Gentes, a InfoPreta é um projeto maravilhoso idealizado pela Buh Santos e que precisa da nossa contribuição! Acho que muitas de vocês já devem conhecer a InfoPreta, mas vou contar um pouquinho dessa empresa incrível.
Bom, a primeira coisa de todas é saber que a Buh tem 22 anos e já tem certificados de eletrônica, automação industrial, manutenção, tecnologia da informação (TI) e robótica. Ah, e agora ela tá cursando bacharelado em sistemas da informação. (UAU).
O setor de tecnologia é mega racista e machista, então a Buh resolveu fundar sua própria empresa, com o foco em mulheres negras! Nessa reportagem da Vice, a Buh conta que a empresa “surgiu para falar de tecnologia com a mulher negra de igual para igual. Sem prevalecer a linguagem técnica da área e sem desmerecer o conhecimento leigo de quem pede salvação imediata para recuperar um computador. A função é simples: prestar um serviço de qualidade e cobrar um preço justo”.
Ah, gentes, a InfoPreta tem um projeto incrível: elas consertam computadores de mulheres em situação de vulnerabilidade social por preços acessíveis (leia mais aqui).
A empresa também criou a campanha Note Solidário da Preta, em que computadores doados são consertados e depois repassados para mulheres, estudantes, negras e de baixo poder aquisitivo, com boas notas no boletim. :)
A primeira coisa é seguir a InfoPreta e divulgar o trabalho da empresa! A segunda coisa é, se você tiver um computador dando sopa aí, PODE IR DOANDO PRA BUH CONSERTAR e repassar pra alguém que precisa!
E a terceira coisa é ajudar no financiamento coletivo de um novo espaço pra InfoPreta. O espaço em que a InfoPreta atende clientes hoje em dia é uma ocupação e os donos precisam do local de volta. E para esse projeto continuar acontecendo, é preciso garantir um espaço físico, né, gente? Então clique aqui e faça uma contribuição. :)
Ah, e uma quarta coisa, que é tão óbvia que nem precisaria falar é: se o seu computador tá quebrado, pode levar lá pra consertar que o preço é justo e o trabalho é bom!
Gentes, a InfoPreta é um projeto maravilhoso idealizado pela Buh Santos e que precisa da nossa contribuição! Acho que muitas de vocês já devem conhecer a InfoPreta, mas vou contar um pouquinho dessa empresa incrível.
Bom, a primeira coisa de todas é saber que a Buh tem 22 anos e já tem certificados de eletrônica, automação industrial, manutenção, tecnologia da informação (TI) e robótica. Ah, e agora ela tá cursando bacharelado em sistemas da informação. (UAU).
O setor de tecnologia é mega racista e machista, então a Buh resolveu fundar sua própria empresa, com o foco em mulheres negras! Nessa reportagem da Vice, a Buh conta que a empresa “surgiu para falar de tecnologia com a mulher negra de igual para igual. Sem prevalecer a linguagem técnica da área e sem desmerecer o conhecimento leigo de quem pede salvação imediata para recuperar um computador. A função é simples: prestar um serviço de qualidade e cobrar um preço justo”.
Ah, gentes, a InfoPreta tem um projeto incrível: elas consertam computadores de mulheres em situação de vulnerabilidade social por preços acessíveis (leia mais aqui).
A empresa também criou a campanha Note Solidário da Preta, em que computadores doados são consertados e depois repassados para mulheres, estudantes, negras e de baixo poder aquisitivo, com boas notas no boletim. :)
A primeira coisa é seguir a InfoPreta e divulgar o trabalho da empresa! A segunda coisa é, se você tiver um computador dando sopa aí, PODE IR DOANDO PRA BUH CONSERTAR e repassar pra alguém que precisa!
E a terceira coisa é ajudar no financiamento coletivo de um novo espaço pra InfoPreta. O espaço em que a InfoPreta atende clientes hoje em dia é uma ocupação e os donos precisam do local de volta. E para esse projeto continuar acontecendo, é preciso garantir um espaço físico, né, gente? Então clique aqui e faça uma contribuição. :)
Ah, e uma quarta coisa, que é tão óbvia que nem precisaria falar é: se o seu computador tá quebrado, pode levar lá pra consertar que o preço é justo e o trabalho é bom!
Colagem digital feita com exclusividade por Bárbara Malagoli (Baby C)
Gentes, a InfoPreta é um projeto maravilhoso idealizado pela Buh Santos e que precisa da nossa contribuição! Acho que muitas de vocês já devem conhecer a InfoPreta, mas vou contar um pouquinho dessa empresa incrível.
Bom, a primeira coisa de todas é saber que a Buh tem 22 anos e já tem certificados de eletrônica, automação industrial, manutenção, tecnologia da informação (TI) e robótica. Ah, e agora ela tá cursando bacharelado em sistemas da informação. (UAU).
O setor de tecnologia é mega racista e machista, então a Buh resolveu fundar sua própria empresa, com o foco em mulheres negras! Nessa reportagem da Vice, a Buh conta que a empresa “surgiu para falar de tecnologia com a mulher negra de igual para igual. Sem prevalecer a linguagem técnica da área e sem desmerecer o conhecimento leigo de quem pede salvação imediata para recuperar um computador. A função é simples: prestar um serviço de qualidade e cobrar um preço justo”.
Ah, gentes, a InfoPreta tem um projeto incrível: elas consertam computadores de mulheres em situação de vulnerabilidade social por preços acessíveis (leia mais aqui).
A empresa também criou a campanha Note Solidário da Preta, em que computadores doados são consertados e depois repassados para mulheres, estudantes, negras e de baixo poder aquisitivo, com boas notas no boletim. :)
A primeira coisa é seguir a InfoPreta e divulgar o trabalho da empresa! A segunda coisa é, se você tiver um computador dando sopa aí, PODE IR DOANDO PRA BUH CONSERTAR e repassar pra alguém que precisa!
E a terceira coisa é ajudar no financiamento coletivo de um novo espaço pra InfoPreta. O espaço em que a InfoPreta atende clientes hoje em dia é uma ocupação e os donos precisam do local de volta. E para esse projeto continuar acontecendo, é preciso garantir um espaço físico, né, gente? Então clique aqui e faça uma contribuição. :)
Ah, e uma quarta coisa, que é tão óbvia que nem precisaria falar é: se o seu computador tá quebrado, pode levar lá pra consertar que o preço é justo e o trabalho é bom!
O Das Raízes às Pontasé um documentário sobre afirmação da negritude através do cabelo natural. O curta-metragem, com roteiro de Débora Tatiana e Hugo Lins, foi produzido pelo Estúdio Cajuína em parceria com a Leni Audiovisual. Entrevistamos a Flora Egécia (diretora), a Bianca Novais (diretora de arte) e o Rodrigo de Oliveira (diretor de fotografia) do Estúdio Cajuína para saber mais sobre esse projeto incrível.
Ovelha: Como começou o projeto “Das Raízes às Pontas”? Quem produziu? Quem idealizou? Quem escreveu? Onde foi gravado?
Estúdio Cajuína: O projeto começou com a percepção de uma dos roteiristas, professora da rede pública de ensino do Distrito Federal onde o preconceito é latente e várias crianças alisam o cabelo desde muito pequenas. O documentário foi concebido pelo Estúdio Cajuína – somos um coletivo de design, fotografia e audiovisual – e produzido em parceria com a Leni Audiovisual. O roteiro foi escrito por Débora Tatiana e Hugo Lins e as gravações foram feitas em vários locais de Brasília e nos ambientes cotidianos da Luísa, personagem principal, no Recanto das Emas, Gama e Taguatinga.
Temos visto cada vez mais gente falando sobre cabelo natural e optando pelo cabelo natural, mas isso ainda é muito incipiente, muito novo. Queria que vocês falassem um pouco do significado político por trás de uma escolha estética como cabelo. Como vocês enxergam o cabelo natural? Qual o papel do cabelo natural na identidade racial de uma pessoa?
Os papel dos cabelos vai muito além da questão estética, eles estão associados à afirmação social e conexão com as nossas origens, além de ter uma relevância muito grande na construção da auto-estima. Acreditamos que a valorização do cabelo natural é também uma forma de resistência política, considerando que o cabelo é rejeitado em diversos ambientes, nos meios de expressão e comunicação – que criam e influenciam nossos desejos e relações sociais.
Em geral, o debate sobre transição capilar é muito centrado em mulheres, o que é compreensível, afinal a indústria capilar todinha está centrada em mulheres. Mas o documentário de vocês fala também da experiência de homens negros, certo? Será que vocês poderiam falar um pouco sobre a experiência do homem negro com cabelo natural?
A trajetória do homem negro com seus cabelos desde a infância é carregada de traumas e opressão. É costumeiro estimular os meninos a rasparem a cabeça, adiando o primeiro encontro com a textura natural do cabelo, que muitas vezes ocorre apenas na vida adulta. O homem negro já é marginalizado em diversos contextos e reforçando a sua origem através de um penteado ele pode se sentir mais vulnerável. É uma relação tensa que muitas vezes reflete na construção da identidade das mulheres a sua volta, como esposa e filhas.
Sendo uma mulher negra, sei que o ambiente escolar acaba sendo palco de muito racismo, por isso queria que vocês comentassem um pouco da decisão de gravarem em escolas e também de como foi essa experiência.
O meio escolar é de fato muito opressor até mesmo para crianças que recebem uma educação afirmativa e positiva em relação a sua negritude em casa. Na concepção do filme foram objeto de estudo o tratamento que os negros recebem e percebem no meio educacional e o papel da escola no processo de auto-reconhecimento.
Optamos por realizar as gravações uma escola pública do Distrito Federal com uma direção que preza pela inclusão do ensino da história afro-brasileira e que através de aulas e dinâmicas reforça o empoderamento nas crianças. Não é comum encontrar nas escolas diretores ou professores interessados em aplicar a lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da História Afro-Brasileira e Africana nas escolas, mas o objetivo do filme é valorizar as construções positivas em torno do assunto e por esse motivo escolhemos uma escola com dinâmicas afirmativas, expondo seus resultados. Algumas dinâmicas foram registradas, assim como depoimentos.
Vocês gravaram com a Ellen Oléria, uma pessoa que é super importante em termos de representatividade da mulher negra, e que também tem se posicionado contra o racismo de forma bem bacana. Como foi essa conversa?
A importância de entrevistar uma artista é analisar a importância da representatividade. A experiência da criança negra com a mídia é frustrante e desastrosa, ela se vê pouco representada na televisão, no entretenimento e nos brinquedos. Nos raros momentos em que alguma representação ocorre é em um papel que reforça uma única história que é contada na escola sobre a nossa cultura: a escravidão. Seja o artista negro atuando no papel de escravo ou empregada doméstica.
Dentre os negros em ascensão na mídia é mais incomum ainda vê-los usando o cabelo natural. Quando uma artista como a Ellen Oléria alcança tamanha repercussão ela representa grande parte das mulheres negras do Brasil com os traços largos, a pele e os fios crespos. A Ellen foge de diversos padrões e inspira mulheres que raramente conseguem se ver em um artista, em um penteado, em uma propaganda de produtos de cabelo, em uma imagem positiva. #
O lançamento do Das Raízes às Pontas será em Brasília, no segundo semestre de 2015. Além da exibição, o lançamento contará com uma exposição. A data será divulgada na página do documentário.
InfoPreta é um projeto maravilhoso idealizado pela Buh Santos e que precisa da nossa contribuição! Acho que muitas de vocês já devem conhecer a InfoPreta, mas vou contar um pouquinho dessa empresa incrível.
Bom, a primeira coisa de todas é saber que a Buh tem 22 anos e já tem certificados de eletrônica, automação industrial, manutenção, tecnologia da informação (TI) e robótica. Ah, e agora ela tá cursando bacharelado em sistemas da informação. (UAU).
O setor de tecnologia é mega racista e machista, então a Buh resolveu fundar sua própria empresa, com o foco em mulheres negras! Nessa reportagem da Vice, a Buh conta que a empresa “surgiu para falar de tecnologia com a mulher negra de igual para igual. Sem prevalecer a linguagem técnica da área e sem desmerecer o conhecimento leigo de quem pede salvação imediata para recuperar um computador. A função é simples: prestar um serviço de qualidade e cobrar um preço justo”.
Ah, gentes, a InfoPreta tem um projeto incrível: elas consertam computadores de mulheres em situação de vulnerabilidade social por preços acessíveis (leia mais aqui).
A empresa também criou a campanha Note Solidário da Preta, em que computadores doados são consertados e depois repassados para mulheres, estudantes, negras e de baixo poder aquisitivo, com boas notas no boletim. :)
A primeira coisa é seguir a InfoPreta e divulgar o trabalho da empresa! A segunda coisa é, se você tiver um computador dando sopa aí, PODE IR DOANDO PRA BUH CONSERTAR e repassar pra alguém que precisa!
E a terceira coisa é ajudar no financiamento coletivo de um novo espaço pra InfoPreta. O espaço em que a InfoPreta atende clientes hoje em dia é uma ocupação e os donos precisam do local de volta. E para esse projeto continuar acontecendo, é preciso garantir um espaço físico, né, gente? Então clique aqui e faça uma contribuição. :)
Ah, e uma quarta coisa, que é tão óbvia que nem precisaria falar é: se o seu computador tá quebrado, pode levar lá pra consertar que o preço é justo e o trabalho é bom!