♪ Lésbica Futurista ♪

Colagem feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (Baby C)
Cura gay? JAMÉ!

Vamos chacoalhar o preconceito e esse retrocesso tremendo que o país está enfrentando! A playlist de hoje é pra FERVER na pista depois de ferver de raiva com os absurdos do Congresso Nacional. Cura gay? Ensino religioso obrigatório (lê-se: apenas cristão) nas escolas públicas? O que tá acontecendo? Chega de intolerância, chega de ignorância!

Pra você que é L, G, B, T, Q e simpatizante. É pra purpurinar a família tradicional brasileira, rebolar até o chão e colorir o mundo com as cores do arco-íris.

Temos a maravilhosa rapper cupcakKe, as minas do Sapabonde (não podia faltar), a lacradora Danna Lisboa, Gloria Groove, Ellen Milgrau, MC Trans, GA31 e muito mais.

Não esqueça de seguir as playlists da Ovelha no Spotify!

FORA TEMER!


Colagem feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (Baby C).

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Mais de Nina Grando

Priya Shakti: uma HQ contra o estupro

A falta de representatividade da mulher nos quadrinhos está, aos poucos, sendo preenchida com boas iniciativas. A Marvel, por exemplo, trouxe uma garota de origem muçulmana para viver a super-heroína Ms. Marvel, transformou Thor em uma mulher e nos apresentou a Silk.

Também vemos o quadrinho independente ganhar força com histórias incríveis e divertidas de protagonistas femininas poderosas, como Rat Queens e Lumberjanes.

Recentemente, o cineasta indo-americano Ram Devineni lançou uma HQ para discutir a ainda latente violência sexual contra mulheres na Índia. Priya Shakti conta a história de Priya, uma jovem que sobrevive a um estupro coletivo e resolve lutar – com a ajuda de um tigre e das deusas hindu Parvati e Shiva – contra os agressores, com a missão erradicar os crimes de gênero no país.
 

 
Ram Devineni diz que teve a ideia da HQ após o assassinato de uma estudante em um ônibus em Nova Déli em decorrência de um estupro coletivo, que gerou uma onda de protestos na Índia. Ele disse que, ao conversar com um policial, ouviu que “garotas sérias não deveriam andar sozinhas à noite” – claramente culpabilizando a vítima. Isso fez com que ele percebesse que o estupro e a violência sexual são culturais. Assim, usou de uma das mídias pop mais poderosas para conseguir falar com crianças entre 10 a 12 anos sobre esse problema sério, afim de educá-las desde cedo sobre o problema.

A HQ é ainda transmídia, feita para interagir com tablets e smartphones, proporcionando uma experiência amplificada através da tecnologia da realidade aumentada. Essas interações do leitor com a história ajudou a espalhar a campanha #IStandForPriya (tradução livre: eu apoio Priya), que potencializa a missão do quadrinho.

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