Sou aficcionada for ficção científica. Escolho muitas das minhas séries e filmes nesse gênero tão maravilhoso. Com Orphan Black não foi muito diferente. Normalmente se a série não me conquista no episódio piloto, é muito difícil que eu dê chances pra me apegar. Ou rola ou não rola. E rolou, rolou pra caralho!
A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.
Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.
E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.
Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?
Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…
1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.
2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.
3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?
4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.
Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.
A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!
Imagens: divulgação
Sou aficcionada for ficção científica. Escolho muitas das minhas séries e filmes nesse gênero tão maravilhoso. Com Orphan Black não foi muito diferente. Normalmente se a série não me conquista no episódio piloto, é muito difícil que eu dê chances pra me apegar. Ou rola ou não rola. E rolou, rolou pra caralho!
A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.
Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.
E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.
Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?
Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…
1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.
2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.
3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?
4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.
Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.
A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!
Sou aficcionada for ficção científica. Escolho muitas das minhas séries e filmes nesse gênero tão maravilhoso. Com Orphan Black não foi muito diferente. Normalmente se a série não me conquista no episódio piloto, é muito difícil que eu dê chances pra me apegar. Ou rola ou não rola. E rolou, rolou pra caralho!
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[infobox maintitle="Hey, já assistiu?" subtitle="Abaixo escrevo sobre o plot, se você não gosta de saber nada de nada sobre o que vai começar a assistir, pule para o próximo tópico. Contém mini spoilers, mas mini mesmo." bg="green" color="black" opacity="on" space="30" link="no link"]
A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.
Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.
[caption id="attachment_3597" align="aligncenter" width="700"] Sarah está cho-ca-da[/caption]
E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.
Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?
Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…
1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.
2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.
3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?
4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.
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Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.
A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!
Há certos tipos de humor que são específicos. Eu por exemplo não gosto de séries de humor, nem mesmo das renomadas como The Office, e sou muito julgada por isso, hahaha. Recentemente conheci uma miga que é completamente viciada em todos os tipos de série e depois de eu ver The Fall, recomendada por ela, que é uma excelente série feminista, estava à procura de outra para sanar a orfandade que se segue pós série/livro bons. Então a Kari me recomendou Unbreakable Kimmy Schimdt e mesmo relutante por ser de comédia, assisti. Obrigada Kari.
Nos primeiros cinco minutos eu já sabia que seria minha série favorita. Females are strong as hell! É a frase musicada com auto tunes na abertura do seriado, que pra quem cresceu nos anos 90 e na primeira década dos anos dois mil, é um prato cheio de referências maravilhosas. Desde indumentária, musicas, expressões, etc.
E aí voltamos para a questão do humor específico. Unbreakable Kimmy Schimdt tem um humor extremamente cartunesco, não é para todes. A direção de arte é toda cartunesca também, o ambiente em torno da personagem principal é colorido como uma grande loja de doces infantil. As piadas são rápidas e algumas surreais de forma que você entende como se estivesse vendo chapada. E enquanto chapada, também tem a mesma impressão, hahaha.
O mote não deixa a parte surreal para trás ainda que muitos casos semelhantes tenham acontecido no mundo, principalmente nos Estados Unidos. Kimmy foi sequestrada por um pastor de uma igreja pós apocalíptica e passou 15 anos em um bunker embaixo da terra com mais 3 mulheres. Após serem resgatadas, Kimmy vai para Manhattan tentar uma vida sem rótulo vitimista onde ninguém a conheça, vai morar com Titus, um ator frustrado, negro e gay em um prédio numa área meio barra pesada em que a senhoria é a maravilhosa Lillian, uma mulher que viveu bem a década de 70, digamos.
O cenário é todo bem cliché, a construção da história gira em torno da Kimmy e das possíveis resoluções que ela encontra para lidar com o que ela já viveu e os novos obstáculos que está vivendo de forma positiva ao extremo. Há tentativas com acertos e erros e cada uma tem a sua moral da história. Todas com muito bom humor. Quase como quem usa de bom humor para maquiar o que lhe aconteceu e estamos falando de um cenário de misoginia, possível estupro e abusos sexuais enquanto Kimmy e as Mulheres Topeira (como são chamadas pela mídia dentro da série) estavam no bunker.
A série lida com problemas reais fazendo críticas extremamente pungentes em um humor político e necessário. Há recorte de classe e raça o tempo inteiro e críticas acerca do machismo, xenofobia, mídia sensacionalista, classe alta estadunidense e o poder do homem branco que não é questionado em absolutamente nada e em momento algum, são de uma sensibilidade única. O espectador é bombardeado com piadas irônicas acerca da temática minorias e isso é sem dúvida o que as feministas estavam esperando há algum tempo.
Kimmy não se fecha em seu empoderamento, ela transborda empatia sem fazer a white savior e estende sua mão para todes que precisam se empoderar, é sororidade e humor ao extremo. É possível fazer militância com humor, só tenho a agradecer à Tina Fey por isso.
A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.
Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.
E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.
Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?
Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…
1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.
2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.
3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?
4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.
Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.
A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!