Ouça: Y La Bamba

Dona de um dos cabelos grisalhos mais estilosos que já vi, Luz Elena Mendoza encabeça a banda folk Y La Bamba, de Portland, Oregon.

Nascida em São Francisco, com pais mexicanos, Luz canta sobre o conflito identitário que é comum à muitos descendentes de imigrantes, assim como religiosidade, senso de comunidade e família.

Em 2015, Mendoza criou uma campanha Kickstarter para financiar seu quarto disco, Ojos del Sol. Junto com a produção do disco, a cantora produziu stencils de suas obras de arte para cada faixa. A campanha obteve grande sucesso e Y La Bamba lançou o álbum em setembro de 2016, obtendo ótimas críticas.

Em seu trabalho mais recente, a vocalista e compositora abraçou suas raízes mexicanas,  cantando em espanhol e em inglês, usando sua voz tanto como um instrumento musical – explorando seu alcance tonal de maneiras surpreendentes – como um veículo para expressar suas letras sobre sua identidade como mulher mexicana e estadunidense.

Veja alguns vídeos:

 

 

 

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Leia: Elvira Vigna

A escritora brasileira Elvira Vigna morreu ontem, dia 10 de julho, aos 69 anos. A vencedora dos prêmios Machado de Assis em 2010 e da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2016 tinha sido diagnosticada com carcinoma micropapilar invasivo em 2012 e morreu devido a complicações dessa doença.

Desde seu diagnóstico, publicou três romances – O que deu para fazer em matéria de história de amor, Por escrito e Como se estivéssemos em palimpsesto de putas -, além de diversos contos e traduções.

Com uma carreira plural, além de escritora, Vigna trabalhou como jornalista, ilustradora, artista plástica e editora. Abriu três editoras ao longo de sua carreira, para publicações acadêmicas, marginais e de traduções. Já mostrou seus trabalhos como artista plástica em três exposições, foi escritora de livros infantis e ganhou o prêmio Jabuti como melhor ilustração para o livro Primeira Palavra, de Tino Freitas.

Nunca escrevi do ponto de vista masculino. Mulheres e gays, sim. Não sei se não tenho interesse ou se não sou capaz de me imaginar homem. Há uma outra questão também. Acho que homens héteros brancos de classe média têm muito pouco a dizer.

A autora disponibilizou integralmente alguns de seus trabalhos em seu site pessoal. Separamos também algumas das reportagens feitas sobre a sua obra e queremos compartilhar com vocês toda a sabedoria de Elvira Vigna:

>> A ira de Vigna – Brasileiros

>> Entrevista com Elvira Vigna – Canal Arte 1

>> Muito a dizer – Piauí

>> Elvira Vigna se tornará uma autora brasileira incontornável – Folha Ilustrada

>> Elvira Vigna em trechos escolhidos por três conhecedores de sua obra – Nexo

>> ELVIRA VIGNA: AUTORA FALA SOBRE SER “VELHA E FEMINISTA” – Kd Mulheres

>> Leia trecho de Como Se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas, de Elvira Vigna – Folha de S. Paulo

>> 5 livros essenciais para conhecer e compreender Ecléa Bosi e Elvira Vigna – Huff Post Brasil

>> Elvira Vigna e por que você precisa lê-la – Homo Literatus

>> [O que ler de] ELVIRA VIGNA – Suplemento Pernambuco

Leia mais
Dona de um dos cabelos grisalhos mais estilosos que já vi, Luz Elena Mendoza encabeça a banda folk Y La Bamba, de Portland, Oregon.

Nascida em São Francisco, com pais mexicanos, Luz canta sobre o conflito identitário que é comum à muitos descendentes de imigrantes, assim como religiosidade, senso de comunidade e família.

Em 2015, Mendoza criou uma campanha Kickstarter para financiar seu quarto disco, Ojos del Sol. Junto com a produção do disco, a cantora produziu stencils de suas obras de arte para cada faixa. A campanha obteve grande sucesso e Y La Bamba lançou o álbum em setembro de 2016, obtendo ótimas críticas.

Em seu trabalho mais recente, a vocalista e compositora abraçou suas raízes mexicanas,  cantando em espanhol e em inglês, usando sua voz tanto como um instrumento musical – explorando seu alcance tonal de maneiras surpreendentes – como um veículo para expressar suas letras sobre sua identidade como mulher mexicana e estadunidense.

Veja alguns vídeos:

 

 

 

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