Sim, você leu certo. Não é Bitcoin, mas sim BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.
Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.
A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.
Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.
Sim, você leu certo. Não é Bitcoin, mas sim BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.
Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.
A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.
Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.
Sim, você leu certo. Não é Bitcoin, mas sim BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.
Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.
A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.
Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.
A gente já falou sobre o amor aos virtual pets, principalmente de quem viveu os anos 90, quando o Tamagotchi era um chaveirinho digital que custava uma fortuna e que só os bacanas tinham (mas que logo depois choveu versão deles a R$ 5). Era a sensação.
Mas a gente tem uma novidade gamer nostálgica ainda mais especial para você, garota nerd, que ama um RPG ou adora clássicos da literatura de horror fantástica: o mais temido deus dos contos de Lovecraft, o senhor dos mares Cthulhu, pode agora caber em seu bolso e ser seu amiguinho. Não é incr… terrível? <3
Pra ser ainda mais legal, o Cthulhu Virtual Pet tem uma arte fofíssima em 8 bits retrô, como nosso bom, velho e já mencionado Tamagotchi.
Você basicamente tem que cuidar dele pra ele continuar ali, na paz, bem no fundo das profundezas do oceano, pra não resolver se rebelar e acabou-se o mundo. Esse joguim REPRESENTA.
Então vai e baixa esse Cthulhu cruelmente fofinho no seu celular Android ou iOS porque ainda por cima essa graça tá de graça.
BitchCoin. Essa moeda foi uma criação da artista plástica Sarah Meyohas. Ao comprar 1 BitchCoin, o comprador recebe uma impressão digital de uma fotografia da artista. Dessa forma, os colecionadores podem investir diretamente nela, como artista, do que simplesmente investir em uma arte especificamente.
Para investidores potenciais, é uma aposta na artista sem expiração. Sarah Meyohas promete que o BitchCoin terá um preço fixo de 100 dólares americanos, mesmo se o valor da fotografia aumentar com o tempo. Conforme sua arte for encarecendo ao longo do tempo, o BitchCoin também se valoriza.
A nova moeda digital é destaque na exposição “Where 6,” na galeria Where, em Brooklyn NY. Ao todo, 200 BitchCoins serão vendidos na inauguração do primeiro câmbio fotográfico, intitulado Speculation (“Especulação”, em tradução livre). De agora em diante, os BitchCoins poderão ser trocados por prints da obra Speculation ou qualquer outro futuro trabalho que Meyohas produzirá no futuro.
Normalmente um trabalho de um artista flutua na especulação de colecionadoras do mercado de arte sem a permissão ou mesmo o benefício do autor. Uma vez que ele vende sua obra, é isso: nenhum lucro dessas negociações posteriores volta para o artista. O BitchCoin dá à Sarah Meyohas mais poder sobre a valorização de suas obras. É uma ação corajosa e inteligente que vai de encontro com a atual economia crowd e moedas digitais alternativas, visto em iniciativas como o Patreon.