Ouça: The Anna Thompsons

Quando estive em Berlim em junho de 2013, minha amiga Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

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Eu sou meus defeitos

Tem coisas que te atingem de repente por falarem aquilo que ninguém fala. Por parecer que compreendem algo teu que ninguém compreende. E você se emociona e só tem a agradecer.

Isso aconteceu numa madrugada de agosto de 2013, quando eu estava passeando pelos vídeos que concorreram ao PBS Online Film Festival. Então esse vídeo, que parecia ser apenas ‘bonitinho’, me deu um belo tapa na cara emocional. Explico:

Milhares de meninas e meninos começam a detestar seu corpo devido a bullyings que sofrem na escola por alguma característica física diferente proeminente. Ou mesmo porque se dão conta de que não possuem as mesmas características louvadas pelas capas de revista (magra, alta, branca, cabelos lisos, sem manchas, sem pêlos e com “traços harmônicos” – é, pois é). Ou mesmo pelo tão comum preconceito da orientação sexual, cor, raça ou gênero.

Pra quem não me conhece (de verdade), eu tenho uma deficiência nas mãos. E sim, eu digito, cozinho, desenho, trabalho, dirijo e tudo mais muito, muito bem. Mas isso sempre me colocou como diferente. Fora do comum. Fora do padrão. E, apesar de eu lidar muito bem com isso, dói ser diferente.

Mas e se, ao invés de desejar ser igual a todo mundo, a gente olhasse essa diferença como algo positivo, que faz parte de nossa identidade e, por isso, extraordinariamente incrível?

O curta documentário animado, “Flawed“, de Andrea Dorfman, fala justamente disso. Por que querer corrigir nossas peculiaridades que a sociedade chama de “imperfeições”? É importante encontrar amor próprio e força para nos libertar-mos da pressão de ter que ser e parecer quem não somos. Mas isso não acontece de uma hora pra outra, não. É um exercício diário. Aperte o play e não desista! (;

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Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

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Juliana de Faria (criadora do maravilhoso grrrl power Think Olga) me levou até um restaurante/bar/estúdio de tatuagem chamado White Trash Fast Food, para experimentar o Octopus Burger. E lá todos os dias tem um show de algum artista ou banda independente.

Neste dia, quatro garotas subiram no palco. Elas tinham um estilo vintage super fofo, como uma banda de garotas vinda dos anos 60 – com excessão da baterista, que parecia ser do tempo dos Ramones. A vocalista e guitarrista me lembrou muito a Tavi Gevinson, por algum motivo. O que é um elogio, tive admiração imediata por ela. E pela baterista, claro. Alguns registros do show, retirados daqui):

Elas são The Anna Thompsons, uma banda canadense/espanhola/americana de Berlim. Algumas das suas inspirações: Dreamboat Annie, Dead Moon e The Zit Remedy. As garotas tem letras bastante politizadas e engraçadas, falando de tudo um pouco: unicórnios, caras assustadores, sexo, Gracie Jones e a crise econômica na Espanha. Todas elas dividem o vocal e até trocam de instrumentos durante os shows. Elas estão no Bandcamp e no Facebook.

Falando em Bandcamp, essas lindas lançaram seu álbum de estreia em janeiro desse ano. Embedei ele aqui com a arte da capa bem grandona – porque é linda, viu.

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