Mais uma semana com um monte de assuntos importantes e inspiradores que achamos que merecem a atenção de vocês.
// WHITE SHOES
A Folha entrevistou a fotógrafa norte-americana Nona Faustine (foto acima), que fica nua e usa apenas sapatos brancos de salto alto para se autorretratar em lugares de Nova York que, há 200 anos, foram palco da violência escravagista. Leia aqui.
// JORNALISMO HUMANIZADO
A Olga elaborou um minimanual do jornalismo humanizado que “pretende fornecer aos profissionais de comunicação ferramentas básicas para uma redação limpa de sexismo, racismo, homofobia e transfobia, apontando erros de abordagem básicos cometidos na cobertura de crimes de gênero – não apenas pelo dever moral do tratamento humanizado para todos os envolvidos, mas também para que o jornalismo não colabore com a perpetuação de discursos de ódio”.
A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no Brasil, diz relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens. Matéria da BBC.
// AS RUAS FALAM
Mulheres usam lambe-lambe para combater e denunciar abusos em SP. Matéria da Folha que fala dos projetos Se Essa Rua Fosse Nossa, organizado pela escritora Ryane Leão, Onde Jazz Meu Coração, e do Frida Feminista.
Juristas criam grupo feminista contra desigualdade de gênero. Fazem parte do grupo juízas, defensoras públicas, promotoras, sócias de escritórios de advocacia, professoras universitárias e pesquisadoras. Leia aqui.
// #NOMAKEUP
A cantora Alicia Keys publicou um texto na Lenny Letter em que fala sobre a decisão de não usar mais maquiagem.
Uma foto publicada por Alicia Keys (@aliciakeys) em
// HOLLYWOOD
“Sempre fiquei fascinada sobre como as mulheres têm que ser mais bem comportadas do que os homens”, desabafa Jennifer Lopez sobre ser chamada de “diva” no set de filmagens. A “Hollywood Reporter” entrevistou Lopez, Kerry Washington, Julianna Margulies, Sarah Paulson, Kirsten Dunst, Regina King e Constance Zimmer.
// TECNOLOGIA
Matéria do Nexo sobre o risco de exposição indevida via webcam do computador. “A ideia de que possa existir alguém nos assistindo sem nosso conhecimento, aliás, é digna de filme de terror. Por isso, um número cada vez maior de pessoas está tomando uma medida simples: tapando a webcam com um adesivo ou um post-it.”
// VIBRADORES, UMA HISTÓRIA
Mulheres usam vibradores há muito mais tempo do que se imagina.
O filme da Mulher Maravilha, que deve estrear em 2017, será o primeiro dirigido por uma cineasta mulher em Hollywood a ter um orçamento de US$ 100 milhões. Sim, o primeiro!
// PEDOFILIZAÇÃO
“A sociedade convoca os olhares para que desejem essas meninas”, diz a professora Jane Felipe de Souza, que desenvolveu o conceito de “pedofilização”, em entrevista à Galileu.
Clipe novo da MØ para finalizar e dar uma dançadinha de leve
Até a próxima semana! Força \o/
Olá, ovelhitas!
Mais uma semana com um monte de assuntos importantes e inspiradores que achamos que merecem a atenção de vocês.
// WHITE SHOES
A Folha entrevistou a fotógrafa norte-americana Nona Faustine (foto acima), que fica nua e usa apenas sapatos brancos de salto alto para se autorretratar em lugares de Nova York que, há 200 anos, foram palco da violência escravagista. Leia aqui.
// JORNALISMO HUMANIZADO
A Olga elaborou um minimanual do jornalismo humanizado que “pretende fornecer aos profissionais de comunicação ferramentas básicas para uma redação limpa de sexismo, racismo, homofobia e transfobia, apontando erros de abordagem básicos cometidos na cobertura de crimes de gênero – não apenas pelo dever moral do tratamento humanizado para todos os envolvidos, mas também para que o jornalismo não colabore com a perpetuação de discursos de ódio”.
A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no Brasil, diz relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens. Matéria da BBC.
// AS RUAS FALAM
Mulheres usam lambe-lambe para combater e denunciar abusos em SP. Matéria da Folha que fala dos projetos Se Essa Rua Fosse Nossa, organizado pela escritora Ryane Leão, Onde Jazz Meu Coração, e do Frida Feminista.
Juristas criam grupo feminista contra desigualdade de gênero. Fazem parte do grupo juízas, defensoras públicas, promotoras, sócias de escritórios de advocacia, professoras universitárias e pesquisadoras. Leia aqui.
// #NOMAKEUP
A cantora Alicia Keys publicou um texto na Lenny Letter em que fala sobre a decisão de não usar mais maquiagem.
Uma foto publicada por Alicia Keys (@aliciakeys) em
// HOLLYWOOD
“Sempre fiquei fascinada sobre como as mulheres têm que ser mais bem comportadas do que os homens”, desabafa Jennifer Lopez sobre ser chamada de “diva” no set de filmagens. A “Hollywood Reporter” entrevistou Lopez, Kerry Washington, Julianna Margulies, Sarah Paulson, Kirsten Dunst, Regina King e Constance Zimmer.
// TECNOLOGIA
Matéria do Nexo sobre o risco de exposição indevida via webcam do computador. “A ideia de que possa existir alguém nos assistindo sem nosso conhecimento, aliás, é digna de filme de terror. Por isso, um número cada vez maior de pessoas está tomando uma medida simples: tapando a webcam com um adesivo ou um post-it.”
// VIBRADORES, UMA HISTÓRIA
Mulheres usam vibradores há muito mais tempo do que se imagina.
O filme da Mulher Maravilha, que deve estrear em 2017, será o primeiro dirigido por uma cineasta mulher em Hollywood a ter um orçamento de US$ 100 milhões. Sim, o primeiro!
// PEDOFILIZAÇÃO
“A sociedade convoca os olhares para que desejem essas meninas”, diz a professora Jane Felipe de Souza, que desenvolveu o conceito de “pedofilização”, em entrevista à Galileu.
Mais uma semana com um monte de assuntos importantes e inspiradores que achamos que merecem a atenção de vocês.
// WHITE SHOES
A Folha entrevistou a fotógrafa norte-americana Nona Faustine (foto acima), que fica nua e usa apenas sapatos brancos de salto alto para se autorretratar em lugares de Nova York que, há 200 anos, foram palco da violência escravagista. Leia aqui.
// JORNALISMO HUMANIZADO
A Olga elaborou um minimanual do jornalismo humanizado que “pretende fornecer aos profissionais de comunicação ferramentas básicas para uma redação limpa de sexismo, racismo, homofobia e transfobia, apontando erros de abordagem básicos cometidos na cobertura de crimes de gênero – não apenas pelo dever moral do tratamento humanizado para todos os envolvidos, mas também para que o jornalismo não colabore com a perpetuação de discursos de ódio”.
A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no Brasil, diz relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens. Matéria da BBC.
// AS RUAS FALAM
Mulheres usam lambe-lambe para combater e denunciar abusos em SP. Matéria da Folha que fala dos projetos Se Essa Rua Fosse Nossa, organizado pela escritora Ryane Leão, Onde Jazz Meu Coração, e do Frida Feminista.
Juristas criam grupo feminista contra desigualdade de gênero. Fazem parte do grupo juízas, defensoras públicas, promotoras, sócias de escritórios de advocacia, professoras universitárias e pesquisadoras. Leia aqui.
// #NOMAKEUP
A cantora Alicia Keys publicou um texto na Lenny Letter em que fala sobre a decisão de não usar mais maquiagem.
Uma foto publicada por Alicia Keys (@aliciakeys) em
// HOLLYWOOD
“Sempre fiquei fascinada sobre como as mulheres têm que ser mais bem comportadas do que os homens”, desabafa Jennifer Lopez sobre ser chamada de “diva” no set de filmagens. A “Hollywood Reporter” entrevistou Lopez, Kerry Washington, Julianna Margulies, Sarah Paulson, Kirsten Dunst, Regina King e Constance Zimmer.
// TECNOLOGIA
Matéria do Nexo sobre o risco de exposição indevida via webcam do computador. “A ideia de que possa existir alguém nos assistindo sem nosso conhecimento, aliás, é digna de filme de terror. Por isso, um número cada vez maior de pessoas está tomando uma medida simples: tapando a webcam com um adesivo ou um post-it.”
// VIBRADORES, UMA HISTÓRIA
Mulheres usam vibradores há muito mais tempo do que se imagina.
O filme da Mulher Maravilha, que deve estrear em 2017, será o primeiro dirigido por uma cineasta mulher em Hollywood a ter um orçamento de US$ 100 milhões. Sim, o primeiro!
// PEDOFILIZAÇÃO
“A sociedade convoca os olhares para que desejem essas meninas”, diz a professora Jane Felipe de Souza, que desenvolveu o conceito de “pedofilização”, em entrevista à Galileu.
Um dos filmes mais comentados e elogiados do ano passado tem uma história bem simples: uma garota nova-iorquina só se ferra na batalha diária da vida. Frances Ha, personagem-título, passa por situações extremamente constrangedoras, como fazer um “bate e volta” deprimente a Paris, e outras que poderiam ser constrangedoras, mas são fofas, tipo dançar descontroladamente no meio da rua. “Às vezes é bom fazer o que você deve fazer quando você tem que fazer”, diz Frances. “Amiga, me dá um abraço”, você pensa ao ver o filme. Veja uma das cenas mais lindinhas.
O que eu fui descobrir só essas semanas graças ao Netflix é que a belíssima-atriz-musa-amiga da Lena Dunham, Greta Gerwig, lançou em 2012 um filme parecidíssimo com “Frances Ha”. “Lola Versus” nem chegou a estrear nos cinemas brasileiros muito menos chamou a atenção da crítica gringa por ter uma vibe meio “Sessão da Tarde”. Porém, ao ler a sinopse, eu senti que precisava dar uma conferida nisso aí. Lola, personagem-título, tem 29 anos e está prestes a se casar com Luke, que é interpretado pelo muso Joel Kinnaman (o Holder, da série “The Killing”), quando ele entra em pânico e resolve terminar tudo.
Perto da fotografia em preto e branco de “Frances Ha”, “Lola Versus” é meio que colorido demais. Conforme uma amiga me ajudou a observar, as duas personagens se veem de repente livres de seus relacionamentos para conhecerem o mundo. Frances é a garota solitária, rejeitada até pela melhor amiga blasé; Lola é a disputada por todos os homens que aparecem em cena e até pela amiga-grude, afetada demais da conta.
“Frances Ha” é mais realista. Frances paga aluguel, visita a família no Natal e sofre para viver de sua arte, o ballet. “Lola Versus” é mais piegas. Lola está sempre com maquiagem, cabelo e figurino perfeitos, seu apartamento é belezinha de catálogo, faz doutorado em literatura, e tudo isso sustentado pelo trabalho como garçonete.
É bizarro como dois filmes diferentes possam se complementar tanto. Parece até que a Greta Gerwig ficou tão decepcionada com o papel da Lola que ajudou o diretor e roteirista Noah Baumbach a fazer de “Frances Ha” um puta filme – e ela colaborou de verdade com o roteiro. Enfim, deixei bem claro quem é minha favorita, mas confesso que dei uma chorada com os dramas das duas personagens. E mal posso esperar para ver “The Humbling“, o novo filme da nossa musa ao lado de Al Pacino, ainda sem data de estreia no Brasil.
A Olga elaborou um minimanual do jornalismo humanizado que “pretende fornecer aos profissionais de comunicação ferramentas básicas para uma redação limpa de sexismo, racismo, homofobia e transfobia, apontando erros de abordagem básicos cometidos na cobertura de crimes de gênero – não apenas pelo dever moral do tratamento humanizado para todos os envolvidos, mas também para que o jornalismo não colabore com a perpetuação de discursos de ódio”.
A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no Brasil, diz relatório final da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens. Matéria da BBC.
// AS RUAS FALAM
Mulheres usam lambe-lambe para combater e denunciar abusos em SP. Matéria da Folha que fala dos projetos Se Essa Rua Fosse Nossa, organizado pela escritora Ryane Leão, Onde Jazz Meu Coração, e do Frida Feminista.
Juristas criam grupo feminista contra desigualdade de gênero. Fazem parte do grupo juízas, defensoras públicas, promotoras, sócias de escritórios de advocacia, professoras universitárias e pesquisadoras. Leia aqui.
// #NOMAKEUP
A cantora Alicia Keys publicou um texto na Lenny Letter em que fala sobre a decisão de não usar mais maquiagem.
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// HOLLYWOOD
“Sempre fiquei fascinada sobre como as mulheres têm que ser mais bem comportadas do que os homens”, desabafa Jennifer Lopez sobre ser chamada de “diva” no set de filmagens. A “Hollywood Reporter” entrevistou Lopez, Kerry Washington, Julianna Margulies, Sarah Paulson, Kirsten Dunst, Regina King e Constance Zimmer.
// TECNOLOGIA
Matéria do Nexo sobre o risco de exposição indevida via webcam do computador. “A ideia de que possa existir alguém nos assistindo sem nosso conhecimento, aliás, é digna de filme de terror. Por isso, um número cada vez maior de pessoas está tomando uma medida simples: tapando a webcam com um adesivo ou um post-it.”
// VIBRADORES, UMA HISTÓRIA
Mulheres usam vibradores há muito mais tempo do que se imagina.
O filme da Mulher Maravilha, que deve estrear em 2017, será o primeiro dirigido por uma cineasta mulher em Hollywood a ter um orçamento de US$ 100 milhões. Sim, o primeiro!
// PEDOFILIZAÇÃO
“A sociedade convoca os olhares para que desejem essas meninas”, diz a professora Jane Felipe de Souza, que desenvolveu o conceito de “pedofilização”, em entrevista à Galileu.