Links da semana

'Your Body is a Space That Sees'

Olá, ovelhas!

Mais uma semana com um monte de coisas importantes e inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês.


// ARTE

Começamos com o trabalho da artista americana Lia Halloran.

“Your body is a space that sees” (foto acima) é uma série de gravuras de cianotipia que busca narrativas e imagens históricas para traçar contribuições das mulheres na astronomia desde a antiguidade.


// QUANDO VOCÊ

#Quandovocê é um movimento de mulheres na luta pela conscientização masculina, contra o abuso, a opressão e a cultura do machismo. VEJA O VÍDEO.

 


// LIVRO INFANTIL

“Good Night Stories for Rebel Girls” é um livro infantil que reinventa os contos de fada, inspirando garotas com histórias de 100 grandes mulheres de Elizabeth 1ª a Serena Williams.

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// MINAS DO REGGAE

Matéria do UOL sobre a festa Feminine Hi-Fi, criada por Daniella Pimenta, Renata Aguiar, Andrea Soriano e a cantora Laylah Arruda. Leia.

 


// VIOLÊNCIA

Negros escracham manifestação de brancos em apoio a morte de criança. Matéria da Ponte.

“Eles são um esgoto de gente. Não têm menor preocupação com a vida dos policiais”, disse a parapsicóloga Maria Helena Franklin, 63 anos, que, mesmo tendo oito filhos, disse que matar Ítalo foi “mais do que certo”. “A polícia interrompeu a carreira de um bandido. Se fosse num país de primeiro mundo, aquele menino pegava prisão perpétua. Aqui fizeram o mínimo com ele”, afirmou. Metida num casaco de peles, contou que mora no Morumbi há 31 anos e reclamou de sofrer com a violência do crime. “Eu já fui assaltada por criança de oito anos ou menos, magrinho, franzino, com canivete na mão.”

 


// VOLTOU ATRÁS

A cantora Azealia Banks publicou um textão no Facebook dizendo que nunca mais usará a palavra “faggot” (“veado”, em tradução livre). “Isso não é uma desculpazinha, mas tenho percebido que as palavras ferem. Enquanto eu posso ser imune a cada palavra e ter uma casca mais grossa do que os demais, isso não significa que eu posso sair por aí dando as pessoas ao meu redor o mesmo tratamento que fez da minha casca tão grossa”, escreveu. Se dão uma chance para o Criolo, quando ele muda letra transfóbica, por que não para Azealia?

[caption id="attachment_7837" align="aligncenter" width="700"]Crédito: vmagazine.com Crédito: vmagazine.com[/caption]

 


// REINO UNIDO

Um hospital de Londres abriu a primeira maternidade do Reino Unido voltada especialmente a vítimas de estupro que optaram por ter seus bebês.

A criação da maternidade é fruto de uma iniciativa conjunta do NHS (National Health Service), o SUS britânico, e do projeto My Body Back (Meu Corpo de Volta, em tradução livre). A ONG foi fundada no ano passado pela britânica Pavan Amara, de 28 anos, que foi estuprada ainda adolescente. Matéria da BBC.

 


// APLICATIVO

O Tinder anunciou que irá readequar sua interface para que transgêneros (que não se identificam com o sexo biológico) possam ter uma opção além de “homem” e “mulher” quando se cadastrarem.

 


// POR TODAS ELAS

A música “Morte e Vida Uterina”, de autoria de Paula Cavalciuk, ganhou um vídeo feito com a colaboração de 54 mulheres que enviaram suas mensagens de protesto e empoderamento. ASSISTA.

 


// CARRIE + KENZO

A musa Carrie Brownstein, cantora da Sleater-Kinney, criadora de “Portlandia”, atriz de “Transparent” e muitas outras coisas, vai dirigir um curta-metragem de comédia para a marca Kenzo.

O filme chamará “The Realest Real”, será estrelado por Natasha Lyonne, Mahershala Ali, Laura Harrier, Rowan Blanchard e Kim Gordon, e estreia em setembro.

 


// JO COX

A deputada britânica Jo Cox, de 41 anos, mãe de dois filhos, foi atacada a tiros em Birstall, no norte da Inglaterra, e morreu em decorrência dos ferimentos pouco depois, em um hospital de Leeds.

Cox era partidária da permanência do Reino Unido na União Europeia. Segundo vários meios de comunicação, seu agressor gritou “Reino Unido primeiro!”, um lema da ultradireita britânica.

Em referendo realizado na quinta, os britânicos optaram pela desvinculação do país da UE — a chamada Brexit, junção das palavras em inglês “Britain” (Grã-Bretanha) e “exit” (saída).

 


// CAGOU

Rebeca Puig, do Collant sem decote, escreveu sobre o caso do produtor do Studio Ghibli que fez um comentário péssimo sobre mulheres.

 


// JOICE SILVA

A Caixa criou o projeto Sons da conquista e apresenta a atleta Joice Silva com música da Karol Conká.

 


// PODER

Virginia Raggi, uma advogada de 37 anos, foi eleita a primeira prefeita da história de Roma.

 


// SAÚDE DA MULHER

Um texto sobre as questões políticas e culturais que envolvem a menstruação.

 


// BARBIE GAMER

A Mattel lançou a Game Developer Barbie! Aqui.

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// NOSSO CORPO

Para terminar, esse vídeo ma-ra-vi-lho-so da Bustle: Como ter um biquíni ideal para o seu corpo (para feministas).

 


Até a próxima semana! Força \o/

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Mais de Letícia Mendes

Como chorar muito com um filme

Cheguei à conclusão de que os filmes que mais me fizeram sentir alguma emoção, lágrimas intensas e sorrisos sinceros, são os feitos pelo Studio Ghibli. Se você não conhece, amiga, pare de perder seu tempo. O Studio Ghibli foi fundado no Japão em 1985 por quatro caras: Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Yasuyoshi Tokuma. Certamente Miyazaki é o mais famoso deles. Quase todo mundo já ouviu falar de “A viagem de Chihiro” (2001), uma das animações que ele dirigiu mais encantadoras de todas.

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Mas o que me levou a escrever esse texto foi um longa do Takahata, chamado “Túmulo dos vagalumes” (1988). Céus! É uma das histórias mais tristes que já vi na vida. São dois irmãos, Seita e a pequenina Setsuko, que ficam órfãos durante a 2ª Guerra Mundial. A cumplicidade deles é linda e é o que faz você chorar mais ainda por conta do final trágico. É uma pena que não seja um filme tão conhecido no Brasil, mas tem legendado no YouTube.

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Do Takahata também tem os belíssimos “PomPoko: A grande batalha dos guaxinins” (1994) e “O conto da princesa Kaguya” (2013). Do Miyazaki, a recomendação é que você veja todos os filmes possíveis. Para citar alguns: “Meu amigo Totoro” (1988) – foooofo demais –, “O serviço de entregas da Kiki” (1989) – eu queria voar numa vassoura e usar um laço vermelho enorme na cabeça –, “Porco Rosso” (1992), “Princesa Mononoke” (1997), “O castelo animado” (2004), “Ponyo” (2008), e, o mais recente, “Vidas ao vento”.

Aliás, o drama de “Vidas ao vento” também se passa durante a 2ª Guerra Mundial, em que um jovem superinteligente chamado Jiro desenha aviões que ganham a finalidade de carregar bombas. “Le vent se lève il faut tenter de vivre” ou “o vento se vai é preciso tentar viver”, é uma frase citada pelo personagem. Studio Ghibli acaba comigo. É muita dor no coração, mas uma dor do bem.

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Outra dica, para quem é fanática como eu, é ver o documentário “Yume to kyôki no ohkoku” ou “The kingdom of dreams and madness”, que mostra a rotina do Miyazaki e de todos os funcionários do Studio Ghibli. É demais ver como as animações são criadas e todo o processo dos japas para distribuírem essas histórias que mexem com gente do mundo todo. Chorei.

Leia mais
“Your body is a space that sees” (foto acima) é uma série de gravuras de cianotipia que busca narrativas e imagens históricas para traçar contribuições das mulheres na astronomia desde a antiguidade.


// QUANDO VOCÊ

#Quandovocê é um movimento de mulheres na luta pela conscientização masculina, contra o abuso, a opressão e a cultura do machismo. VEJA O VÍDEO.

 


// LIVRO INFANTIL

“Good Night Stories for Rebel Girls” é um livro infantil que reinventa os contos de fada, inspirando garotas com histórias de 100 grandes mulheres de Elizabeth 1ª a Serena Williams.

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// MINAS DO REGGAE

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// VIOLÊNCIA

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“Eles são um esgoto de gente. Não têm menor preocupação com a vida dos policiais”, disse a parapsicóloga Maria Helena Franklin, 63 anos, que, mesmo tendo oito filhos, disse que matar Ítalo foi “mais do que certo”. “A polícia interrompeu a carreira de um bandido. Se fosse num país de primeiro mundo, aquele menino pegava prisão perpétua. Aqui fizeram o mínimo com ele”, afirmou. Metida num casaco de peles, contou que mora no Morumbi há 31 anos e reclamou de sofrer com a violência do crime. “Eu já fui assaltada por criança de oito anos ou menos, magrinho, franzino, com canivete na mão.”

 


// VOLTOU ATRÁS

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// REINO UNIDO

Um hospital de Londres abriu a primeira maternidade do Reino Unido voltada especialmente a vítimas de estupro que optaram por ter seus bebês.

A criação da maternidade é fruto de uma iniciativa conjunta do NHS (National Health Service), o SUS britânico, e do projeto My Body Back (Meu Corpo de Volta, em tradução livre). A ONG foi fundada no ano passado pela britânica Pavan Amara, de 28 anos, que foi estuprada ainda adolescente. Matéria da BBC.

 


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A música “Morte e Vida Uterina”, de autoria de Paula Cavalciuk, ganhou um vídeo feito com a colaboração de 54 mulheres que enviaram suas mensagens de protesto e empoderamento. ASSISTA.

 


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O filme chamará “The Realest Real”, será estrelado por Natasha Lyonne, Mahershala Ali, Laura Harrier, Rowan Blanchard e Kim Gordon, e estreia em setembro.

 


// JO COX

A deputada britânica Jo Cox, de 41 anos, mãe de dois filhos, foi atacada a tiros em Birstall, no norte da Inglaterra, e morreu em decorrência dos ferimentos pouco depois, em um hospital de Leeds.

Cox era partidária da permanência do Reino Unido na União Europeia. Segundo vários meios de comunicação, seu agressor gritou “Reino Unido primeiro!”, um lema da ultradireita britânica.

Em referendo realizado na quinta, os britânicos optaram pela desvinculação do país da UE — a chamada Brexit, junção das palavras em inglês “Britain” (Grã-Bretanha) e “exit” (saída).

 


// CAGOU

Rebeca Puig, do Collant sem decote, escreveu sobre o caso do produtor do Studio Ghibli que fez um comentário péssimo sobre mulheres.

 


// JOICE SILVA

A Caixa criou o projeto Sons da conquista e apresenta a atleta Joice Silva com música da Karol Conká.

 


// PODER

Virginia Raggi, uma advogada de 37 anos, foi eleita a primeira prefeita da história de Roma.

 


// SAÚDE DA MULHER

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// BARBIE GAMER

A Mattel lançou a Game Developer Barbie! Aqui.

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// NOSSO CORPO

Para terminar, esse vídeo ma-ra-vi-lho-so da Bustle: Como ter um biquíni ideal para o seu corpo (para feministas).

 


Até a próxima semana! Força \o/

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