A maior parte da produção audiovisual que acompanhamos é bem problemática em termos de representatividade. A porcentagem de mulheres protagonistas é super pequena e a grande parte dos filmes e séries simplesmente desconsidera a existência de mulheres não-brancas.
Por isso, séries com mulheres protagonistas me deixam realmente feliz. Coisas como Gilmore Girls, The Mindy Project, New Girl, Broad City e How To Get Away With Murder me fazem dar pulinhos. Pensar na Tina Fey e na Amy Poehler enche meu coração de alegria. Nem preciso falar de como representatividade é um negócio que muda a vida, né?
Já falei aqui na Ovelha sobre Ackee & Saltfish, uma websérie incrível e engraçada, e que é escrita, produzida e estrelada por mulheres negras. Por isso resolvi falar de I Love Lucy & Bekka, mais uma websérie sensacional, criada por uma mulher negra, e também centrada na relação de duas melhores amigas.
A Lucy e a Bekka são interpretadas, respectivamente, por Kristolyn Llyod e Gina Rodriguez (que muita gente deve conhecer da série Jane The Virgin). As duas moram juntas desde o início dos seus vinte anos e a série exibe o tipo de intimidade hilária que surge nesse cenário. Os episódios todos são curtinhos e mostram as conversas estranhas que rolam entre as duas protagonistas.
O primeiro episódio chama “Christina Aguilera”. Nele, a Bekka está considerando um emprego novo onde ela precisaria cantar, então resolve mostrar suas habilidades enquanto a Lucy faz xixi, hehe:
A criadora da série é a Rachael Holder. Ela se formou na Tisch School of the Arts da NYU, adora “The Office” e menciona “Drinking Buddies” como um de seus filmes preferidos, então já era de se esperar que seu trabalho fosse super legal.
Nessa entrevista no Huffington Post, a Rachael fala um pouco sobre como ela curte escrever sobre amizades entre mulheres. Ela também fala do significado de fazer uma websérie estrelada por duas mulheres não brancas (a Kristolyn é negra e a Gina é descendente de Porto-Riquenhos) e como é importante para ela ser uma voz para pessoas negras.
Ainda não sabemos se vai rolar uma segunda temporada ou não, mas fica de olho no Twitter da série pra não perder nada.
A maior parte da produção audiovisual que acompanhamos é bem problemática em termos de representatividade. A porcentagem de mulheres protagonistas é super pequena e a grande parte dos filmes e séries simplesmente desconsidera a existência de mulheres não-brancas.
Por isso, séries com mulheres protagonistas me deixam realmente feliz. Coisas como Gilmore Girls, The Mindy Project, New Girl, Broad City e How To Get Away With Murder me fazem dar pulinhos. Pensar na Tina Fey e na Amy Poehler enche meu coração de alegria. Nem preciso falar de como representatividade é um negócio que muda a vida, né?
Já falei aqui na Ovelha sobre Ackee & Saltfish, uma websérie incrível e engraçada, e que é escrita, produzida e estrelada por mulheres negras. Por isso resolvi falar de I Love Lucy & Bekka, mais uma websérie sensacional, criada por uma mulher negra, e também centrada na relação de duas melhores amigas.
A Lucy e a Bekka são interpretadas, respectivamente, por Kristolyn Llyod e Gina Rodriguez (que muita gente deve conhecer da série Jane The Virgin). As duas moram juntas desde o início dos seus vinte anos e a série exibe o tipo de intimidade hilária que surge nesse cenário. Os episódios todos são curtinhos e mostram as conversas estranhas que rolam entre as duas protagonistas.
O primeiro episódio chama “Christina Aguilera”. Nele, a Bekka está considerando um emprego novo onde ela precisaria cantar, então resolve mostrar suas habilidades enquanto a Lucy faz xixi, hehe:
A criadora da série é a Rachael Holder. Ela se formou na Tisch School of the Arts da NYU, adora “The Office” e menciona “Drinking Buddies” como um de seus filmes preferidos, então já era de se esperar que seu trabalho fosse super legal.
Nessa entrevista no Huffington Post, a Rachael fala um pouco sobre como ela curte escrever sobre amizades entre mulheres. Ela também fala do significado de fazer uma websérie estrelada por duas mulheres não brancas (a Kristolyn é negra e a Gina é descendente de Porto-Riquenhos) e como é importante para ela ser uma voz para pessoas negras.
Ainda não sabemos se vai rolar uma segunda temporada ou não, mas fica de olho no Twitter da série pra não perder nada.
A maior parte da produção audiovisual que acompanhamos é bem problemática em termos de representatividade. A porcentagem de mulheres protagonistas é super pequena e a grande parte dos filmes e séries simplesmente desconsidera a existência de mulheres não-brancas.
Por isso, séries com mulheres protagonistas me deixam realmente feliz. Coisas como Gilmore Girls, The Mindy Project, New Girl, Broad City e How To Get Away With Murder me fazem dar pulinhos. Pensar na Tina Fey e na Amy Poehler enche meu coração de alegria. Nem preciso falar de como representatividade é um negócio que muda a vida, né?
Já falei aqui na Ovelha sobre Ackee & Saltfish, uma websérie incrível e engraçada, e que é escrita, produzida e estrelada por mulheres negras. Por isso resolvi falar de I Love Lucy & Bekka, mais uma websérie sensacional, criada por uma mulher negra, e também centrada na relação de duas melhores amigas.
A Lucy e a Bekka são interpretadas, respectivamente, por Kristolyn Llyod e Gina Rodriguez (que muita gente deve conhecer da série Jane The Virgin). As duas moram juntas desde o início dos seus vinte anos e a série exibe o tipo de intimidade hilária que surge nesse cenário. Os episódios todos são curtinhos e mostram as conversas estranhas que rolam entre as duas protagonistas.
O primeiro episódio chama “Christina Aguilera”. Nele, a Bekka está considerando um emprego novo onde ela precisaria cantar, então resolve mostrar suas habilidades enquanto a Lucy faz xixi, hehe:
A criadora da série é a Rachael Holder. Ela se formou na Tisch School of the Arts da NYU, adora “The Office” e menciona “Drinking Buddies” como um de seus filmes preferidos, então já era de se esperar que seu trabalho fosse super legal.
Nessa entrevista no Huffington Post, a Rachael fala um pouco sobre como ela curte escrever sobre amizades entre mulheres. Ela também fala do significado de fazer uma websérie estrelada por duas mulheres não brancas (a Kristolyn é negra e a Gina é descendente de Porto-Riquenhos) e como é importante para ela ser uma voz para pessoas negras.
Ainda não sabemos se vai rolar uma segunda temporada ou não, mas fica de olho no Twitter da série pra não perder nada.
Que a Rihanna é incrível e rainha de todas as coisas, todas já sabem. Mas o que deixa muita gente meio perdida é a letra de “Work”, o primeiro single de “ANTI”, o mais novo álbum da RiRi. Quando “Work” foi lançada, a grande maioria de nós começou imediatamente a dar pulinhos de felicidade.
Mas teve uma galera (especialmente uma galera gringa) que começou a reclamar super do jeito que a Rihanna cantava a música, alegando que a letra era incompreensível. Aqui você pode ver uns tuítes de um pessoal que acusa a cantora de estar “cantando qualquer coisa”.
Mas gente, hora de acordar pra vida! A letra de “Work” não é “qualquer coisa”. É Patois.
Patois é um dialeto baseado nas línguas inglesa e creole, com influências do oeste Africano. É meio que um fenômeno linguístico e cultural que acontece por todo o Caribe. Pra quem não sabe, a Riri é de Barbados, e ela vem incorporando o dialeto há algum tempo! Ela fez isso em “Man Down” e em “Rude Boy”, por exemplo. Sabe quem mais usou Patois recentemente? O Kendrick Lamar, em The Blacker The Berry (♡).
Vou aproveitar que estamos falando de como a Rihanna é uma entidade divina e deixar dois links para vocês:
Esse aqui é um texto do Feministing falando sobre como o vídeo de “Work” é uma grande amostra de como a Rihanna é dona da sua própria sexualidade. A ideia geral é que ela tá dançando pra ela mesma, se curtindo e se amando. Independente do Drake ou das outras pessoas da balada. Não significa que o rolêzinho com o Drake não tem um papel importante, mas significa que ele não ocupa o papel central. Quem tá no centro de tudo é a RiRi e sua autonomia.
O segundo link é um artigo do BuzzFeed sobre o quão incrível a RiRi é. A autora analisa como o trabalho da Rihanna é totalmente baseado na autodeterminação da mulher negra. Criando uma narrativa própria, a RiRi exige autoridade sobre seu próprio corpo, sua música e sua imagem. (EU AMO ESSA MULHER).
Ai, ai, não é por acaso que com as letras de Rihanna dá pra escrever “Rainha” também (tá, tem um “n” sobrando).
Ackee & Saltfish, uma websérie incrível e engraçada, e que é escrita, produzida e estrelada por mulheres negras. Por isso resolvi falar de I Love Lucy & Bekka, mais uma websérie sensacional, criada por uma mulher negra, e também centrada na relação de duas melhores amigas.
A Lucy e a Bekka são interpretadas, respectivamente, por Kristolyn Llyod e Gina Rodriguez (que muita gente deve conhecer da série Jane The Virgin). As duas moram juntas desde o início dos seus vinte anos e a série exibe o tipo de intimidade hilária que surge nesse cenário. Os episódios todos são curtinhos e mostram as conversas estranhas que rolam entre as duas protagonistas.
O primeiro episódio chama “Christina Aguilera”. Nele, a Bekka está considerando um emprego novo onde ela precisaria cantar, então resolve mostrar suas habilidades enquanto a Lucy faz xixi, hehe:
A criadora da série é a Rachael Holder. Ela se formou na Tisch School of the Arts da NYU, adora “The Office” e menciona “Drinking Buddies” como um de seus filmes preferidos, então já era de se esperar que seu trabalho fosse super legal.
Nessa entrevista no Huffington Post, a Rachael fala um pouco sobre como ela curte escrever sobre amizades entre mulheres. Ela também fala do significado de fazer uma websérie estrelada por duas mulheres não brancas (a Kristolyn é negra e a Gina é descendente de Porto-Riquenhos) e como é importante para ela ser uma voz para pessoas negras.
Ainda não sabemos se vai rolar uma segunda temporada ou não, mas fica de olho no Twitter da série pra não perder nada.