Orphan Black, uma série empoderadora ♡

Orphan Black

Sou aficcionada for ficção científica. Escolho muitas das minhas séries e filmes nesse gênero tão maravilhoso. Com Orphan Black não foi muito diferente. Normalmente se a série não me conquista no episódio piloto, é muito difícil que eu dê chances pra me apegar. Ou rola ou não rola. E rolou, rolou pra caralho!

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[separator type="thin"] [infobox maintitle="Hey, já assistiu?" subtitle="Abaixo escrevo sobre o plot, se você não gosta de saber nada de nada sobre o que vai começar a assistir, pule para o próximo tópico. Contém mini spoilers, mas mini mesmo." bg="green" color="black" opacity="on" space="30" link="no link"]

A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.

Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.

[caption id="attachment_3597" align="aligncenter" width="700"]Sarah está cho-ca-da Sarah está cho-ca-da[/caption]

E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.

 

Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?

Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…

1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.

2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.

3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?

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4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.

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Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.

A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!


Imagens: divulgação

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Girl in a Band: mágoas e roquenrou

Antes de saber o que era feminismo, muito antes, a maioria dos meus ídolos, especialmente os musicais, eram mulheres. Desde nova, 14/15 anos, eu já gostava muito de Portishead, Sleater Kinney, Bulimia, Janis Joplin, Nico, Patti Smith (entre muitas outras), baixava uma música por vez no KasaA e demorava para cacete (vou fazer trintão esse ano). Os cd’s gravados iam de mão em mão, numa festa, numa viagem, e assim é como eu conhecia música nova.

Assumidamente, só comecei a gostar de Sonic Youth depois dos meus 24 anos, que perda de tempo! Hahaha! Apesar de ser muito fã de Nirvana e dos cd’s mais barulhentos com guitarras sujas e distorcidas, Sonic Youth era barulhento e dissonante demais para mim. Mas me apresentaram dois cd’s que faziam menos distorção e aí com um pouco mais de paciência eu pude ouvir as letras e fiquei fascinada. Os cd’s eram Rather Ripped e Sonic Nurse, eu acho que ouvia o Rather Ripped umas 20 vezes por dia, sem brincadeira, quando eu piro numa parada, esse é o meu jeitinho, risos. De qualquer forma, foi o cd que abriu as portas do Sonic Youth na minha vida.

 

 

Eu tive a oportunidade de ir no último show do Sonic Youth pois estava morando em São Paulo. Amigos meus iriam pro SWU de qualquer forma, carona eu tinha, mas um namoro meu tinha acabado exatamente naquele dia. Antes do término, o plano era ir ao show, esse meu namorado que havia me apresentado a banda e imaginem, exatamente quando você vira fãzáça, ela vem tocar no seu estado! Mas no final acabei não indo, estava chateada, sem forças para produzir a ida para um show naquele estado, e no final, meu ex-namorado foi ao show e eu não. Nunca vou me perdoar por isso, hahaha!

Quando eu soube que Kim Gordon iria escrever um livro, pensei, caralho preciso comprar assim que sair. Quero ler em inglês, pensei, como tenho o privilégio de saber falar e ler em inglês, não queria passar novamente pela saia justa da tradução mal feita como foi no livro da Patti Smith. Em que o nome do livro ‘Just Kids’ virou “Só Garotos”. Com essas paradas de tradução, sempre me vem à cabeça ‘O Poderoso Chefão’, hahaha, se você parar para pensar, é bem engraçado tipo, chefão de video-game, sei lá. Tradução é uma parada muito difícil mermo.

 

 

Depois de um tempo (em que o livro não estava em minhas mãos porque não achava em inglês), amigas do Rio organizaram amigo secreto de livros agora no final de 2015. Na real não era um amigo secreto, levamos vários livros e colocamos na mesa e quem se interessasse que pegasse o livro. Eu levei uma caixa de livros e voltei com uma caixa (coração quentinho). Um dos livros em cima da mesa era o da Kim Gordon em inglês, minha amiga Elisa queria e sabia que eu também queria o livro, mas como eu estava me mudando do Rio, ela deixou eu levar o livro, hahaha. Obrigada Elisa, te amo miga!

 

 

Finalmente me mudei e abri a primeira página. Eu sabia que aquelas 273 páginas precisariam ser bem administradas porque eu poderia ficar mal caso eu terminasse o livro muito rápido e/ou tivesse uma má relação com ele. O que não foi o caso, o tempo foi perfeito, foi rápido mas estava bom e me forcei a fazer pausas dramáticas para aproveitar a nova cidade e manter a dosagem perfeita, hahaha.

 

 

No livro, Kim conta sua história desde criança, um pouco sobre a história dos pais dela, do irmão que sofre de esquizofrenia e o conturbado convívio em que a doença proporcionou a todos. A descrição do clima político entre as épocas que vão perpassando o livro, é maravilhosa. O clima estranho de quando Manson andava solto por Los Angeles, e como isso influenciou ela ao longo da sua vida, ela chega a citar Manson e seu bando (Revolution 9) umas 4 ou 5 vezes durante o livro. Eu gosto muito como ela descreve a Califórnia, acho que é como qualquer californiano prodígio descreveria, me lembrei muito da banda Best Coast, de pessoas que tem cabelo loiro por causa do sol e daqueles vídeos de skate em piscinas vazias em casas abandonadas.

 

Best Coast falando sobre a Califórnia e até o nome da banda é sobre isso, haha

 

O momento da adolescência e transição para fase adulta de Kim foi muito ligado às artes no geral e à busca infinita de qualquer artista pro seu porto, muita miçanga, minha gente de humanas! Kim vai passando por diferentes escolas de arte, uma que inclusive ficava em Toronto, no Canadá. Além das diferentes escolas, ela passa por diferentes sub-empregos para conseguir se sustentar, quem nunca. Não sei o porquê empregos como garçonete são categorizados como sub-empregos, te dizer que foi o melhor emprego que eu tive na minha vida apesar de pagar pouco, deve ser por isso, hahaha.

Quando depois que a Kim foi embora do Canadá e voltou pra Califórnia, ela resolveu ir de carro com um amigo até Nova Iorque, eu fiz essa viagem, me identifiquei demais. É excitante a forma que ela descreve Nova Iorque, a forma que o Sonic Youth foi sendo criado, como ela conheceu o Thurston Moore, como as músicas eram compostas, é tão realista que você nem sequer se lembra que pode ter um segundo ou terceiro ponto de vista dessa história. Parece que você está lá, vendo tudo acontecer. Me lembrei muito do livro da Patti Smith, a visão de duas meninas de outros lugares (se bem que a Patti Smith era da roça, foi muito mais impactante pra ela) chegando numa cidade em que seus ídolos estavam todos ali, e você sentia em que ali era o momento de se estar, as coisas estavam acontecendo.

 

 

Claro né, fazendo um recorte de momento/país aqui, revolução hippie, Panteras Negras, primeira (segunda?) onda do feminismo, revolução musical, nascimento do punk (há [muitas] controvérsias), no wave, ‘faça amor não faça guerra’, CBDB, LSD, tudo junto e misturado e você ainda podia se esbarrar com o Basquiat e Andy Wahrol andando na rua. Entrar num bar underground pra cacete e ver a Nico cantar com o Velvet Underground, apenas excitante.

Durante todas as partes do livro, desde criança, adolescente, início da fase adulta, Kim descreve como é ser uma mulher em diversas atividades. Como e quais são as complicações de ser a menina/mulher da banda acaba sendo metafórico para ser mulher em diversos ambientes. Um exemplo é que desde cedo ela já se interessava por moda/figurino porque sua mãe era costureira e fazia suas roupas. Ela levou esse interesse com ela, mais tarde até chegou a abrir uma marca com uma amiga. Mas na real onde eu quero chegar é que ser uma mulher numa banda e se vestir de x forma ou y, poderia afetar vendas e/ou como a banda e ela seriam vistos.

 

 

O feminismo é presente na vida de Kim e ela faz meio desse livro para expor diversas situações no grande estilo #meuamigosecreto e #minhaamigasecreta. Dá pra sentir quando o sentimento está sendo dosado por causa da filha enquanto ela fala de Thurston e quando o sentimento voa sem freios porque ela precisa tirar aquilo do peito. Da mesma forma como quando ela se pronuncia diretamente à Courtney Love, sem freios, sem medo, a chamando de interesseira e mal caráter, ‘a train wreck’. Apesar de não curtir expor mulheres e ver/ler sobre isso, senti que Kim já havia pensado se o faria ou não e resolveu fazer, pelo passado das duas, pelo passado de seu amigo Kurt Cobain e para respaldar Kathleen Hanna (que foi agredida por Courtney, sem motivos aparentes).

 

 

Não cabe a mim julgar essa situação e essa exposição, é uma autobiografia e ela escolheu incluir conscientemente esses trechos e eu compreendi, mas o que me encucou foi outra coisa. Se você não sabe até agora que o motivo da separação de Kim e Thurston foi uma traição (e tudo o que vem com isso, não somente o fato isolado), TEJE AVISADE. O lance é que apesar dela colocar o Thurston como maior ‘culpado’ na situação, ela azucrinou a mulher com quem ele a traiu, até por demais, na minha opinião. Como se a mulher tivesse poderes especiais e transformasse os ~ coitadinhos dos homens ~ em peões de seu tabuleiro de xadrez (sei lá, inventei agora, comecei a jogar xadrez [de novo], haha).

Agora voltando, o feminismo é presente no livro e na vida dela e no trabalho dela, contando a própria experiência dela, entendendo como o mundo funciona para uma mulher, para uma mulher numa banda ~ de sucesso, mas há uma situação de opressão entre a Kim e a mulher com quem o ex-marido dela a traiu. Há uma exposição desnecessária de uma mulher anônima e a Kim utiliza a fama dela para fazer isso. Isso não gostei, bem diferente de trocar farpas com a Courtney Love que não há situação hierárquica de opressão, a meu ver pelo menos, posso estar errada, claro! De qualquer forma, ser consciente de reprodução de machismo é um trabalho diário, em algum nível, a maioria de nós faz.

 

 

Na verdade eu também não curti uma carta aberta que ela escreveu para a Karen, cantora do The Carpenters. A carta foi publicada numa revista e tem um tom psicanalítico nada legal, como se ela quisesse ajudar alguém que não pediu ajuda. Não entendi o porquê ela quis incluir isso no livro, mas quem sou eu? Hahaha. Essas foram as partes de que não gostei no livro, mas agora vamos falar de coisa boa, vamos falar de cogumelo do sol.

 

Clipe do Sonic Youth em que a Kathleen Hanna participa

 

Não quero acabar essa resenha com essa torta de climão, o livro é muito bom, além de Sonic Youth e muitíssimo além de traições. Ela fala sobre a traição e o fim do casamento enfaticamente apenas nas últimas 30 páginas do livro, pra você ter uma ideia. Então, não quero deixar passar a impressão de que é um livro inteiro sobre descarrego. É e não é, é de uma forma natural, como se uma amiga estivesse te contando sua história, você se sente próxima dela, por isso é difícil julgar, porque dá pra sentir que o grau de sinceridade e entrega é de alguém que passou por um problema que fez a vida mudar completamente e por mais que o tempo tenha passado, é como se ainda estivesse em processo de digestão. Afinal, foram 27 anos de casamento, de banda, uma filha que é muito amada pelos dois, o que são 5 anos passados diante de tantas coisas significativas?

 

 

Kim escreve como ela tocou baixo, de forma crua, sincera, alto nível de entrega pessoal. Descreveu os movimentos ao longo das décadas, como Riot Grrrl e grunge no início da década de 90 de forma excitante. Falou sobre o seu envolvimento pessoal e profissional com pessoas que são meus ídolos como a banda Pixies e ter aberto para Neil Young numa turnê. Consegui me imaginar naquela festinha dos sonhos, sabe? Aquele backstage de festival em que todos estão reunidos, comendo porcarias e dividindo o banheiro porco. Você se sente ali, fazendo parte de tudo aquilo junto com ela. Sendo a mulher da banda, ou a miga dela, ao menos, haha.

 

No final, só tenho a agradecer, porque mulheres não têm tantas ídolas assim, nós não ocupamos ainda suficientemente espaços que são esperados ser ocupados por homens. Nossas resistências ainda são ocupações políticas e a vida da Kim e toda a sua arte foram e são uma grande ocupação. Fazer música dissonante, fazer arte, escrever, ser mãe, expor, etc. Ainda há de se esperar grandes coisas dela, sem a menor dúvida.

 

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A trama é a seguinte, Sarah é uma mulher que está ali nos seus vinte e tantos anos e a vida não tem sido muito gentil com ela (quem sempre?). Ela tem uma filha que não vê há quase um ano, se envolveu com um cara errado, está sempre sem grana fazendo bicos ilegais, mas quer consertar tudo isso para poder criar a filha a qualquer custo.

Um dia, enquanto esperava o trem na plataforma, ela cruza com uma mulher muito bem vestida (que aparenta ser de classe social alta) e com a qual se acha bizarramente parecida. Essa mulher tira os sapatos, deixa a bolsa ao lado e se joga na frente do trem quando ele se aproxima. Ela se mata assim do nada mesmo. Sem pensar muito, Sarah pega a bolsa de sua ‘cover’ e foge com ela.

E aí os mistérios e questionamentos começam a surgir. Ligações estranhas pro celular que está na bolsa, uma suposta conta com bastante dinheiro no banco, uma possível irmã gêmea. Por se orfã, Sarah não tem ideia de sua história de família. Ela então decide assumir a vida de sua ‘cover’ e acaba descobrindo outras coisas supreendentes. Outras clones e muitos questionamentos.

 

Mas Bárbara, por que é uma série empoderadora?

Por muitas razões, mas é claro que pra mim a principal é por ser feminista. Não declaradamente, mas por conter muitos elementos feministas empoderadores. Outro dia eu disse que não gostava de listar coisas, mas aprendi que na verdade não só gosto como é uma forma muito didática de passar conhecimento, hahaha, então vamos lá…

1) Tatiana Maslany. A atuação dessa mulher em diversos papéis dá vontade de chorar Oscar. Juro. Além de ser uma atriz incrível, ela conduz até agora (se não quiser saber quantos, não clique, haha) diferentes papéis com louvor. Na verdade acho que até mais do que eu consegui contar.

2) A protagonista é uma mulher, as principais personagens são mulheres fortes e independentes e merece medalha de honra ao mérito pelo desempenho arrasante no Teste Bechdel. Apesar das personagens terem o mesmo rosto, elas lutam para se distinguir, com suas características e personalidades únicas. Há muita sororidade e há muita desconstrução de construções sociais.

3) Tem lindes personagens queers e quebra estereótipos maravilhosamente. Uma lésbica como uma das personagens principais? Apenas, SIM. Um homem trans? SIM também. Como está a barra de empoderamento por aí? Subindo?

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4) Se você ainda não se convenceu, dá uma olhada nas peças de publicidade da terceira temporada aqui embaixo e me diz olhando na minha cara que não te deu vontade de assistir? Hahaha.

 

Apesar de ser incrível, é para amantes de sci-fi. Já ouvi reclamações sobre a série por ela ter muita informação científica, então se você não está preparado para ser bombardeado, espere até estar, sério. Ou faça que nem eu, acenda um e deixa rolar o amor. Porque rola muito. No IMDB a nota está 8,5, acho que minha nota pessoal, eu daria 8.

A produção da série é canadense e a estreia foi em março de 2013 pela BBC. A ótima notícia é que a série vai estrear sua terceira temporada neste sábado, dia 18 de abril. Então se você estava procurando alguma boa série pra fazer maratona, sua busca terminou! Hahaha. Fique aqui com o trailer e já saca a trilha sonora fodíssima que te espera. Ah, se assistir, me diz o que achou!

Imagens: divulgação

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