Soraya Roberta é uma poeta de 19 anos que uniu sua paixão pela escrita com sua habilidade em programação para criar um formato inédito de arte: a poesia compilada. São poesias simples em formato de códigos e algoritmos. Este estilo revela a beleza da programação como arte, aplicada à poesia. São poesias que pegam emprestado ideias da programação.
Algum tempo atrás, ouviu de alguns colegas homens que suas ideias eram inúteis porque, segundo eles, ela não sabia programar direito e que o máximo que conseguiria fazer era escrever artigos científicos. E só.
“Fiquei pensando em algo que pudesse fazer que mostrasse que uma mulher pode escrever bem e programar também”, diz Soraya. Então fez, mesmo com um pouco de dificuldade, um poema-compilado. O resultado foi o poema “//E daí se sou mulher e programo?”.
Soraya está cursando o técnico integrado em Informática pelo IFRN-CAICÓ. A ideia de fazer poesias compiladas surgiu quando estava terminando uma aula de programação e lembrou que o professor de Português havia pedido um poema criativo para aula. Como ela já havia escrito o “Algoritmo“, um poema que representa a vida de um programador, bastou apenas inseri-lo no editor de códigos. Visualizar seu poema nessa nova estética deu o ‘click’ para o que viria a ser a poesia compilada. A partir daí, ao estudar, ler e escrever códigos, Soraya começou a perceber a estreita relação entre o código e o poema, pois ambos precisam utilizar sintaxe e semântica.
A ideia toda é bastante livre. A poesia não é escrita em código, por isso não tem a pretensão de parecer correto. E também não é uma poesia convencional, portanto não possui estilo definido.
Soraya começou cedo a escrever, aos 7 anos de idade. Segundo ela, os versos simples que escrevia na infância são hoje a base da sua escrita. Hoje, além de fazer suas poesias, escreve no site Mulheres na Computação, que tem o intuito de disseminar e incentivar às mulheres a escreverem, programarem, estudarem, enfim: a fazer o que elas quiserem. Soraya também desenvolve um trabalho voluntário na confecção de jogos digitais educacionais por meio do CCSL-CAICÓ.
Inspirador, não? Siga essa mulher maravilhosa! Precisamos de mais mulheres na computação, programando sin perder la ternura.
Soraya Roberta é uma poeta de 19 anos que uniu sua paixão pela escrita com sua habilidade em programação para criar um formato inédito de arte: a poesia compilada. São poesias simples em formato de códigos e algoritmos. Este estilo revela a beleza da programação como arte, aplicada à poesia. São poesias que pegam emprestado ideias da programação.
Algum tempo atrás, ouviu de alguns colegas homens que suas ideias eram inúteis porque, segundo eles, ela não sabia programar direito e que o máximo que conseguiria fazer era escrever artigos científicos. E só.
“Fiquei pensando em algo que pudesse fazer que mostrasse que uma mulher pode escrever bem e programar também”, diz Soraya. Então fez, mesmo com um pouco de dificuldade, um poema-compilado. O resultado foi o poema “//E daí se sou mulher e programo?”.
Soraya está cursando o técnico integrado em Informática pelo IFRN-CAICÓ. A ideia de fazer poesias compiladas surgiu quando estava terminando uma aula de programação e lembrou que o professor de Português havia pedido um poema criativo para aula. Como ela já havia escrito o “Algoritmo“, um poema que representa a vida de um programador, bastou apenas inseri-lo no editor de códigos. Visualizar seu poema nessa nova estética deu o ‘click’ para o que viria a ser a poesia compilada. A partir daí, ao estudar, ler e escrever códigos, Soraya começou a perceber a estreita relação entre o código e o poema, pois ambos precisam utilizar sintaxe e semântica.
A ideia toda é bastante livre. A poesia não é escrita em código, por isso não tem a pretensão de parecer correto. E também não é uma poesia convencional, portanto não possui estilo definido.
Soraya começou cedo a escrever, aos 7 anos de idade. Segundo ela, os versos simples que escrevia na infância são hoje a base da sua escrita. Hoje, além de fazer suas poesias, escreve no site Mulheres na Computação, que tem o intuito de disseminar e incentivar às mulheres a escreverem, programarem, estudarem, enfim: a fazer o que elas quiserem. Soraya também desenvolve um trabalho voluntário na confecção de jogos digitais educacionais por meio do CCSL-CAICÓ.
Inspirador, não? Siga essa mulher maravilhosa! Precisamos de mais mulheres na computação, programando sin perder la ternura.
Soraya Roberta é uma poeta de 19 anos que uniu sua paixão pela escrita com sua habilidade em programação para criar um formato inédito de arte: a poesia compilada. São poesias simples em formato de códigos e algoritmos. Este estilo revela a beleza da programação como arte, aplicada à poesia. São poesias que pegam emprestado ideias da programação.
Algum tempo atrás, ouviu de alguns colegas homens que suas ideias eram inúteis porque, segundo eles, ela não sabia programar direito e que o máximo que conseguiria fazer era escrever artigos científicos. E só.
“Fiquei pensando em algo que pudesse fazer que mostrasse que uma mulher pode escrever bem e programar também”, diz Soraya. Então fez, mesmo com um pouco de dificuldade, um poema-compilado. O resultado foi o poema “//E daí se sou mulher e programo?”.
Soraya está cursando o técnico integrado em Informática pelo IFRN-CAICÓ. A ideia de fazer poesias compiladas surgiu quando estava terminando uma aula de programação e lembrou que o professor de Português havia pedido um poema criativo para aula. Como ela já havia escrito o “Algoritmo“, um poema que representa a vida de um programador, bastou apenas inseri-lo no editor de códigos. Visualizar seu poema nessa nova estética deu o ‘click’ para o que viria a ser a poesia compilada. A partir daí, ao estudar, ler e escrever códigos, Soraya começou a perceber a estreita relação entre o código e o poema, pois ambos precisam utilizar sintaxe e semântica.
[caption id="attachment_4575" align="aligncenter" width="751"] Poema ‘Algorítmo’, de Soraya Roberta[/caption]
A ideia toda é bastante livre. A poesia não é escrita em código, por isso não tem a pretensão de parecer correto. E também não é uma poesia convencional, portanto não possui estilo definido.
Soraya começou cedo a escrever, aos 7 anos de idade. Segundo ela, os versos simples que escrevia na infância são hoje a base da sua escrita. Hoje, além de fazer suas poesias, escreve no site Mulheres na Computação, que tem o intuito de disseminar e incentivar às mulheres a escreverem, programarem, estudarem, enfim: a fazer o que elas quiserem. Soraya também desenvolve um trabalho voluntário na confecção de jogos digitais educacionais por meio do CCSL-CAICÓ.
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Inspirador, não? Siga essa mulher maravilhosa! Precisamos de mais mulheres na computação, programando sin perder la ternura.
A pornografia já é polêmica por si só, mas ela é um assunto ainda mais delicado na luta feminista. Andrea Dworkin, por exemplo, foi um símbolo de luta contra a indústria pornô. E com a Internet e mídias sociais, as mulheres ainda travam uma batalha por respeito e justiça contra ações como o revenge porn (pornografia de vingança), que resultam muitas vezes em feminicídio.
Porém, a geração Millennial encontrou na Internet uma nova maneira de fazer e lidar com a pornografia: as Cam Girls. Diversas garotas, a maioria entre 18 e 25 anos (mas na verdade tem gente de todas as idades), ganham a vida performando atos sexuais filmados ao vivo por elas mesmas, através de suas webcams. Não há um diretor, não há contratos. Elas fazem aquilo que querem fazer e que se sentem à vontade fazendo.
Essa é a proposta do documentarista e cinegrafista Sean Dunne, que apresenta o relato e dia a dia de diversas dessas mulheres em seu novo documentário, Cam Girlz. O filme não apresenta um ângulo opinativo a partir de entrevistas com especialistas, interferências da sua pessoa na experiência do filme ou mesmo através de uma narração (algo comum ao vermos os documentários de Morgan Spurlock ou de Michael Moore). Os documentários de Dunne são conhecidos por apresentarem uma realidade que fala por si só, através do retrato dos personagens envolvidos naquele universo.
Em Cam Girlz, são as próprias jovens que apresentam seu mundo e mostram partes da sua rotina, comentando sobre suas percepções de como é protagonizar e viver esse lado da pornografia amadora online.
Mas ainda há muita discussão a respeito. Outro documentário, que estreou em Sundance este ano, é Hot Girls Wanted (que falamos brevemente sobre aqui), que aborda os efeitos da indústria pornô amadora online para jovens mulheres sob um olhar bastante preocupado. Abaixo, vocês podem ver um vídeo com as diretoras Jill Bauer e Ronna Gradus falando a respeito da experiência de realizar este documentário (infelizmente em inglês, sem legendas):
Quem conhece o trabalho de Dunne sabe de seu apreço por universos tabus expostos de forma crua. American Juggalo, de 2011, ele retrata a subsociedade dos Juggalos, nome dado aos fãs do grupo de hip hop Insane Clown Posse. Em 2013, ele ganhou o prêmio de Melhor Diretor de Documentário no Tribeca Film Festival por Oxyana. O filme conta a história de uma comunidade devastada por medicamentos prescritos através de retratos íntimos de seus moradores. Com o burburinho que Cam Girlz está fazendo, é provável que Dunne ganhe mais alguns prêmios este ano.
Se você ficou animada em conferir o doc, saiba que ele já está disponível no Vimeo On Demand. É possível alugar por 5 dólares ou comprar por 13 dólares. Bom filme! (;
poesia compilada. São poesias simples em formato de códigos e algoritmos. Este estilo revela a beleza da programação como arte, aplicada à poesia. São poesias que pegam emprestado ideias da programação.
Algum tempo atrás, ouviu de alguns colegas homens que suas ideias eram inúteis porque, segundo eles, ela não sabia programar direito e que o máximo que conseguiria fazer era escrever artigos científicos. E só.
“Fiquei pensando em algo que pudesse fazer que mostrasse que uma mulher pode escrever bem e programar também”, diz Soraya. Então fez, mesmo com um pouco de dificuldade, um poema-compilado. O resultado foi o poema “//E daí se sou mulher e programo?”.
Soraya está cursando o técnico integrado em Informática pelo IFRN-CAICÓ. A ideia de fazer poesias compiladas surgiu quando estava terminando uma aula de programação e lembrou que o professor de Português havia pedido um poema criativo para aula. Como ela já havia escrito o “Algoritmo“, um poema que representa a vida de um programador, bastou apenas inseri-lo no editor de códigos. Visualizar seu poema nessa nova estética deu o ‘click’ para o que viria a ser a poesia compilada. A partir daí, ao estudar, ler e escrever códigos, Soraya começou a perceber a estreita relação entre o código e o poema, pois ambos precisam utilizar sintaxe e semântica.
A ideia toda é bastante livre. A poesia não é escrita em código, por isso não tem a pretensão de parecer correto. E também não é uma poesia convencional, portanto não possui estilo definido.
Soraya começou cedo a escrever, aos 7 anos de idade. Segundo ela, os versos simples que escrevia na infância são hoje a base da sua escrita. Hoje, além de fazer suas poesias, escreve no site Mulheres na Computação, que tem o intuito de disseminar e incentivar às mulheres a escreverem, programarem, estudarem, enfim: a fazer o que elas quiserem. Soraya também desenvolve um trabalho voluntário na confecção de jogos digitais educacionais por meio do CCSL-CAICÓ.
Inspirador, não? Siga essa mulher maravilhosa! Precisamos de mais mulheres na computação, programando sin perder la ternura.
poesia compilada. São poesias simples em formato de códigos e algoritmos. Este estilo revela a beleza da programação como arte, aplicada à poesia. São poesias que pegam emprestado ideias da programação.
Algum tempo atrás, ouviu de alguns colegas homens que suas ideias eram inúteis porque, segundo eles, ela não sabia programar direito e que o máximo que conseguiria fazer era escrever artigos científicos. E só.
“Fiquei pensando em algo que pudesse fazer que mostrasse que uma mulher pode escrever bem e programar também”, diz Soraya. Então fez, mesmo com um pouco de dificuldade, um poema-compilado. O resultado foi o poema “//E daí se sou mulher e programo?”.
Soraya está cursando o técnico integrado em Informática pelo IFRN-CAICÓ. A ideia de fazer poesias compiladas surgiu quando estava terminando uma aula de programação e lembrou que o professor de Português havia pedido um poema criativo para aula. Como ela já havia escrito o “Algoritmo“, um poema que representa a vida de um programador, bastou apenas inseri-lo no editor de códigos. Visualizar seu poema nessa nova estética deu o ‘click’ para o que viria a ser a poesia compilada. A partir daí, ao estudar, ler e escrever códigos, Soraya começou a perceber a estreita relação entre o código e o poema, pois ambos precisam utilizar sintaxe e semântica.
A ideia toda é bastante livre. A poesia não é escrita em código, por isso não tem a pretensão de parecer correto. E também não é uma poesia convencional, portanto não possui estilo definido.
Soraya começou cedo a escrever, aos 7 anos de idade. Segundo ela, os versos simples que escrevia na infância são hoje a base da sua escrita. Hoje, além de fazer suas poesias, escreve no site Mulheres na Computação, que tem o intuito de disseminar e incentivar às mulheres a escreverem, programarem, estudarem, enfim: a fazer o que elas quiserem. Soraya também desenvolve um trabalho voluntário na confecção de jogos digitais educacionais por meio do CCSL-CAICÓ.
Inspirador, não? Siga essa mulher maravilhosa! Precisamos de mais mulheres na computação, programando sin perder la ternura.