Placenta em exposição: a arte de dar a vida

A placenta da artista Zoë Buckman na exposição 'Present Life' (2015)

Nós já ouvimos falar sobre a ideia de ingerir sua placenta, uma prática comum na medicina chinesa e popularizada no ocidente por celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.

Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.

[caption id="attachment_3066" align="aligncenter" width="805"]A artista Zoë Buckman em seu ateliê. Foto por Jessica Malaflouris. A artista Zoë Buckman em seu ateliê. Foto por Jessica Malaflouris.[/caption]

Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
 
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

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Bee and Puppycat: a série e o quadrinho

Os fãs de animação que adoravam assistir Adult Swim deveriam considerar o Cartoon Hangover, um excelente canal do YouTube voltado para séries independentes exclusivas para a Internet.

Isso porque é deles Bee & PuppyCat, a série animada da artista Natasha Allegri, responsável pelos storyboards e desenhos dos personagens de Adventure Time. Foi ela que veio com a ideia de fazer uma versão do Finn e Jake como Fionna e Cake ♡
 

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A série é bastante surreal, fofa e tem grandes influências de animes japoneses (como Sailor Moon, é claro). A história é protagonizada por Bee, uma garota de vinte e poucos anos em busca de emprego e seu “gato” Puppycat – que também é meio cachorro, e veio de uma outra dimensão. Os dois embarcam em aventuras em um espaço paralelo chamado “Fishbow Space” para conseguir um dinheirinho e resolver os pedidos de ajuda nada convencionais.
 

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Recentemente, Bee and Puppycat também virou quadrinho. Já são oito edições que você pode conferir no Comixology (infelizmente apenas em inglês)! Confira na galeria abaixo algumas páginas do quadrinho:
 

 
Bee and Puppycat foi uma das séries de maior sucesso no Kickstarter: ficou em 4º lugar como projeto de filme/série de maior sucesso (apenas atrás de três projetos baseados em Hollywood), e é o 1º lugar como maior sucesso da plataforma entre projetos de vídeo exclusivamente online.
 

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Você pode assistir os episódios da primeira temporada legendados em português na Noitosfera. Assista abaixo ao primeiro episódio para se deleitar com essa série bizarramente fofinha:
 


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celebridades de Hollywood. Porém, uma artista plástica resolveu enquadrá-la.

Para sua primeira exposição solo, chamada Present Life (que ficou até o mês passado na galeria Garis & Hahn, em Nova Iorque), a artista inglesa Zoë Buckman (que, detalhe, é casada com David Schwimmer, o Ross de Friends) preservou sua placenta desde maio de 2011, quando deu a luz à sua filha Cleo. Na exposição, juntamente com imagens de buquês de flores e estruturas em neon, está o órgão dissecado de Zoë, num luminoso quadro em mármore. O processo de preservação, feito no Institute for Plastination, na Alemanha, também durou nove meses.

Em entrevista, Zoë diz que a escolha de preservar sua placenta e expô-la como uma obra de arte se deu por seu interesse sobre o que acontece entre os estágios da experiência humana: quando a vida vira morte, quando a noite vira dia ou, mais literalmente, quando uma mulher vira mãe.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
 
A ideia inicial de Zoë Buckman para seu debut era explorar a mortalidade versus permanência. A partir daí, evoluiu para percepções mais subconscientes sobre a definição do tempo, somado ao pensamento de que a vida é um presente. Presente, especialmente, no significado da presença no momento real. Porque nós nunca sabemos o que virá ou quanto tempo ainda nos resta.
 
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)
Primeira exposição solo de Zoë Buckman: 'Present Life' (2015)

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