A música de 2015 poderia aprender muito com a música dos anos 70. Enquanto nos dias de hoje cada artista se vende como uma marca, com público-alvo definido e uma construção de imagem impecável, na época do funk, boogie e disco, o artista em muitos momentos saia de cena e deixava o ritmo falar mais alto. Não era sobre uma ou outra personalidade específica, sobre ganhar uma grana ou ficar famoso. Era, acima de tudo, sobre manter o ritmo de forma constante, sobre afinar um groove ao ponto dele se tornar irresistível, sobre emoções mais primordiais, sobre a inexplicável vontade de dançar.
Talvez tenha sido a influência hippie. Talvez seja a noção de ritmo ancestral dos descendentes da África, a genética naturalmente sincopada. Mas é inegável que o funk é a música mais hedonista de todas. Hedonismo inocente e construtivo. Milhares e milhares de músicos anônimos, engajados no prazer de fazer uma sonzeira pesada, propagando boas vibes pra quem puder ouvir. E isso é imediatamente acessível.
Temos que agradecer a internet por nos levar nesse túnel do tempo até essa época mais simples, mais romântica, onde a música fluía como energia e não como produto. Sem ela, poderíamos deixar passar pérolas de gente como Gwen McRae, Peter Brown e Fern Kinney. Essa playlist é uma homenagem ao sentimento leve que é se sentir bem e querer dançar, uma das coisas que une eu e vocé, que identifica a todos nós como membros desse club chamado raça humana. Aumente o som e dance.
A música de 2015 poderia aprender muito com a música dos anos 70. Enquanto nos dias de hoje cada artista se vende como uma marca, com público-alvo definido e uma construção de imagem impecável, na época do funk, boogie e disco, o artista em muitos momentos saia de cena e deixava o ritmo falar mais alto. Não era sobre uma ou outra personalidade específica, sobre ganhar uma grana ou ficar famoso. Era, acima de tudo, sobre manter o ritmo de forma constante, sobre afinar um groove ao ponto dele se tornar irresistível, sobre emoções mais primordiais, sobre a inexplicável vontade de dançar.
Talvez tenha sido a influência hippie. Talvez seja a noção de ritmo ancestral dos descendentes da África, a genética naturalmente sincopada. Mas é inegável que o funk é a música mais hedonista de todas. Hedonismo inocente e construtivo. Milhares e milhares de músicos anônimos, engajados no prazer de fazer uma sonzeira pesada, propagando boas vibes pra quem puder ouvir. E isso é imediatamente acessível.
Temos que agradecer a internet por nos levar nesse túnel do tempo até essa época mais simples, mais romântica, onde a música fluía como energia e não como produto. Sem ela, poderíamos deixar passar pérolas de gente como Gwen McRae, Peter Brown e Fern Kinney. Essa playlist é uma homenagem ao sentimento leve que é se sentir bem e querer dançar, uma das coisas que une eu e vocé, que identifica a todos nós como membros desse club chamado raça humana. Aumente o som e dance.
Ilustração feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (a.k.a. Baby C)
A música de 2015 poderia aprender muito com a música dos anos 70. Enquanto nos dias de hoje cada artista se vende como uma marca, com público-alvo definido e uma construção de imagem impecável, na época do funk, boogie e disco, o artista em muitos momentos saia de cena e deixava o ritmo falar mais alto. Não era sobre uma ou outra personalidade específica, sobre ganhar uma grana ou ficar famoso. Era, acima de tudo, sobre manter o ritmo de forma constante, sobre afinar um groove ao ponto dele se tornar irresistível, sobre emoções mais primordiais, sobre a inexplicável vontade de dançar.
Talvez tenha sido a influência hippie. Talvez seja a noção de ritmo ancestral dos descendentes da África, a genética naturalmente sincopada. Mas é inegável que o funk é a música mais hedonista de todas. Hedonismo inocente e construtivo. Milhares e milhares de músicos anônimos, engajados no prazer de fazer uma sonzeira pesada, propagando boas vibes pra quem puder ouvir. E isso é imediatamente acessível.
Temos que agradecer a internet por nos levar nesse túnel do tempo até essa época mais simples, mais romântica, onde a música fluía como energia e não como produto. Sem ela, poderíamos deixar passar pérolas de gente como Gwen McRae, Peter Brown e Fern Kinney. Essa playlist é uma homenagem ao sentimento leve que é se sentir bem e querer dançar, uma das coisas que une eu e vocé, que identifica a todos nós como membros desse club chamado raça humana. Aumente o som e dance.
Dai Burger é uma rapper do Queens – Nova York, uma estrela de Hip Pop, ícone da moda, e possui o mermaid hair mais lindo que eu já vi. As letras dela falam de empoderamento feminino e liberação sexual para todos. Como na sua música Soufflé, que utiliza metáforas alimentares para falar sobre o orgasmo feminino.
Burger também trabalhou para Lil Mama e Beyoncé (chic) como dançarina em seus clipes. Em 2011 já estava no centro do underground rap feminino de NY.
Descobrimos esse mulherão através do Soundcloud onde tem esse EP e outros bem legais:
Além da música, ela é um estilo, uma grande mistura de coisas lindas, coloridas que nós amamos, traduzida numa colaboração de moda com Patricia Fields a designer conhecida pelo guarda-roupa feminino da HBO.
Ela irá tentar satisfazer o seu apetite, mas provavelmente vai deixar com fome por mais (;