Quem são os millennials da África do Sul

O Generation Soweto é um documentário que vai falar sobre a vida dos jovens sul-africanos. A Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 
[caption id="attachment_5447" align="alignnone" width="500"]twiggy-sedi As blogueiras de Soweto, Twiggy Moli & Sedi Ramone.[/caption] [caption id="attachment_5452" align="alignnone" width="600"]Neema Nouse, blogueira de Johannesburgo . Neema Nouse, blogueira de Johannesburgo.[/caption]  
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

Tags relacionadas
,
Mais de Bárbara Paes

Hiplet: bailarinas com requebrado

O Chicago Multi-Cultural Dance Center foi criado em 1990 por Homer Hans Bryant. O objetivo de Byant era criar uma técnica de ballet neoclássica que integrasse diversos estilos de dança e honrasse a riqueza de múltiplas heranças culturais. Em 2008, Bryant mesclou ballet com street dance para criar o Hiplet, uma nova técnica que envolve passos de hiphop em sapatilhas de ponta.

O resultado é essa coisa maravilhosa aqui, ó:

 

 
Neste texto aqui falamos um pouquinho sobre a Misty Copeland e sobre como o universo da dança clássica tem sido esmagadoramente branco. Pra quem não conhece, a Misty é uma bailarina norte-americana e foi a primeira negra a ocupar o topo do American Ballet Theatre. Em 2015, a Cássia Pires, do blog Dos Passos da Bailarina, também escreveu sobre o assunto: “O racismo é estrutural, ele cresceu e criou raízes nas entranhas da sociedade. Alguém diz que não é racista, mas torce o nariz ao ver uma Giselle negra. Profere discursos sobre igualdade racial, mas em uma audição para escolher a mais nova bailarina da companhia, escolhe a branca em detrimento da negra, mesmo que as duas estejam em iguais condições artísticas. É professora de ballet e sorri docemente para todas as alunas, mas jamais coloca a melhor bailarina da turma no papel principal porque ela é negra”. (Ah, o texto de Cássia também traz uma lista bem legal de bailarinas negras que conseguiram um espaço nesse universo apesar do racismo existente).

No vídeo abaixo, a gente conhece mais a fundo a história do Chicago Multi-Cultural Dance Center e descobre que o instituto aceita todo tipo de gente. Em um dos depoimentos, uma das bailarinas explica que o que torna essa escola tão diferente é o fato de que o método usado conhece o corpo negro e desenvolve uma forma de dança que abre espaço para as bailarinas negras, o que nem sempre acontece em institutos tradicionais.

 

 
Quando o assunto é representatividade no ballet, existem muitas outras referências que me deixam super felizinha (especialmente como mulher negra que fez ballet por 8 anos e que às vezes se sentia super perdida nesse espaço). Temos o Dance Theatre of Harlem, uma escola multicultural que fornece treinamento incrível em ballet clássico e em muitas outras técnicas e estilos de dança. A instituição é conhecida como “a primeira companhia de ballet clássico negra” nos Estados Unidos. Além da escola, o Dance Theatre of Harlem tem também uma companhia de dança composta por 14 artistas de várias raças e que realizam um repertório super eclético.

 

 
Uma das bailarinas do Dance Theatre of Harlem é a brasileira Ingrid Silva, quem eu sigo no Instagram e adoro. Ela entrou na companhia depois de participar do programa de verão da Dance Theatre of Harlem. Dá pra saber mais sobre a Ingrid aqui.

 

 
Pra finalizar, outro projeto super incrível é a start-up Brown Girls Do Ballet que fornece bolsas de estudo anuais e programas comunitários para capacitar jovens de minorias que são pouco representadas no ballet!

:)
 
Imagem de capa: via
 

Leia mais
Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 

 
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

" />
Nisa Ahmad idealizou o projeto enquanto viajava pela África do Sul. O filme vai explorar a cultura da geração millennial do país, acompanhando quatro jovens sul-africanos que cresceram após a democratização e o fim do apartheid.

 
generation soweto
 
Gravado em Johannesburgo e na Cidade do Cabo, além de mostrar a situação política e social da África do Sul, o projeto também pretende abordar assuntos como racismo, xenofobia e o processo de gentrificação que vem acontecendo em várias cidades do país.

O Generation Soweto conta com a participação de gente super criativa, como as blogueiras Twiggy e Sedi, do Sleepless in Soweto, e a Neema Nouse.

 

 
A produção do Generation Soweto ainda não acabou, por isso tá rolando uma campanha no IndieGogo para arrecadar dinheiro e finalizar esse projeto super legal.


Siga o Generation Soweto: Facebook

" />