Guia Ovelha para corações partidos

2016 foi um ano no mínimo tenso. Além dos eventos desastrosos em doses mundiais, estudos apontam que 105% dos casais se separaram e 100% das pessoas sofreram muito em relacionamentos amorosos. Não vamos entrar em detalhes, mas vamos dizer que eu fui uma delas.

Resolvi então ajudar os outros coraçõezinhos partidos nesse ano com um mini-guia Ovelha em 6 simples passos:

 
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1. Enter the fossa

O primeiro passo é admitir e aceitar que você está mal. Curta a deprê, chore, use moletom, borre a maquiagem, deixe tudo sair de dentro de você. Para esses momentos eu costumo fazer um ritual chamado lixo’s night, que envolve o combo: comédia + gordura trans + bebidinhas. Esqueça a dieta (aliás, sempre esqueça a dieta, coma bem, seja feliz), na lixos’night tá liberada a fritura, açúcar refinado e glúten tudo com 0% de culpa. Assista uma comédia bem trash (Arrested Development, South Park, The Office e Parks and Recreation estão na minha listinha do ♡), sirva-se da sua bebida favorita e esqueça a vida triste lá fora (por um tempinho).

 
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2. Saia com amigos (de verdade)

Nos dias de hoje é bem mais complicado saber quem é seu brother mesmo ou quem tá lá só por estar. Afinal, você não quer abrir seu coraçãozinho ferido pra aquela sua miga de face que você tromba de vez em quando, mas sim aquela pessoa que vai te ouvir (por mais dramático que você esteja) te escutar com toda a atenção, dar opiniões sinceras e te trazer mimos quando você estiver na cama depois de 3 dias usando a mesma calça de pijama. Sim, são poucos, mas com o tempo você saberá quem realmente se importa com você

 
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3. Treat yo self!

Quando a gente namora acabamos deixando de passar tempo sozinhas, o que não é um bom sinal. Gostar da própria companhia é essencial para a vida. Separe alguma tarde e tente se conectar novamente com você mesma. Quais são seus hobbys? Interesses? Filmes que quer assistir? Coisas que quer cozinhar? Países que quer conquistar? Dê um mergulho na lagoinha do seu eu interior. Se precisar, anote tudo. Faça um diário e escreva seus projetos, desejos e lista do mercado.

 
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4. Visite a família

Caso você tenha uma relação minimamente OK com seus pais ou irmãos, visitá-los é uma boa. Geralmente nessa idade, não moramos mais com eles, às vezes nem na mesma cidade. Então é uma boa desculpa pra dar um alô e contar um pouco da sua vida. Não tem jeito, família é família e por mais que você tenha amigos incríveis, é ela que estará do seu lado em todos os momentos da vida, pra te dar bronca que você não liga mais e dizer que vai ficar tudo bem.

 
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5. Fora redes sociais!

Cada vez mais vejo pessoas reclamando o quanto as redes sociais são tóxicas e nos fazem mal. Para mim, as redes socias sempre foram mais uma perda de tempo do que qualquer outra coisa. Porém, quando estamos sensíveis, qualquer coisinha vira um monstrão. Então, foi muito bom  para mim desligar o Instagram (ainda mais com esses snapgram do demônio), entrar menos no Facebook, bloquear algumas pessoas e ficar mais offline. Parece besteira, mas ajuda pra caramba.

 
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6. Dê tempo ao tempo

Todas as dicas que dei até agora vão no máximo te ajudar no processo de cura, porém, só o tempo faz o papel principal. Continuar sua vida e perceber “ei, tô vivona, tô bem, é nóis!” é a única coisa que realmente vai te deixar melhor e seguir em frente para a próxima aventura.

 
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Caso você sinta necessidade de falar com algum profissional, é um ótimo momento para pensar em começar algum tipo de terapia. Peça indicações de amigxs e veja o que se encaixa melhor para você!

 
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Mais de Bárbara Malagoli

20 anos de Sakura Card Captors

Quer se sentir um pouco velha?

Então saiba que 2016 marca o 20º aniversário da nossa caçadora de cartas favorita: Sakura Kinomoto! Parabéns, sua linda! <3

 
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E pra comemorar a revista Kodansha Nakayoshi anunciou que a CLAMP está produzindo um novo mangá de Sakura Card Captors!

 

OMG! OMG! OMG!

 
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Eles não deram muitos detalhes sobre o novo trabalho, e a revista diz que ainda vai anunciar em que tipo de edição será o mangá. Mas já estou nervosa de ansiedade aqui!

 
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Se você ama as artes originais da série, eles também estão produzindo um livro com uma compilação das ilustrações que será lançado em março.

 
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Ah! Imagina, todas aqueles arquivos que eu passava horas tentando baixar na minha internet discada na época, compiladinhos num livro! <3 Nossa, agora me senti mais velha ainda…

 
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O mangá original foi serializado na revista mensal Nakayoshi de maio de 1996 até junho de 2000, e a editora Kodansha publicou os 12 volumes do mangá de novembro de 1996 até julho de 2000.

 
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O anime foi produzido pelo estúdio fodão Madhouse, que produz coisas lindas como: Perfect Blue, Paprika e Tokyo Godfathers. Falamos um pouco cobre essas animações nesse postCardcaptor Sakura (que é o título original) foi ao ar no Japão em 1998 e em 2001 estreava na Rede Globo.

 
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A série também teve direito a duas adaptações em filme animado no Japão em 1999 e 2000 – que na minha humilde opinião são mega chatos, haha!
 

 
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Agora é só esperar e aproveitar esse tempo pra entrar num tunelzinho da nostalgia, assistir todos os openings, endings e músicas inesquecíveis da série para matar a ansiedade…

 
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…e para dizermos juntos:

LIBERTE-SE!

 

Música de abertura

Que você decorou com certeza


 

Música de encerramento

Ou aquele momento que você queria morrer porque o episódio já tinha acabado.


 

E vamos relembrar esse episódio maravilhoso

Que eles passeiam na cidade e rola aquele clima de romance.


 

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1. Enter the fossa

O primeiro passo é admitir e aceitar que você está mal. Curta a deprê, chore, use moletom, borre a maquiagem, deixe tudo sair de dentro de você. Para esses momentos eu costumo fazer um ritual chamado lixo’s night, que envolve o combo: comédia + gordura trans + bebidinhas. Esqueça a dieta (aliás, sempre esqueça a dieta, coma bem, seja feliz), na lixos’night tá liberada a fritura, açúcar refinado e glúten tudo com 0% de culpa. Assista uma comédia bem trash (Arrested Development, South Park, The Office e Parks and Recreation estão na minha listinha do ♡), sirva-se da sua bebida favorita e esqueça a vida triste lá fora (por um tempinho).

 
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2. Saia com amigos (de verdade)

Nos dias de hoje é bem mais complicado saber quem é seu brother mesmo ou quem tá lá só por estar. Afinal, você não quer abrir seu coraçãozinho ferido pra aquela sua miga de face que você tromba de vez em quando, mas sim aquela pessoa que vai te ouvir (por mais dramático que você esteja) te escutar com toda a atenção, dar opiniões sinceras e te trazer mimos quando você estiver na cama depois de 3 dias usando a mesma calça de pijama. Sim, são poucos, mas com o tempo você saberá quem realmente se importa com você

 
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3. Treat yo self!

Quando a gente namora acabamos deixando de passar tempo sozinhas, o que não é um bom sinal. Gostar da própria companhia é essencial para a vida. Separe alguma tarde e tente se conectar novamente com você mesma. Quais são seus hobbys? Interesses? Filmes que quer assistir? Coisas que quer cozinhar? Países que quer conquistar? Dê um mergulho na lagoinha do seu eu interior. Se precisar, anote tudo. Faça um diário e escreva seus projetos, desejos e lista do mercado.

 
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4. Visite a família

Caso você tenha uma relação minimamente OK com seus pais ou irmãos, visitá-los é uma boa. Geralmente nessa idade, não moramos mais com eles, às vezes nem na mesma cidade. Então é uma boa desculpa pra dar um alô e contar um pouco da sua vida. Não tem jeito, família é família e por mais que você tenha amigos incríveis, é ela que estará do seu lado em todos os momentos da vida, pra te dar bronca que você não liga mais e dizer que vai ficar tudo bem.

 
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5. Fora redes sociais!

Cada vez mais vejo pessoas reclamando o quanto as redes sociais são tóxicas e nos fazem mal. Para mim, as redes socias sempre foram mais uma perda de tempo do que qualquer outra coisa. Porém, quando estamos sensíveis, qualquer coisinha vira um monstrão. Então, foi muito bom  para mim desligar o Instagram (ainda mais com esses snapgram do demônio), entrar menos no Facebook, bloquear algumas pessoas e ficar mais offline. Parece besteira, mas ajuda pra caramba.

 
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6. Dê tempo ao tempo

Todas as dicas que dei até agora vão no máximo te ajudar no processo de cura, porém, só o tempo faz o papel principal. Continuar sua vida e perceber “ei, tô vivona, tô bem, é nóis!” é a única coisa que realmente vai te deixar melhor e seguir em frente para a próxima aventura.

 
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Caso você sinta necessidade de falar com algum profissional, é um ótimo momento para pensar em começar algum tipo de terapia. Peça indicações de amigxs e veja o que se encaixa melhor para você!

 
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