Chegou o dia, domingo, 02 de outubro! O dia em que, mesmo com muita descrença no sistema eleitoral brasileiro e, independente de sua visão política, é hora de fazer um voto pragmático (mais uma vez). Lembrando que, anular seu voto também pode ser considerado um voto pragmático, é seu direito.
Mesmo muito desacreditada do nosso sistema político, escolho votar por muitas questões, mas a principal ainda é a falta de representatividade. Particularmente depois do golpe (é golpe sim), várias cadeiras representativas caíram no novo governo federal. Para entender um pouco sobre representatividade, preciso falar sobre o termo minorias que usamos tanto nos movimentos sociais e em diferentes correntes feministas.
Minoria é um grupo na sociedade que é subordinado sócio e economicamente. Um grupo excluído e que apesar do termo ser confundido com sinônimos diretos do termo que significam ‘menor’ e/ou ‘pequeno’, as minorias no Brasil são maioria em número de pessoas, porém não em representatividade política. Não sei se você sabe, mas, no Brasil, temos menos mulheres no Legislativo do que no Oriente Médio, aquele território que conhecemos pouco mas que julgamos muito.
Mas Bárbara, então eu devo votar em mulheres, não importando as propostas? Não. Não devemos votar em quem não conhecemos propostas, planos de governo, as pautas e alianças e não, não devemos votar em mulheres apenas por serem mulheres, isso não significa que ela vá fazer um governo representativo. Vejamos o caso da Hillary Clinton, por exemplo, hoje, caso eu fosse estadunidense, eu votaria pragmaticamente nela por questões de Donald Trump (me perdoem porquinhos). Porém, ela não seria a minha primeira escolha quando começou a corrida eleitoral. Infelizmente, votar na Hillary, é dar continuidade em uma agenda bélica, de guerras e neo-liberalismos. ~ God bless ‘Merica (and nobody else)! ~
E apesar de tudo isso, ainda há uma enorme importância em votar em mulheres, fazer recorte de gênero na política é essencial para repararmos a nossa falta de contribuição histórica, ou melhor dizendo, nosso silenciamento e exclusão, em qualquer âmbito, seja social e/ou político.
Mesmo que, com cotas para mulheres dentro da política, partidos preenchem as vagas mas não dão espaço ativo para elas, apenas cumpre-se uma tabela burocrática. E isso em qualquer partido, não puxando pano mais para um ou para outro porque muitos só usam mulheres e minorias no geral como token. Pessoalmente, já tive a experiência de ser diminuída em espaços ditos-democráticos, o que me fez pensar e questionar muito sobre espaços seguros e o quanto ainda precisamos nos unir se quisermos fazer alguma coisa, nos unir e ocupar esses espaços que são majoritariamente masculinos.
Dito isso, acho que é de primeira importância termos noção do que faz um prefeito e o que faz um vereador, cadeira das quais votaremos hoje. Chamei uma convidada muito especial (quem dera que eu tivesse essa intimidade, haha) para falar sobre esse assunto tão importante, a nossa queridinha JoutJout.
Pronto, já está craque? Já sabe que não poderemos votar na legenda para não cair na manobra política? Agora que tal entrar no site do merepresenta.org.br e tirar um tempinho (ainda há tempo) para pesquisar uma pessoa super maneira para representar quem precisa ser representado? Eu gosto muito desse nome, Me Representa, mas mais importante que nos representar, é fazer uma reflexão para saber quem ainda precisa ser mais representado do que nós mesmos, ou melhor, para além de nós mesmos. E assim, migues, exercemos nosso altruísmo e cidadania e claro, empatia.
Me Representa é o ‘tinder’ político com agenda para minorias, você clica nas pautas que não abre mão que sejam representadas pelo seu candidato e a plataforma ~ dá um match ~ com os vereadores que estão aptos a receber seu voto!
Além do site citado acima, também temos alguns links úteis caso você queira ganhar um tempinho antes de sair para fazer o seu voto. Temos o Guia de Justiça Alimentar e Cidadania, o site e twitter do Gênero Número que apresenta narrativas jornalísticas guiadas por dados sobre as assimetrias de gênero, o site de Mobilidade Ativa (somente SP) e o Truco, que checa fatos ditos por candidatos. Existem muitos outros e se quiserem compartilhar com a gente, deixe nos comentários!
Bom domingo e boa votação!♡
Chegou o dia, domingo, 02 de outubro! O dia em que, mesmo com muita descrença no sistema eleitoral brasileiro e, independente de sua visão política, é hora de fazer um voto pragmático (mais uma vez). Lembrando que, anular seu voto também pode ser considerado um voto pragmático, é seu direito.
Mesmo muito desacreditada do nosso sistema político, escolho votar por muitas questões, mas a principal ainda é a falta de representatividade. Particularmente depois do golpe (é golpe sim), várias cadeiras representativas caíram no novo governo federal. Para entender um pouco sobre representatividade, preciso falar sobre o termo minorias que usamos tanto nos movimentos sociais e em diferentes correntes feministas.
Minoria é um grupo na sociedade que é subordinado sócio e economicamente. Um grupo excluído e que apesar do termo ser confundido com sinônimos diretos do termo que significam ‘menor’ e/ou ‘pequeno’, as minorias no Brasil são maioria em número de pessoas, porém não em representatividade política. Não sei se você sabe, mas, no Brasil, temos menos mulheres no Legislativo do que no Oriente Médio, aquele território que conhecemos pouco mas que julgamos muito.
Mas Bárbara, então eu devo votar em mulheres, não importando as propostas? Não. Não devemos votar em quem não conhecemos propostas, planos de governo, as pautas e alianças e não, não devemos votar em mulheres apenas por serem mulheres, isso não significa que ela vá fazer um governo representativo. Vejamos o caso da Hillary Clinton, por exemplo, hoje, caso eu fosse estadunidense, eu votaria pragmaticamente nela por questões de Donald Trump (me perdoem porquinhos). Porém, ela não seria a minha primeira escolha quando começou a corrida eleitoral. Infelizmente, votar na Hillary, é dar continuidade em uma agenda bélica, de guerras e neo-liberalismos. ~ God bless ‘Merica (and nobody else)! ~
E apesar de tudo isso, ainda há uma enorme importância em votar em mulheres, fazer recorte de gênero na política é essencial para repararmos a nossa falta de contribuição histórica, ou melhor dizendo, nosso silenciamento e exclusão, em qualquer âmbito, seja social e/ou político.
Mesmo que, com cotas para mulheres dentro da política, partidos preenchem as vagas mas não dão espaço ativo para elas, apenas cumpre-se uma tabela burocrática. E isso em qualquer partido, não puxando pano mais para um ou para outro porque muitos só usam mulheres e minorias no geral como token. Pessoalmente, já tive a experiência de ser diminuída em espaços ditos-democráticos, o que me fez pensar e questionar muito sobre espaços seguros e o quanto ainda precisamos nos unir se quisermos fazer alguma coisa, nos unir e ocupar esses espaços que são majoritariamente masculinos.
Dito isso, acho que é de primeira importância termos noção do que faz um prefeito e o que faz um vereador, cadeira das quais votaremos hoje. Chamei uma convidada muito especial (quem dera que eu tivesse essa intimidade, haha) para falar sobre esse assunto tão importante, a nossa queridinha JoutJout.
Pronto, já está craque? Já sabe que não poderemos votar na legenda para não cair na manobra política? Agora que tal entrar no site do merepresenta.org.br e tirar um tempinho (ainda há tempo) para pesquisar uma pessoa super maneira para representar quem precisa ser representado? Eu gosto muito desse nome, Me Representa, mas mais importante que nos representar, é fazer uma reflexão para saber quem ainda precisa ser mais representado do que nós mesmos, ou melhor, para além de nós mesmos. E assim, migues, exercemos nosso altruísmo e cidadania e claro, empatia.
Me Representa é o ‘tinder’ político com agenda para minorias, você clica nas pautas que não abre mão que sejam representadas pelo seu candidato e a plataforma ~ dá um match ~ com os vereadores que estão aptos a receber seu voto!
Além do site citado acima, também temos alguns links úteis caso você queira ganhar um tempinho antes de sair para fazer o seu voto. Temos o Guia de Justiça Alimentar e Cidadania, o site e twitter do Gênero Número que apresenta narrativas jornalísticas guiadas por dados sobre as assimetrias de gênero, o site de Mobilidade Ativa (somente SP) e o Truco, que checa fatos ditos por candidatos. Existem muitos outros e se quiserem compartilhar com a gente, deixe nos comentários!
Chegou o dia, domingo, 02 de outubro! O dia em que, mesmo com muita descrença no sistema eleitoral brasileiro e, independente de sua visão política, é hora de fazer um voto pragmático (mais uma vez). Lembrando que, anular seu voto também pode ser considerado um voto pragmático, é seu direito.
Mesmo muito desacreditada do nosso sistema político, escolho votar por muitas questões, mas a principal ainda é a falta de representatividade. Particularmente depois do golpe (é golpe sim), várias cadeiras representativas caíram no novo governo federal. Para entender um pouco sobre representatividade, preciso falar sobre o termo minorias que usamos tanto nos movimentos sociais e em diferentes correntes feministas.
Minoria é um grupo na sociedade que é subordinado sócio e economicamente. Um grupo excluído e que apesar do termo ser confundido com sinônimos diretos do termo que significam ‘menor’ e/ou ‘pequeno’, as minorias no Brasil são maioria em número de pessoas, porém não em representatividade política. Não sei se você sabe, mas, no Brasil, temos menos mulheres no Legislativo do que no Oriente Médio, aquele território que conhecemos pouco mas que julgamos muito.
Mas Bárbara, então eu devo votar em mulheres, não importando as propostas? Não. Não devemos votar em quem não conhecemos propostas, planos de governo, as pautas e alianças e não, não devemos votar em mulheres apenas por serem mulheres, isso não significa que ela vá fazer um governo representativo. Vejamos o caso da Hillary Clinton, por exemplo, hoje, caso eu fosse estadunidense, eu votaria pragmaticamente nela por questões de Donald Trump (me perdoem porquinhos). Porém, ela não seria a minha primeira escolha quando começou a corrida eleitoral. Infelizmente, votar na Hillary, é dar continuidade em uma agenda bélica, de guerras e neo-liberalismos. ~ God bless ‘Merica (and nobody else)! ~
E apesar de tudo isso, ainda há uma enorme importância em votar em mulheres, fazer recorte de gênero na política é essencial para repararmos a nossa falta de contribuição histórica, ou melhor dizendo, nosso silenciamento e exclusão, em qualquer âmbito, seja social e/ou político.
Mesmo que, com cotas para mulheres dentro da política, partidos preenchem as vagas mas não dão espaço ativo para elas, apenas cumpre-se uma tabela burocrática. E isso em qualquer partido, não puxando pano mais para um ou para outro porque muitos só usam mulheres e minorias no geral como token. Pessoalmente, já tive a experiência de ser diminuída em espaços ditos-democráticos, o que me fez pensar e questionar muito sobre espaços seguros e o quanto ainda precisamos nos unir se quisermos fazer alguma coisa, nos unir e ocupar esses espaços que são majoritariamente masculinos.
Dito isso, acho que é de primeira importância termos noção do que faz um prefeito e o que faz um vereador, cadeira das quais votaremos hoje. Chamei uma convidada muito especial (quem dera que eu tivesse essa intimidade, haha) para falar sobre esse assunto tão importante, a nossa queridinha JoutJout.
Pronto, já está craque? Já sabe que não poderemos votar na legenda para não cair na manobra política? Agora que tal entrar no site do merepresenta.org.br e tirar um tempinho (ainda há tempo) para pesquisar uma pessoa super maneira para representar quem precisa ser representado? Eu gosto muito desse nome, Me Representa, mas mais importante que nos representar, é fazer uma reflexão para saber quem ainda precisa ser mais representado do que nós mesmos, ou melhor, para além de nós mesmos. E assim, migues, exercemos nosso altruísmo e cidadania e claro, empatia.
Me Representa é o ‘tinder’ político com agenda para minorias, você clica nas pautas que não abre mão que sejam representadas pelo seu candidato e a plataforma ~ dá um match ~ com os vereadores que estão aptos a receber seu voto!
Além do site citado acima, também temos alguns links úteis caso você queira ganhar um tempinho antes de sair para fazer o seu voto. Temos o Guia de Justiça Alimentar e Cidadania, o site e twitter do Gênero Número que apresenta narrativas jornalísticas guiadas por dados sobre as assimetrias de gênero, o site de Mobilidade Ativa (somente SP) e o Truco, que checa fatos ditos por candidatos. Existem muitos outros e se quiserem compartilhar com a gente, deixe nos comentários!
Não vou mentir, fui assistir Wild porque uma amiga e minha terapeuta além de me recomendarem, disseram que se lembraram de mim. Apesar da Reese Witherspoon ter feito papéis fortes como June em Walk The Line, eu não tinha uma memória afetiva dela pra querer assistir a um filme seu, talvez por não associar a filmes bons. Mas não me alonguei, acendi um e assisti o filme. Com certeza já posso virar essa página sobre Reese por muitos motivos.
A trama é auto-biográfica, Cheryl Strayed teve uma infância relativamente difícil e sofre com a morte prematura de sua mãe por causa de um câncer. Depois de alguns anos lidando com esse sentimento, decide fazer a trilha Pacific Crest Trail, apelidada de PCT, como um ato simbólico de ressurreição e empoderamento pessoal. A atuação de Reese está arrebatadora. Não é a toa que foi indicada em mais de 15 prêmios diferentes.
O filme, apesar de não fazer corte de classe e raça (e eu só perdôo porque é auto-biográfico), é feminista por algumas razões, não curto listar, mas acho que hoje é um bom dia pra fazer isso, haha.
1) Lida com a sexualidade de forma natural.
2) Retrata disfunções da vida de forma natural.
3) Mostra o corpo de uma forma real, não objetificada ou sexualizada.
4) Respeita a história e não transforma em um filme sobre mulheres, não universaliza experiências.
5) Não menospreza a experiência de uma mulher que viaja sozinha (não tô dizendo que personagens não o fazem, afinal, é uma história verídica).
Eu me entreguei. Amo viajar, nunca fiz com o mesmo propósito, mas querendo ou não é sempre empoderador e eu amo viajar sozinha. Também tive problemas com a minha mãe, quem não teve? Até onde chequei, Freud ainda está sendo bem requisitado, hahaha. Mas é completamente diferente da vida de Cheryl. A aproximação acontece por afidamento. A própria trilha não acontece sem aperreio, claro, situações de misoginia latente, medo de ser abusada e/ou estuprada, sentir-se sozinha num mundo que te pressiona pra ter bom humor todos os dias da sua vida, acontecem. Então é natural se identificar e sentir empatia.
Cinematograficamente me foi surpreendente. A direção de arte e a fotografia são boas, mas senti bastante falta de tomadas abertas, que mostrassem mais a trilha e a pequenez da personagem diante da imensidão da natureza, das dificuldades da trilha, correlacionando à muitas questões da vida e história da personagem, foi uma onda minha. A trilha sonora não é nada demais, achei ok. Gostei bastante de terem colocado First Aid Kit e Portishead, uma das minhas bandas favoritas. Gostei do filme não ter o selo Hollywoodiano. Creio que a maioria já associa Reese à Hollywood, mas é um filme indie.
Agora, a página que eu tinha da Reese virou completamente quando eu soube que ela havia produzido o filme. E muito mais do que isso, ela sentiu a necessidade de há algum tempo atrás criar a produtora Pacific Standard Productions com a Bruna Papandrea. A decisão veio para criar e gerar material de conteúdo feminino no cinema. Quando Reese se tocou em algum momento que havia apenas um estúdio recrutando mulheres acima de 30 anos para um papel, decidiu “se ocupar”. E ainda bem que se ocupou, a produtora já conta com três filmes produzidos em três anos de existência, entre eles o polêmico Gone Girl, e pelo que eu pude pesquisar, a lista de produções futuras é extensa. Vida longa à Pacific Standard Productions! Abaixo, palavras da miss Witherspoon:
Minha filha tinha 13 anos, eu queria que ela visse filmes com líderes femininas e heroínas e histórias de vida
é golpe sim), várias cadeiras representativas caíram no novo governo federal. Para entender um pouco sobre representatividade, preciso falar sobre o termo minorias que usamos tanto nos movimentos sociais e em diferentes correntes feministas.
Minoria é um grupo na sociedade que é subordinado sócio e economicamente. Um grupo excluído e que apesar do termo ser confundido com sinônimos diretos do termo que significam ‘menor’ e/ou ‘pequeno’, as minorias no Brasil são maioria em número de pessoas, porém não em representatividade política. Não sei se você sabe, mas, no Brasil, temos menos mulheres no Legislativo do que no Oriente Médio, aquele território que conhecemos pouco mas que julgamos muito.
Mas Bárbara, então eu devo votar em mulheres, não importando as propostas? Não. Não devemos votar em quem não conhecemos propostas, planos de governo, as pautas e alianças e não, não devemos votar em mulheres apenas por serem mulheres, isso não significa que ela vá fazer um governo representativo. Vejamos o caso da Hillary Clinton, por exemplo, hoje, caso eu fosse estadunidense, eu votaria pragmaticamente nela por questões de Donald Trump (me perdoem porquinhos). Porém, ela não seria a minha primeira escolha quando começou a corrida eleitoral. Infelizmente, votar na Hillary, é dar continuidade em uma agenda bélica, de guerras e neo-liberalismos. ~ God bless ‘Merica (and nobody else)! ~
E apesar de tudo isso, ainda há uma enorme importância em votar em mulheres, fazer recorte de gênero na política é essencial para repararmos a nossa falta de contribuição histórica, ou melhor dizendo, nosso silenciamento e exclusão, em qualquer âmbito, seja social e/ou político.
Mesmo que, com cotas para mulheres dentro da política, partidos preenchem as vagas mas não dão espaço ativo para elas, apenas cumpre-se uma tabela burocrática. E isso em qualquer partido, não puxando pano mais para um ou para outro porque muitos só usam mulheres e minorias no geral como token. Pessoalmente, já tive a experiência de ser diminuída em espaços ditos-democráticos, o que me fez pensar e questionar muito sobre espaços seguros e o quanto ainda precisamos nos unir se quisermos fazer alguma coisa, nos unir e ocupar esses espaços que são majoritariamente masculinos.
Dito isso, acho que é de primeira importância termos noção do que faz um prefeito e o que faz um vereador, cadeira das quais votaremos hoje. Chamei uma convidada muito especial (quem dera que eu tivesse essa intimidade, haha) para falar sobre esse assunto tão importante, a nossa queridinha JoutJout.
Pronto, já está craque? Já sabe que não poderemos votar na legenda para não cair na manobra política? Agora que tal entrar no site do merepresenta.org.br e tirar um tempinho (ainda há tempo) para pesquisar uma pessoa super maneira para representar quem precisa ser representado? Eu gosto muito desse nome, Me Representa, mas mais importante que nos representar, é fazer uma reflexão para saber quem ainda precisa ser mais representado do que nós mesmos, ou melhor, para além de nós mesmos. E assim, migues, exercemos nosso altruísmo e cidadania e claro, empatia.
Me Representa é o ‘tinder’ político com agenda para minorias, você clica nas pautas que não abre mão que sejam representadas pelo seu candidato e a plataforma ~ dá um match ~ com os vereadores que estão aptos a receber seu voto!
Além do site citado acima, também temos alguns links úteis caso você queira ganhar um tempinho antes de sair para fazer o seu voto. Temos o Guia de Justiça Alimentar e Cidadania, o site e twitter do Gênero Número que apresenta narrativas jornalísticas guiadas por dados sobre as assimetrias de gênero, o site de Mobilidade Ativa (somente SP) e o Truco, que checa fatos ditos por candidatos. Existem muitos outros e se quiserem compartilhar com a gente, deixe nos comentários!