Jogue: Crossy Road

Eu amo jogos que preenchem momentos de tédio no dia-a-dia. Por isso mesmo que jogos de smartphone são simplesmente a glória. E graças aos indie games, que trouxeram de volta a nostalgia e a simplicidade dos gráficos e da mecânica nos jogos, hoje os melhores games são surpreendentemente simples – mas com umas sacadinhas geniais.

E esse é o caso do novo amor da minha vida: Crossy Road. Um jogo arcade, ou seja, não tem uma história que precisa ser necessariamente contada, nem um objetivo final além de pontuar mais do que seu amiguinho ou do que seu último recorde.

O jogo é uma repaginação do clássico Frogger, de 1980, só que muito mais legal. Ele apresenta uma gráfico 3D blocado, brincando com a estética pixel art. É, tipo Minecraft, só que bonito, bem bonito – a versão para iOS, na verdade. A versão Android deixa a desejar, já que os gráficos tiveram que passar por adaptações para funcionar na maioria dos celulares com o sistema operacional.

A sacada do jogo está em trazer diferentes personagens com particularidades hilárias, como o peixe fora da água e o pombo que caga enquanto anda. São dezenas de bichinhos fofos com seus sons e efeitos próprios. Mas não pára por aí: o mais legal são os personagens que tem relação direta com a cultura pop. Você pode jogar como um jogador de basquete, como um unicórnio, como o Dracula, como o Frankenstein… e como o Doge. Sim, ele mesmo. Wow, very cross. Much awesome.

Bom, Crossy Road é um jogo viciante em muitos sentidos. Ele não te deixa descobrir por que a galinha atravessou a rua, mas não é isso que importa nesse caso. Essa belezinha é criação da Hipster Whale (melhor nome) e dá pra baixar de graça na versão iOS (a original e gloriosa) e Android (que dá pro gasto).

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Ouça: Tei Shi

Tei Shi é Valerie Teicher, cantora argentina radicada no Canadá. Ela está lançando hoje seu mais novo EP, entitulado Verde. Esse trabalho dá continuidade ao seu primeiro EP, Saudade, lançado em 2012.
 

Tei Shi
 
Essa mulher maravilhosa (ela é muito linda, socorro) apresenta um som original, influência desse mix cultural que viveu desde a infância. Além de cantar, Valerie gosta de viver a música também através da dança. Mas não espere passos coreografados à lá Beyoncé em seus shows e videoclipes. Para ela, é muito mais sobre sentir a música, algo mais intenso, delicado e sensorial. Pode observar nos clipes dela que ela é gente como a gente, que joga os braços para o ar e balança o corpo conforme a música. De um jeito bem sexy, aliás.
 

 
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Crossy Road. Um jogo arcade, ou seja, não tem uma história que precisa ser necessariamente contada, nem um objetivo final além de pontuar mais do que seu amiguinho ou do que seu último recorde.

O jogo é uma repaginação do clássico Frogger, de 1980, só que muito mais legal. Ele apresenta uma gráfico 3D blocado, brincando com a estética pixel art. É, tipo Minecraft, só que bonito, bem bonito – a versão para iOS, na verdade. A versão Android deixa a desejar, já que os gráficos tiveram que passar por adaptações para funcionar na maioria dos celulares com o sistema operacional.

A sacada do jogo está em trazer diferentes personagens com particularidades hilárias, como o peixe fora da água e o pombo que caga enquanto anda. São dezenas de bichinhos fofos com seus sons e efeitos próprios. Mas não pára por aí: o mais legal são os personagens que tem relação direta com a cultura pop. Você pode jogar como um jogador de basquete, como um unicórnio, como o Dracula, como o Frankenstein… e como o Doge. Sim, ele mesmo. Wow, very cross. Much awesome.

Bom, Crossy Road é um jogo viciante em muitos sentidos. Ele não te deixa descobrir por que a galinha atravessou a rua, mas não é isso que importa nesse caso. Essa belezinha é criação da Hipster Whale (melhor nome) e dá pra baixar de graça na versão iOS (a original e gloriosa) e Android (que dá pro gasto).

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Crossy Road. Um jogo arcade, ou seja, não tem uma história que precisa ser necessariamente contada, nem um objetivo final além de pontuar mais do que seu amiguinho ou do que seu último recorde.

O jogo é uma repaginação do clássico Frogger, de 1980, só que muito mais legal. Ele apresenta uma gráfico 3D blocado, brincando com a estética pixel art. É, tipo Minecraft, só que bonito, bem bonito – a versão para iOS, na verdade. A versão Android deixa a desejar, já que os gráficos tiveram que passar por adaptações para funcionar na maioria dos celulares com o sistema operacional.

A sacada do jogo está em trazer diferentes personagens com particularidades hilárias, como o peixe fora da água e o pombo que caga enquanto anda. São dezenas de bichinhos fofos com seus sons e efeitos próprios. Mas não pára por aí: o mais legal são os personagens que tem relação direta com a cultura pop. Você pode jogar como um jogador de basquete, como um unicórnio, como o Dracula, como o Frankenstein… e como o Doge. Sim, ele mesmo. Wow, very cross. Much awesome.

Bom, Crossy Road é um jogo viciante em muitos sentidos. Ele não te deixa descobrir por que a galinha atravessou a rua, mas não é isso que importa nesse caso. Essa belezinha é criação da Hipster Whale (melhor nome) e dá pra baixar de graça na versão iOS (a original e gloriosa) e Android (que dá pro gasto).

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