundado por sua mãe, Janice Johnson Dias, e por Tariq “Black Thought” Trotter, do grupo The Roots.
Antes da campanha, o livro favorito deMarleycom um personagem negro protagonista era“Chains”, de LaurieHalseAnderson, que conta a história dalutade um escravopela liberdadedurante a Revolução Americana.
Aqui vai uma lista de livros indicados por Marley:
“A Chair For My Mother”, de Vera Williams
“After Tupac and D Foster”, de Jacqueline Woodson
“Amazing Grace”, de Mary Hoffman e Caroline Binch
“Americanah”, de Chimamanda Ngozi Adichie
“Art from Her Heart”, de Kathy Whitehead
“Ballerina Dreams: From Orphan to Dancer”, de Michaela e Elaine DePrince
“Blue Tights”, de Rita Williams-Garcia
“Brown Girl Dreaming”, de Jacqueline Woodson
“Dyamonde Daniel”, de Nikki Grimes
“Download Drama (Kimani Tru)”, de Celeste O. Norfleet
“Firebird”, de Misty Copeland
“Full, Full, Full of Love”, de Trish Cooke e Paul Howard
“Miami Jackson”, de Patricia and Fredrick McKissack
“Nikki and Deja”, de Karen English
“Ninth Ward”, de Jewell Parker Rhodes
“Ruby and the Booker Boys”, de Derrick Barnes e Vanessa Brantley Newton
“Thunder Rose”, de Jerdine Nolen e Kadir Nelson
Karmenife Paulino tinha 22 anos quando foi estuprada por um cara de uma fraternidade da Universidade de Wesleyan, em Connecticut, Estados Unidos (aliás, assistam ao documentário “The hunting ground”, no Netflix).
Com a fotógrafa Tess Altman, ela criou uma série de fotos chamada “Reclamation”, em que ela posa de dominatrix em frente à fraternidade em que foi violentada. Leia mais aqui.
// VIOLÊNCIA NA USP
Residência estudantil da USP, o Crusp, tem pelo menos um agressor de mulher por andar. Leia aqui.
// BATEKOO
Matéria sobre a Batekoo, festa para gays, lésbicas e transexuais negros que acontece em SP. Aqui.
// MERCADO DE TRABALHO
Entrevista com Angela Christina Lucas, professora de gestão de pessoas e comportamento organizacional no Centro Universitário FEI, que aponta como os RHs cometem injustiças contra as mulheres.
// QUANDO?
A revista Select fez uma edição bem boa sobre feminismo. Eu destaco essa resposta da Eliane Robert de Moraes, que foi minha professora na PUC-SP e é musa da vida.
O mundo deixará de ser machista quando nós, mulheres, formos todas respeitadas. O mundo deixará de ser machista quando formos todas respeitadas nos espaços privados e nos espaços públicos. Todas, sem exceção: as que usam biquíni e as que usam burca. E também as que usam outras vestimentas. E ainda as que preferem não usar nada. O mundo deixará de ser machista quando as mulheres usarem biquínis ou burcas ou qualquer outra vestimenta ou mesmo nada por desejo próprio. E o mundo esquecerá que um dia terá sido machista quando o respeito dos homens e das instituições pelas mulheres for não mais uma obrigação, mas um desejo de todos. Todos, sem exceção. Vai ser festa.
http://www.select.art.br/8410-2/
// NEGRA NO CINEMA BR
Juliana Gonçalves e Renata Martins entrevistaram Adélia Sampaio, a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem. “Cinema é, sem dúvida, uma arte elitista, aí chega uma preta, filha de empregada doméstica e diz que vai chegar à direção, claro que foi difícil! Até porque me dividia entre fazer cinema e criar meus dois filhos”.
A “TPM” publicou uma entrevista com a jornalista Pilar del Río, viúva do escritor José Saramago. E é uma das coisas mais lindas que eu li essa semana. Clique aqui.
“Mad men” pode ter acabado, mas Sally Draper sempre estará nos nossos corações. Veja esse ensaio maravilhoso e uma entrevista com a atriz Kiernan Shipka feita pela “Dazed”.