Quem são os millennials da África do Sul

O Generation Soweto é um documentário que vai falar sobre a vida dos jovens sul-africanos. A Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 
[caption id="attachment_5447" align="alignnone" width="500"]twiggy-sedi As blogueiras de Soweto, Twiggy Moli & Sedi Ramone.[/caption] [caption id="attachment_5452" align="alignnone" width="600"]Neema Nouse, blogueira de Johannesburgo . Neema Nouse, blogueira de Johannesburgo.[/caption]  
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

Tags relacionadas
,
Mais de Bárbara Paes

Work, work, work: isso é Patois ♡

Que a Rihanna é incrível e rainha de todas as coisas, todas já sabem. Mas o que deixa muita gente meio perdida é a letra de “Work”, o primeiro single de “ANTI”, o mais novo álbum da RiRi. Quando “Work” foi lançada, a grande maioria de nós começou imediatamente a dar pulinhos de felicidade.

 
tumblr_o2ynuve5iY1ro1dyeo2_540
 
Mas teve uma galera (especialmente uma galera gringa) que começou a reclamar super do jeito que a Rihanna cantava a música, alegando que a letra era incompreensível. Aqui você pode ver uns tuítes de um pessoal que acusa a cantora de estar “cantando qualquer coisa”.

 

Mas gente, hora de acordar pra vida! A letra de “Work” não é “qualquer coisa”. É Patois.

 
Patois é um dialeto baseado nas línguas inglesa e creole, com influências do oeste Africano. É meio que um fenômeno linguístico e cultural que acontece por todo o Caribe. Pra quem não sabe, a Riri é de Barbados, e ela vem incorporando o dialeto há algum tempo! Ela fez isso em “Man Down” e em “Rude Boy”, por exemplo. Sabe quem mais usou Patois recentemente? O Kendrick Lamar, em The Blacker The Berry (♡).

O site Black Girl Long Hair fez esse vídeo super didático e rapidinho sobre Patois. VEJAM.

E pra quem quer entender a letra todinha, clica aqui no Genius.

Vou aproveitar que estamos falando de como a Rihanna é uma entidade divina e deixar dois links para vocês:

Esse aqui é um texto do Feministing falando sobre como o vídeo de “Work” é uma grande amostra de como a Rihanna é dona da sua própria sexualidade. A ideia geral é que ela tá dançando pra ela mesma, se curtindo e se amando. Independente do Drake ou das outras pessoas da balada. Não significa que o rolêzinho com o Drake não tem um papel importante, mas significa que ele não ocupa o papel central. Quem tá no centro de tudo é a RiRi e sua autonomia.

 
tumblr_o2tr82HsGt1rjhh5ho1_500
 
O segundo link é um artigo do BuzzFeed sobre o quão incrível a RiRi é. A autora analisa como o trabalho da Rihanna é totalmente baseado na autodeterminação da mulher negra. Criando uma narrativa própria, a RiRi exige autoridade sobre seu próprio corpo, sua música e sua imagem. (EU AMO ESSA MULHER).

 
anigif_longform-original-32358-1428426179-11
 
Ai, ai, não é por acaso que com as letras de Rihanna dá pra escrever “Rainha” também (tá, tem um “n” sobrando).

 
tumblr_o0g8wntGWi1umss3lo1_500
 
Tá, agora vamos dançar:

 

 

Leia mais
Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 

 
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

" />
Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 

 
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

" />