Ouça: Oh Land

Oh Land é o nome artístico de Nanna Øland Fabricius, uma cantora e compositora dinamarquesa de 30 anos. Ela atualmente vive no Brooklyn, em Nova York.

Essa pessoa alta, magra, toda estilosa e com cabelos multicoloridos que é a Nanna se transformou em Oh Land em 2008, quando sua carreira como bailarina foi para o saco após ela sofrer uma fratura na coluna vertebral e uma hérnia de disco.

Essa influência do balé está registrada no clipe de “Cherry on top”.

Aos 22 anos, Oh Land escreveu e produziu seu primeiro álbum “Fauna”, que saiu em 2008 na Dinamarca. Ela diz que gravou a maior parte desse disco sozinha em seu quarto, com ajuda apenas dos amigos e família.

Seu segundo álbum, intitulado “Oh Land”, saiu em 2011 e foi sua estreia nos EUA. Com o sucesso na América, ela abriu shows das cantoras Sia e Katy Perry.

Em maio de 2013, a música “Renaissance Girls” foi lançada como single do terceiro álbum, “Wish Bone”.

Come along, come, come along, tough like rocks and sweet like pearls / Come along, come, come along, we can be your renaissance girls

Desse disco também tem mais essas:

Ainda não consegui ouvir inteiro o quarto disco dela, que chama “Earth Sick” e está disponível no YouTube. Só escutei a faixa “Head Up High”, que resume a proposta do trabalho: misturar sinfonia com música eletrônica.

Esse gosto por arranjos orquestrais com certeza tem a ver com seu pai ser organista e sua mãe cantora de ópera. Ela também é tataraneta do etnógrafo Otto Fabricius, que publicou “Fauna Groenlandica” em 1780, as primeiras observações zoológicas da Groenlândia.

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Oh Land fala em seu site sobre esse disco “Earth Sick”:

“Quando você é jovem, você tem todas essas ideias maravilhosas de como você pensa que o mundo funciona e uma ingenuidade que você pode mudá-lo. Quando você cresce, você luta para manter este idealismo e para não se deixar ficar muito frustrada com as complexidades da vida! ‘Earth Sick’ é um álbum que foi escrito de um lugar frustrado. Frustrado com o fato de as coisas na vida não serem preto e branco. As pessoas mudam e sentimentos mudam fora de nosso controle. Mas eu ainda me esforço para manter a esperança que eu tinha quando era uma criança de 10 anos.”

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Girl power no Japão

A “Dazed” fez um perfil bem legal do grupo Tomorrow Girls Troop. São ativistas, artistas, acadêmicas, mas nunca saberemos quem realmente porque elas usam máscaras de coelhos. Algo semelhante às Guerrilla Girls, que, por sua vez, vestem máscaras de gorilas para falarem de girl power.

“O coelho é inteligente, mas impotente. Um monte de meninas japonesas se associam aos coelhos”, diz uma das fundadoras do TGT.

O Tomorrow Girls Troop pretende recuperar e redefinir o bichinho como um símbolo de poder, e usar como mensagem de sensibilização para o feminismo e a igualdade de gênero em um dos lugares de patriarcado mais entrincheirado no mundo desenvolvido, o Japão.

Elas já mexeram com a lei (protestando contra a restrição do sobrenome único em casais no Japão), com a cultura popular (parodiando e criticando representações de mulheres em revistas e propagandas), e até com a linguagem (elas querem mudar a definição de “feminismo” no dicionário japonês).

Mais minas para nos inspirarmos na luta do dia a dia!

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Oh Land é o nome artístico de Nanna Øland Fabricius, uma cantora e compositora dinamarquesa de 30 anos. Ela atualmente vive no Brooklyn, em Nova York.

Essa pessoa alta, magra, toda estilosa e com cabelos multicoloridos que é a Nanna se transformou em Oh Land em 2008, quando sua carreira como bailarina foi para o saco após ela sofrer uma fratura na coluna vertebral e uma hérnia de disco.

Essa influência do balé está registrada no clipe de “Cherry on top”.

Aos 22 anos, Oh Land escreveu e produziu seu primeiro álbum “Fauna”, que saiu em 2008 na Dinamarca. Ela diz que gravou a maior parte desse disco sozinha em seu quarto, com ajuda apenas dos amigos e família.

Seu segundo álbum, intitulado “Oh Land”, saiu em 2011 e foi sua estreia nos EUA. Com o sucesso na América, ela abriu shows das cantoras Sia e Katy Perry.

Em maio de 2013, a música “Renaissance Girls” foi lançada como single do terceiro álbum, “Wish Bone”.

Come along, come, come along, tough like rocks and sweet like pearls / Come along, come, come along, we can be your renaissance girls

Desse disco também tem mais essas:

Ainda não consegui ouvir inteiro o quarto disco dela, que chama “Earth Sick” e está disponível no YouTube. Só escutei a faixa “Head Up High”, que resume a proposta do trabalho: misturar sinfonia com música eletrônica.

Esse gosto por arranjos orquestrais com certeza tem a ver com seu pai ser organista e sua mãe cantora de ópera. Ela também é tataraneta do etnógrafo Otto Fabricius, que publicou “Fauna Groenlandica” em 1780, as primeiras observações zoológicas da Groenlândia.

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Oh Land fala em seu site sobre esse disco “Earth Sick”:

“Quando você é jovem, você tem todas essas ideias maravilhosas de como você pensa que o mundo funciona e uma ingenuidade que você pode mudá-lo. Quando você cresce, você luta para manter este idealismo e para não se deixar ficar muito frustrada com as complexidades da vida! ‘Earth Sick’ é um álbum que foi escrito de um lugar frustrado. Frustrado com o fato de as coisas na vida não serem preto e branco. As pessoas mudam e sentimentos mudam fora de nosso controle. Mas eu ainda me esforço para manter a esperança que eu tinha quando era uma criança de 10 anos.”

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