Aqui veremos conteúdos produzidos principalmente por mulheres inspiradoras para nós mulheres. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá no fim do post <3
// SOLANGE
Ainda sob o impacto de “Lemonade”, da rainha Beyoncé, agora temos mais um disco belíssimo para ouvir o dia todo. Solange Knowles, apenas irmã de Beyoncé, lançou na semana passada “A seat at the table” e divulgou os vídeos de “Cranes in the sky” e “Don’t touch my hair”. Por favor, veja essas obras de arte:
Leia duas entrevistas (em inglês) com a Solange. No Stereogum e na revista The Fader.
// 1ª MINISTRA TRANS
Uma ‘hacker’ para digitalizar Taiwan. Matéria do El País sobre Audrey Tang, programadora, ativista digital e a primeira ministra transsexual do mundo.
// POLÔNIA
“Vestidas de preto, milhares de mulheres tomaram as ruas de mais de 60 cidades polonesas no dia 3 de outubro. Elas protestaram contra uma mudança na legislação que restringiria ainda mais o direito ao aborto no país.
O movimento foi tão massivo que fez o governo polonês recuar na quarta-feira (5).”
A primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Vídeo do Nexo:
// CASO ELENA FERRANTE
Também nesta semana o jornalista Claudio Gatti resolveu DAR UM FURO e revelou a “verdadeira identidade” da escritora Elena Ferrante em uma situação absurda de invasão de privacidade.
O El País entrevistou a Silvia Querini, diretora literária do grupo editorial Lumen e editora do trabalho de Ferrante na Espanha. E ela disse exatamente o que achamos:
“Sua ideia (de Elena Ferrante) é que o texto é o que importa, e o que o jornalista fez foi fuçar no anonimato, nos nomes. Em vez de investigar a evasão fiscal, tem se dedicado a pesquisar as contas de uma escritora. Para mim, o verdadeiro nome não importa, nem como editora nem como leitora.”
A photo posted by Samira Wiley (@whododatlikedat) on
// 100% FEMINISTA
A MC Carol e a Karol Conká lançaram o single “100% feminista”. Essa faixa e a também ótima “Delação premiada” estão no primeiro disco da MC Carol, “Bandida”. O funk, o rap e o feminismo ganham muito com essa parceria que pode ser considerada nosso novo hino.
“— Eu não sabia que era feminista. Eu já era desde criança, mas não sabia que tinha um nome para isso, para essa forma de pensar. Vim descobrir há pouco tempo, acho que no ano passado, através da minha empresária. Ela me explicou o significado e eu me identifiquei. Essa música explica por que eu sou feminista, por que eu tenho essa forma de pensar — conta a funkeira, que completa 23 anos nesta quinta-feira. — Hoje em dia, estou muito melhor, mas eu achava que, em um relacionamento, alguém tinha que bater e alguém tinha que apanhar. E, depois de tudo o que eu presenciei, eu vi que não queria ser esse tipo de mulher submissa. Eu quero bater.”
// BIENAL DE SP
A arte feita por mulheres é diferente? – Matéria do jornal português Público sobre o evento deste ano, que convidou 47 artistas mulheres, o maior número de todos os tempos.
“Ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.”
// MAIS SOLANGE
Para finalizar, um vídeo que mostra o processo de criação do novo álbum de Solange, “A seat at the table”, porque estamos obcecadas:
Até a próxima semana! Força \o/
Bom dia, ovelhitas!
Aqui veremos conteúdos produzidos principalmente por mulheres inspiradoras para nós mulheres. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá no fim do post <3
// SOLANGE
Ainda sob o impacto de “Lemonade”, da rainha Beyoncé, agora temos mais um disco belíssimo para ouvir o dia todo. Solange Knowles, apenas irmã de Beyoncé, lançou na semana passada “A seat at the table” e divulgou os vídeos de “Cranes in the sky” e “Don’t touch my hair”. Por favor, veja essas obras de arte:
Leia duas entrevistas (em inglês) com a Solange. No Stereogum e na revista The Fader.
// 1ª MINISTRA TRANS
Uma ‘hacker’ para digitalizar Taiwan. Matéria do El País sobre Audrey Tang, programadora, ativista digital e a primeira ministra transsexual do mundo.
// POLÔNIA
“Vestidas de preto, milhares de mulheres tomaram as ruas de mais de 60 cidades polonesas no dia 3 de outubro. Elas protestaram contra uma mudança na legislação que restringiria ainda mais o direito ao aborto no país.
O movimento foi tão massivo que fez o governo polonês recuar na quarta-feira (5).”
A primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Vídeo do Nexo:
// CASO ELENA FERRANTE
Também nesta semana o jornalista Claudio Gatti resolveu DAR UM FURO e revelou a “verdadeira identidade” da escritora Elena Ferrante em uma situação absurda de invasão de privacidade.
O El País entrevistou a Silvia Querini, diretora literária do grupo editorial Lumen e editora do trabalho de Ferrante na Espanha. E ela disse exatamente o que achamos:
“Sua ideia (de Elena Ferrante) é que o texto é o que importa, e o que o jornalista fez foi fuçar no anonimato, nos nomes. Em vez de investigar a evasão fiscal, tem se dedicado a pesquisar as contas de uma escritora. Para mim, o verdadeiro nome não importa, nem como editora nem como leitora.”
A photo posted by Samira Wiley (@whododatlikedat) on
// 100% FEMINISTA
A MC Carol e a Karol Conká lançaram o single “100% feminista”. Essa faixa e a também ótima “Delação premiada” estão no primeiro disco da MC Carol, “Bandida”. O funk, o rap e o feminismo ganham muito com essa parceria que pode ser considerada nosso novo hino.
“— Eu não sabia que era feminista. Eu já era desde criança, mas não sabia que tinha um nome para isso, para essa forma de pensar. Vim descobrir há pouco tempo, acho que no ano passado, através da minha empresária. Ela me explicou o significado e eu me identifiquei. Essa música explica por que eu sou feminista, por que eu tenho essa forma de pensar — conta a funkeira, que completa 23 anos nesta quinta-feira. — Hoje em dia, estou muito melhor, mas eu achava que, em um relacionamento, alguém tinha que bater e alguém tinha que apanhar. E, depois de tudo o que eu presenciei, eu vi que não queria ser esse tipo de mulher submissa. Eu quero bater.”
// BIENAL DE SP
A arte feita por mulheres é diferente? – Matéria do jornal português Público sobre o evento deste ano, que convidou 47 artistas mulheres, o maior número de todos os tempos.
“Ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.”
// MAIS SOLANGE
Para finalizar, um vídeo que mostra o processo de criação do novo álbum de Solange, “A seat at the table”, porque estamos obcecadas:
Aqui veremos conteúdos produzidos principalmente por mulheres inspiradoras para nós mulheres. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá no fim do post <3
// SOLANGE
Ainda sob o impacto de “Lemonade”, da rainha Beyoncé, agora temos mais um disco belíssimo para ouvir o dia todo. Solange Knowles, apenas irmã de Beyoncé, lançou na semana passada “A seat at the table” e divulgou os vídeos de “Cranes in the sky” e “Don’t touch my hair”. Por favor, veja essas obras de arte:
Leia duas entrevistas (em inglês) com a Solange. No Stereogum e na revista The Fader.
// 1ª MINISTRA TRANS
Uma ‘hacker’ para digitalizar Taiwan. Matéria do El País sobre Audrey Tang, programadora, ativista digital e a primeira ministra transsexual do mundo.
// POLÔNIA
“Vestidas de preto, milhares de mulheres tomaram as ruas de mais de 60 cidades polonesas no dia 3 de outubro. Elas protestaram contra uma mudança na legislação que restringiria ainda mais o direito ao aborto no país.
O movimento foi tão massivo que fez o governo polonês recuar na quarta-feira (5).”
A primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Vídeo do Nexo:
// CASO ELENA FERRANTE
Também nesta semana o jornalista Claudio Gatti resolveu DAR UM FURO e revelou a “verdadeira identidade” da escritora Elena Ferrante em uma situação absurda de invasão de privacidade.
O El País entrevistou a Silvia Querini, diretora literária do grupo editorial Lumen e editora do trabalho de Ferrante na Espanha. E ela disse exatamente o que achamos:
“Sua ideia (de Elena Ferrante) é que o texto é o que importa, e o que o jornalista fez foi fuçar no anonimato, nos nomes. Em vez de investigar a evasão fiscal, tem se dedicado a pesquisar as contas de uma escritora. Para mim, o verdadeiro nome não importa, nem como editora nem como leitora.”
A photo posted by Samira Wiley (@whododatlikedat) on
// 100% FEMINISTA
A MC Carol e a Karol Conká lançaram o single “100% feminista”. Essa faixa e a também ótima “Delação premiada” estão no primeiro disco da MC Carol, “Bandida”. O funk, o rap e o feminismo ganham muito com essa parceria que pode ser considerada nosso novo hino.
“— Eu não sabia que era feminista. Eu já era desde criança, mas não sabia que tinha um nome para isso, para essa forma de pensar. Vim descobrir há pouco tempo, acho que no ano passado, através da minha empresária. Ela me explicou o significado e eu me identifiquei. Essa música explica por que eu sou feminista, por que eu tenho essa forma de pensar — conta a funkeira, que completa 23 anos nesta quinta-feira. — Hoje em dia, estou muito melhor, mas eu achava que, em um relacionamento, alguém tinha que bater e alguém tinha que apanhar. E, depois de tudo o que eu presenciei, eu vi que não queria ser esse tipo de mulher submissa. Eu quero bater.”
// BIENAL DE SP
A arte feita por mulheres é diferente? – Matéria do jornal português Público sobre o evento deste ano, que convidou 47 artistas mulheres, o maior número de todos os tempos.
[caption id="attachment_11930" align="aligncenter" width="700"] Vídeo ‘Illusions’, de Grada Kilomba[/caption]
“Ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.”
// MAIS SOLANGE
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A rapper norte-americana Azealia Banks, de 24 anos, postou vários tuítes neste fim de semana em que desabafa sobre a desigualdade racial dentro do movimento feminista. Não sei por qual motivo específico ela iniciou essa discussão nas redes, mas o que importa é que ela levantou vários termos que ainda são pouco comentados dentro do feminismo, como “womanism” (mulherismo, em português) e “feminismo interseccional”, que foi bastante citado por suas seguidoras no Twitter.
Having your blackness judged or your worthiness determined by BLACK WOMEN based on how well you deal with respectability is annoying.
Azealia disse: “Ter sua cor julgada ou merecimento determinado por MULHERES NEGRAS com base no quanto você lida com a respeitabilidade é irritante. Essas mesmas meninas estão sentadas em suas mesas com suas bizarras tranças afro loiras lutando para não parecerem muito negras na frente de seus patrões. Elas sentam e dão um Google em US$ 1.000 + sapatos que não podem pagar, bebem lattes de abóbora e especiarias e julgam garotas como eu, que estão realmente vivendo suas vidas.”
A artista continuou falando sobre como ela detesta mulheres negras que se dizem feministas:
“Eu também estou realmente cansada dessa tendência das mulheres negras pularem no trem feminista. Tipo… pelo amor… O feminismo nunca apoiou as mulheres negras. Nós caímos nessa merda no início dos anos 1920, ajudando as mulheres brancas a ganharem o direito de votar… As mulheres negras ajudaram as “feministas” a ganharem o direito de votar e elas se viraram e fizeram muita merda contra nós. Nos deixaram no escuro. Com nada. Eu não acredito em nenhuma mulher que diz ser uma feminista. Não importa de que cor ela seja.”
I’m also really tired of the trend of black women hopping on this feminist train. Like … For fucks sake…
“Eu sou uma mulherista. Por favor, deixem-me fora de seus artigos feministas e discussões feministas. Obrigada”, afirmou.
Segundo a Wikipedia, mulherismo “é uma teoria social profundamente enraizada na opressão racial e de gênero das mulheres negras”. Azealia pediu para que as pessoas, antes de desmerecem o conceito de mulherismo, dessem um Google em dois nomes: bell hooks (ativista americana, que gosta de letras minúsculas) e Alice Walker (escritora e ativista americana).
Realmente, além de pesquisar e ler sobre isso, precisamos conversar mais com as nossas amigas feministas negras para colocar suas pautas no movimento, que vão desde a questão do assédio até a discussão sobre transição capilar. Acredito que essa seja a principal reivindicação da Azealia Banks, quando fez esse desabafo, e é um assunto que tem que estar mais no nosso cotidiano.
Leia duas entrevistas (em inglês) com a Solange. No Stereogum e na revista The Fader.
// 1ª MINISTRA TRANS
Uma ‘hacker’ para digitalizar Taiwan. Matéria do El País sobre Audrey Tang, programadora, ativista digital e a primeira ministra transsexual do mundo.
// POLÔNIA
“Vestidas de preto, milhares de mulheres tomaram as ruas de mais de 60 cidades polonesas no dia 3 de outubro. Elas protestaram contra uma mudança na legislação que restringiria ainda mais o direito ao aborto no país.
O movimento foi tão massivo que fez o governo polonês recuar na quarta-feira (5).”
A primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Vídeo do Nexo:
// CASO ELENA FERRANTE
Também nesta semana o jornalista Claudio Gatti resolveu DAR UM FURO e revelou a “verdadeira identidade” da escritora Elena Ferrante em uma situação absurda de invasão de privacidade.
O El País entrevistou a Silvia Querini, diretora literária do grupo editorial Lumen e editora do trabalho de Ferrante na Espanha. E ela disse exatamente o que achamos:
“Sua ideia (de Elena Ferrante) é que o texto é o que importa, e o que o jornalista fez foi fuçar no anonimato, nos nomes. Em vez de investigar a evasão fiscal, tem se dedicado a pesquisar as contas de uma escritora. Para mim, o verdadeiro nome não importa, nem como editora nem como leitora.”
A photo posted by Samira Wiley (@whododatlikedat) on
// 100% FEMINISTA
A MC Carol e a Karol Conká lançaram o single “100% feminista”. Essa faixa e a também ótima “Delação premiada” estão no primeiro disco da MC Carol, “Bandida”. O funk, o rap e o feminismo ganham muito com essa parceria que pode ser considerada nosso novo hino.
“— Eu não sabia que era feminista. Eu já era desde criança, mas não sabia que tinha um nome para isso, para essa forma de pensar. Vim descobrir há pouco tempo, acho que no ano passado, através da minha empresária. Ela me explicou o significado e eu me identifiquei. Essa música explica por que eu sou feminista, por que eu tenho essa forma de pensar — conta a funkeira, que completa 23 anos nesta quinta-feira. — Hoje em dia, estou muito melhor, mas eu achava que, em um relacionamento, alguém tinha que bater e alguém tinha que apanhar. E, depois de tudo o que eu presenciei, eu vi que não queria ser esse tipo de mulher submissa. Eu quero bater.”
// BIENAL DE SP
A arte feita por mulheres é diferente? – Matéria do jornal português Público sobre o evento deste ano, que convidou 47 artistas mulheres, o maior número de todos os tempos.
“Ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.”
// MAIS SOLANGE
Para finalizar, um vídeo que mostra o processo de criação do novo álbum de Solange, “A seat at the table”, porque estamos obcecadas: