Que tal ter o Cthulhu como seu Virtual Pet?

A gente já falou sobre o amor aos virtual pets, principalmente de quem viveu os anos 90, quando o Tamagotchi era um chaveirinho digital que custava uma fortuna e que só os bacanas tinham (mas que logo depois choveu versão deles a R$ 5). Era a sensação.

Mas a gente tem uma novidade gamer nostálgica ainda mais especial para você, garota nerd, que ama um RPG ou adora clássicos da literatura de horror fantástica: o mais temido deus dos contos de Lovecraft, o senhor dos mares Cthulhu, pode agora caber em seu bolso e ser seu amiguinho. Não é incr… terrível? <3 Pra ser ainda mais legal, o Cthulhu Virtual Pet tem uma arte fofíssima em 8 bits retrô, como nosso bom, velho e já mencionado Tamagotchi.

 
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Você basicamente tem que cuidar dele pra ele continuar ali, na paz, bem no fundo das profundezas do oceano, pra não resolver se rebelar e acabou-se o mundo. Esse joguim REPRESENTA.

Então vai e baixa esse Cthulhu cruelmente fofinho no seu celular Android ou iOS porque ainda por cima essa graça tá de graça.

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Descartando um namoro por Whatsapp

O clipe da música “How Can It Be (feat. Maddee)”, do canadense Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.

Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.

Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.

Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.

Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
 

Pra quem curtiu o som, ouça o EP e siga o SoundCloud. Fica um outro som aqui:
 

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A gente já falou sobre o amor aos virtual pets, principalmente de quem viveu os anos 90, quando o Tamagotchi era um chaveirinho digital que custava uma fortuna e que só os bacanas tinham (mas que logo depois choveu versão deles a R$ 5). Era a sensação.

Mas a gente tem uma novidade gamer nostálgica ainda mais especial para você, garota nerd, que ama um RPG ou adora clássicos da literatura de horror fantástica: o mais temido deus dos contos de Lovecraft, o senhor dos mares Cthulhu, pode agora caber em seu bolso e ser seu amiguinho. Não é incr… terrível? <3 Pra ser ainda mais legal, o Cthulhu Virtual Pet tem uma arte fofíssima em 8 bits retrô, como nosso bom, velho e já mencionado Tamagotchi.

 
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Você basicamente tem que cuidar dele pra ele continuar ali, na paz, bem no fundo das profundezas do oceano, pra não resolver se rebelar e acabou-se o mundo. Esse joguim REPRESENTA.

Então vai e baixa esse Cthulhu cruelmente fofinho no seu celular Android ou iOS porque ainda por cima essa graça tá de graça.

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