#MulheresNoYoutube

Já falamos aqui sobre uma iniciativa super interessante que o Youtube criou para comemorar o mês da mulher chamada Youtube Spaces Women’s Program, destinada a empoderar mulheres tanto na frente como atrás das câmeras.

O programa selecionou vlogueiras influentes de diversos países para atuar como diretoras criativas e colaborar com a produção de diversas youtubers e estimular mais a participação feminina na plataforma.

No Brasil, essa tarefa ficou a cargo de Jout Jout e ela correu atrás de mulheres maravilhosas não para ensinar, mas para aprender e entender diversas vivências do feminismo e empoderamento feminino. Entre as colaboradores, Jout Jout fez vídeos com as minas lacradoras do Canal das Bee, Afro e Afins, Malena, Liliane Prata, Julia Petit entre outras.

O resultado foi uma lista de conteúdos riquíssimos, discutindo feminismo negro, mulheres em games, empoderamento e protagonismo feminino.

Um destaque para o vídeo fantástico com Nataly Neri, do canal Afros e Afins, no qual ela explica da maneira mais didática possível conceitos como feminismo negro, as raízes do feminismo branco e a apresentação de pautas exclusivamente brancas, deixando de lado minorias que são duplamente oprimidas. Enquanto as sufragistas do começo do século XIX reivindicavam o direito ao voto e a participação no processo político; as mulheres negras lidavam com outras problematizações: lutavam contra a hipersexualização de seus corpos e com outros mitos como o da Tia Anastácia, Mulata Exportação e o mito da mulher negra barraqueira.

 

 

Confira todos esses vídeos e outras produções de outras vlogueiras do programa ao redor do mundo clicando aqui. Para ver as produções nacionais, assista a playlist:

 

 

Escrito por
Mais de Fabi Oda

Ouça: Tank and the Bangas

Tank and the Bangas combinam a potência poética da palavra cantada (spoken word) com a combinação inusitada de gêneros musicais e a extroversão de sua vocalista Tarriona “Tank” Ball.

A cantora, que já era famosa dentro do spoken word – gênero que é tanto uma performance artística quanto literária, já que alia a oralidade de letras, poesias e histórias faladas ou invés de serem cantadas – canta sobre situações cotidianas como trabalhar no Wall Mart assim como foi sua experiência com o furacão Katrina, que devastou sua cidade em 2005.

Em uma entrevista para o site Essence, Tank fala:

Você pode encontrar beleza em algo como um desastre no momento em que você se inspira em criar algo novo de peças que sobraram. Para nós, música é o que fazemos desses pedaços que sobraram

A banda é de New Orleans e carrega a tradição do jazz misturada com soul, gospel, funk e hip hop. De fato, suas apresentações ao vivo são tão únicas que é difícil reconhecer quais eram as músicas originalmente gravadas.

Se você é de Nova Orleans, você saberá todos os ingredientes para fazer um bom gumbo. Seus temperos devem harmonizar bem, seu roux tem que ser grosso e sua carne deve ser cortada perfeitamente. Tank and the Bangas são o que você chama de um ótimo gumbo

O estilo de Tarriona e seu range vocal diverso se misturam em uma performance maravilhosa e imprevisível, com inserções bem-humoradas e declamações fortes e poderosas. A interação da vocalista com a backing vocal Anjelika “Jelly” Joseph é algo à parte para ser apreciado, de tão sintonizadas e familiarizadas com as possibilidades de suas performances.

Em 2017, a banda enviou um vídeo de uma de suas performances para participar do Tiny Desk Contest, um concurso realizado desde 2008 pela NPR – National Public Radio. A vitória unânime gerou um dos show mais divertidos do Tiny Desk, uma série de shows realizados no escritório do Tiny Desk, e uma turnê de invejar pelos EUA e Canadá.
 


Siga Tank and the Bangas: Site / Facebook / Soundcloud
 

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aqui sobre uma iniciativa super interessante que o Youtube criou para comemorar o mês da mulher chamada Youtube Spaces Women’s Program, destinada a empoderar mulheres tanto na frente como atrás das câmeras.

O programa selecionou vlogueiras influentes de diversos países para atuar como diretoras criativas e colaborar com a produção de diversas youtubers e estimular mais a participação feminina na plataforma.

No Brasil, essa tarefa ficou a cargo de Jout Jout e ela correu atrás de mulheres maravilhosas não para ensinar, mas para aprender e entender diversas vivências do feminismo e empoderamento feminino. Entre as colaboradores, Jout Jout fez vídeos com as minas lacradoras do Canal das Bee, Afro e Afins, Malena, Liliane Prata, Julia Petit entre outras.

O resultado foi uma lista de conteúdos riquíssimos, discutindo feminismo negro, mulheres em games, empoderamento e protagonismo feminino.

Um destaque para o vídeo fantástico com Nataly Neri, do canal Afros e Afins, no qual ela explica da maneira mais didática possível conceitos como feminismo negro, as raízes do feminismo branco e a apresentação de pautas exclusivamente brancas, deixando de lado minorias que são duplamente oprimidas. Enquanto as sufragistas do começo do século XIX reivindicavam o direito ao voto e a participação no processo político; as mulheres negras lidavam com outras problematizações: lutavam contra a hipersexualização de seus corpos e com outros mitos como o da Tia Anastácia, Mulata Exportação e o mito da mulher negra barraqueira.

 

 

Confira todos esses vídeos e outras produções de outras vlogueiras do programa ao redor do mundo clicando aqui. Para ver as produções nacionais, assista a playlist:

 

 

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aqui sobre uma iniciativa super interessante que o Youtube criou para comemorar o mês da mulher chamada Youtube Spaces Women’s Program, destinada a empoderar mulheres tanto na frente como atrás das câmeras.

O programa selecionou vlogueiras influentes de diversos países para atuar como diretoras criativas e colaborar com a produção de diversas youtubers e estimular mais a participação feminina na plataforma.

No Brasil, essa tarefa ficou a cargo de Jout Jout e ela correu atrás de mulheres maravilhosas não para ensinar, mas para aprender e entender diversas vivências do feminismo e empoderamento feminino. Entre as colaboradores, Jout Jout fez vídeos com as minas lacradoras do Canal das Bee, Afro e Afins, Malena, Liliane Prata, Julia Petit entre outras.

O resultado foi uma lista de conteúdos riquíssimos, discutindo feminismo negro, mulheres em games, empoderamento e protagonismo feminino.

Um destaque para o vídeo fantástico com Nataly Neri, do canal Afros e Afins, no qual ela explica da maneira mais didática possível conceitos como feminismo negro, as raízes do feminismo branco e a apresentação de pautas exclusivamente brancas, deixando de lado minorias que são duplamente oprimidas. Enquanto as sufragistas do começo do século XIX reivindicavam o direito ao voto e a participação no processo político; as mulheres negras lidavam com outras problematizações: lutavam contra a hipersexualização de seus corpos e com outros mitos como o da Tia Anastácia, Mulata Exportação e o mito da mulher negra barraqueira.

 

 

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