Aplicativo viciante #1: Dubsmash

Esse app não tem muito o que explicar. O vício está na sua simplicidade. O primeiro passo é escolher algum áudio de vídeo, música no banco de dados do próprio aplicativo – que os separa por categorias como ‘horror’, ‘comedy’, etc… – e depois fazer um vídeo dublando a coisa toda.

Só sei que minha vida acabou desde que baixei ele na semana passada. Só consigo me comunicar com meus amigos e família com falas dele.

[separator type="thin"] [infobox maintitle="Dubsmash" subtitle="Minha única comunicação de agora em diante" bg="green" color="black" opacity="on" space="30" link="no link"]

 

Quando meu roomate disse que não ia conseguir botar o lixo pra fora

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4171.mp4"][/video]

 

Quando derrubaram uma pauta minha outro dia no trabalho

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4172.mp4"][/video]

 

Quando minha roomate disse que ia dormir e eu vi a luz dela acesa, mandei no grupo do whatspp lá de casa

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4175.mp4"][/video]

 

Quando lembrei da minha cena favorita da Branca de Neve

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4177.mp4"][/video]

 

Quando minha mãe perguntou se eu ia chegar a tempo no aeroporto. Eu disse que não sabia porque…

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4179.mp4"][/video]

 

Quando meu irmão quis um pedaço do ovo de Páscoa que eu ganhei do meu avô

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4181.mp4"][/video]

 

Quando um amigo me falou que o Dubsmash é chato

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4182.mp4"][/video]

 

Nada a ver. Ele tá viajando…

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4184.mp4"][/video]

 

Existe outro aplicativo que te ajude a ficar feliz assim tão facilmente? Não!

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4185.mp4"][/video]

 

Este post vai ficar para História

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4187.mp4"][/video]

 

Dá pra corrigir quando os amigos falam francês errado

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4188.mp4"][/video]

 

Dá para criticar as galera que tá pedindo redução da maioridade penal

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4191.mp4"][/video]

 

E se o seu amigo se chama Michel e ele tá triste, ce pode falar pra ele ficar mais animado

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4194.mp4"][/video]

 

Ou então se sua amiga tá com a auto estima em baixa, ce também pode mandar uns elogio

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4213.mp4"][/video]

 

Recomendo que você o baixe logo porque tem uma galerinha que já tá caindo em cima dizendo que é chato.

Bob Esponja

Preguiça… pra mim é recalque de quem não consegue sincronizar a atuação com o áudio. Eu acho ótimo. Me sinto assim:

ru1

 

Tchau, gents!

[video width="480" height="480" mp4="http://ovelhamag.com/wp-content/uploads/2015/04/IMG_4212.mp4"][/video] [separator type="thin"]

dubsmash

 

Onde baixar:

Android

Apple

Tags relacionadas
, ,
Mais de Anna Crô

Belle de Jour (não é sobre o filme)

Este post é para apresentar o novo projeto “Belle de Jour“, que a fotógrafa Julia Rodrigues idealizou para a Ovelha. Desses encontros maravilhosos da vida que a gente tá muito feliz de trazer para vocês. O nome do projeto é livremente emprestado do filme do Luis Buñuel e estrelado pela Catherine Deneuve, uma singela dona de casa que decide passar as tardes fazendo algo diferente. (Ia ser Bela da Ju, mas a gente achou cafona e também tem o fato de ninguém ser dela, como vocês vão entender mais abaixo). No caso do projeto, a ideia é trazer a cada mês um ensaio com uma anônima, acompanhado de um texto escrito pela fotografada. Uma pessoa que por algum motivo deixou a Julia curiosa, com vontade de fotografar. Leia abaixo um trecho do papo que a gente teve com ela para entender um pouco melhor o que é esse projeto.

 

Ovelha – Como surgiu a ideia do projeto?

JuliaSempre que tenho uma ideia para um ensaio de trabalho, chamo alguma amiga para testar luz. Mas aconteceu algo engraçado. Esses testes, sem produção nem nada, começaram a resultar em fotos super legais. Amigas que muitas vezes nunca tinham posado profissionalmente estavam arrasando nas fotos. Comecei a pensar o quanto seria legar criar ensaios para essas meninas de acordo com a personalidade delas.
 

Por que mulheres e não homens?

Acho que é questão de gosto. Eu me sinto muito mais a vontade em dirigir mulheres. Gosto de descobrir a delicadeza, a força de cada uma e trabalhar isso. Também gosto de pensar que essa coleção de personagens que eu vou encontrando em cada uma delas também podem ser pequenas facetas da minha identidade. Eu gostaria, talvez, de ser mais segura ou delicada ou misteriosa ou badass, meio do jeito que eu fotografo essas mulheres.
 

Por que anônimas?

Porque de foto de celebridade o mundo já ta cheio, né? Tem tanta gente interessante dando sopa por aí…

 

 

Fala um pouco da sua relação com retratos.
O que você gosta nesse tipo de foto?

É uma relação muito doida essa entre a fotógrafo e a personagem – acho que fui ficando meio viciada nela. É um momento meio tenso. Eu como fotógrafa tenho que convencer uma pessoa a se sentir confortável na minha presença, aceitar minha direção, não travar e ser o mais natural possível. Eu sempre fico nervosa antes de fazer um retrato. Mas parece que baixa algum espírito doido e na hora do clique eu fico calma e segura.

 

 

Não acredito. Me conta uma vez que você ficou nervosa.

Haha. Ok. Fiquei bem nervosa quando fui fazer um retrato da Adèle Exarchopoulos [atriz do filme Azul é a Cor Mais Quente], porque não falava a língua dela e tinha 5 minutos pra fazer a foto. Também fiquei tensa com o Luís Fernando Veríssimo. Me disseram que ele é super tímido e que odeia tirar foto – a pior coisa que se pode falar para um fotógrafo antes de um retrato. Mas, de vez em quando rola uma sintonia boa e é meio que mágico. Me comunico com uma pessoa que eu provavelmente nunca vi antes por olhares, movimento de mãos e frases curtas. Quando a foto acaba essa ligação se dissipa quase que instantaneamente. O resultado disso tudo é um retrato, daquele exato momento de compreensão mútua. E ele existe pra sempre. Sei lá, foto é foda (rs).

 

 

 

O que espera alcançar com esse projeto?

Não sei se é o caso de alcançar alguma coisa, acho que é mais pelo processo mesmo. Chamar uma mulher “comum”, pedir pra ela contar a sua historia pessoal, ou inventar alguma história qualquer e tentar tirar daí uma essência e criar com ela uma série de retratos. Para mim, o interessante é conseguir fazer isso de um jeito satisfatório. Não só pela plástica das imagens, mas pelo desafio de fazê-las e as dar de presente pra essa pessoa que me deixou curiosa por algum motivo. Pela ideia que me passou dela mesma, seja ela uma uma personagem fictícia ou não. Acho que é um jeito de empoderar essas meninas e mulheres incríveis com quem a gente tá sempre topando por aí. Mostrar que todo mundo é sensacional… #

 

Siga a Julia Rodrigues! Todo o mês teremos uma Belle de Jour inspiradora retratada pela fotógrafa, então fique de olho nas novidades da Ovelha (;

Site / Tumblr / Facebook / Instagram

Leia mais

Preguiça… pra mim é recalque de quem não consegue sincronizar a atuação com o áudio. Eu acho ótimo. Me sinto assim:

ru1

 

Tchau, gents!

dubsmash

 

Onde baixar:

Android

Apple

" />