Eu crio imagens do corpo feminino porque, historicamente, essas imagens foram controladas pelos homens. Estávamos sempre pintadas e não sendo as pintoras. Estou tentando tomar de volta o que é nosso e explorar o que significa ter um corpo que sempre foi definido por uma mão masculina
Ashley Armitage é uma fotógrafa que mora em Seattle, tira fotos (maravilhosas) de suas amigas e apoia uma visão positiva que devemos ter de nossos corpos. Sua estética nos leva a um mundo íntimo, lindo, delicado e complexo que é o das mulheres.
Mesmo com uma resposta absolutamente agressiva das pessoas em relação a uma série publicada em seu Instagram, onde ela postava fotos com pequenas aparições de pêlos em corpos femininos, ela não parou por aí.
Todo esse ódio online não a impediu de continuar e sim a incentivou a retratar uma representação realista da forma feminina. Em vez de se curvar, Armitage decidiu empurrar mais os limites de padrões de beleza, atirando estrias, cicatrizes, manchas e muito mais dessas coisas que todas nós temos, mas que nos sentimos tão culpadas ao nos olhar no espelho.
Os adolescentes meninos se sentem muito melhor sobre seus corpos do que meninas – é hora de levar a sério a representação.
Ver este tipo de imagens pode ser inicialmente chocante porque estamos tão inundados com imagens de mulheres nos meios de comunicação que estão sendo editadas com perfeição. Mas é por isso que essas imagens são tão importantes. Porque mostram os corpos das mulheres reais de forma que não estamos acostumados a ver
Olha só que gracinha! Ela também é fundadora de um projeto chamado Girlfriends Gallery que, segundo ela, é uma galeria para promover intersetorialidade e positividade do corpo através da arte <3
Eu crio imagens do corpo feminino porque, historicamente, essas imagens foram controladas pelos homens. Estávamos sempre pintadas e não sendo as pintoras. Estou tentando tomar de volta o que é nosso e explorar o que significa ter um corpo que sempre foi definido por uma mão masculina
Ashley Armitage é uma fotógrafa que mora em Seattle, tira fotos (maravilhosas) de suas amigas e apoia uma visão positiva que devemos ter de nossos corpos. Sua estética nos leva a um mundo íntimo, lindo, delicado e complexo que é o das mulheres.
Mesmo com uma resposta absolutamente agressiva das pessoas em relação a uma série publicada em seu Instagram, onde ela postava fotos com pequenas aparições de pêlos em corpos femininos, ela não parou por aí.
Todo esse ódio online não a impediu de continuar e sim a incentivou a retratar uma representação realista da forma feminina. Em vez de se curvar, Armitage decidiu empurrar mais os limites de padrões de beleza, atirando estrias, cicatrizes, manchas e muito mais dessas coisas que todas nós temos, mas que nos sentimos tão culpadas ao nos olhar no espelho.
Os adolescentes meninos se sentem muito melhor sobre seus corpos do que meninas – é hora de levar a sério a representação.
Ver este tipo de imagens pode ser inicialmente chocante porque estamos tão inundados com imagens de mulheres nos meios de comunicação que estão sendo editadas com perfeição. Mas é por isso que essas imagens são tão importantes. Porque mostram os corpos das mulheres reais de forma que não estamos acostumados a ver
Olha só que gracinha! Ela também é fundadora de um projeto chamado Girlfriends Gallery que, segundo ela, é uma galeria para promover intersetorialidade e positividade do corpo através da arte <3
Eu crio imagens do corpo feminino porque, historicamente, essas imagens foram controladas pelos homens. Estávamos sempre pintadas e não sendo as pintoras. Estou tentando tomar de volta o que é nosso e explorar o que significa ter um corpo que sempre foi definido por uma mão masculina
Ashley Armitage é uma fotógrafa que mora em Seattle, tira fotos (maravilhosas) de suas amigas e apoia uma visão positiva que devemos ter de nossos corpos. Sua estética nos leva a um mundo íntimo, lindo, delicado e complexo que é o das mulheres.
Mesmo com uma resposta absolutamente agressiva das pessoas em relação a uma série publicada em seu Instagram, onde ela postava fotos com pequenas aparições de pêlos em corpos femininos, ela não parou por aí.
Todo esse ódio online não a impediu de continuar e sim a incentivou a retratar uma representação realista da forma feminina. Em vez de se curvar, Armitage decidiu empurrar mais os limites de padrões de beleza, atirando estrias, cicatrizes, manchas e muito mais dessas coisas que todas nós temos, mas que nos sentimos tão culpadas ao nos olhar no espelho.
Os adolescentes meninos se sentem muito melhor sobre seus corpos do que meninas – é hora de levar a sério a representação.
Ver este tipo de imagens pode ser inicialmente chocante porque estamos tão inundados com imagens de mulheres nos meios de comunicação que estão sendo editadas com perfeição. Mas é por isso que essas imagens são tão importantes. Porque mostram os corpos das mulheres reais de forma que não estamos acostumados a ver
Olha só que gracinha! Ela também é fundadora de um projeto chamado Girlfriends Gallery que, segundo ela, é uma galeria para promover intersetorialidade e positividade do corpo através da arte <3
Dai Burger é uma rapper do Queens – Nova York, uma estrela de Hip Pop, ícone da moda, e possui o mermaid hair mais lindo que eu já vi. As letras dela falam de empoderamento feminino e liberação sexual para todos. Como na sua música Soufflé, que utiliza metáforas alimentares para falar sobre o orgasmo feminino.
Burger também trabalhou para Lil Mama e Beyoncé (chic) como dançarina em seus clipes. Em 2011 já estava no centro do underground rap feminino de NY.
Descobrimos esse mulherão através do Soundcloud onde tem esse EP e outros bem legais:
Além da música, ela é um estilo, uma grande mistura de coisas lindas, coloridas que nós amamos, traduzida numa colaboração de moda com Patricia Fields a designer conhecida pelo guarda-roupa feminino da HBO.
Ela irá tentar satisfazer o seu apetite, mas provavelmente vai deixar com fome por mais (;
Ashley Armitage é uma fotógrafa que mora em Seattle, tira fotos (maravilhosas) de suas amigas e apoia uma visão positiva que devemos ter de nossos corpos. Sua estética nos leva a um mundo íntimo, lindo, delicado e complexo que é o das mulheres.
Mesmo com uma resposta absolutamente agressiva das pessoas em relação a uma série publicada em seu Instagram, onde ela postava fotos com pequenas aparições de pêlos em corpos femininos, ela não parou por aí.
Todo esse ódio online não a impediu de continuar e sim a incentivou a retratar uma representação realista da forma feminina. Em vez de se curvar, Armitage decidiu empurrar mais os limites de padrões de beleza, atirando estrias, cicatrizes, manchas e muito mais dessas coisas que todas nós temos, mas que nos sentimos tão culpadas ao nos olhar no espelho.
Os adolescentes meninos se sentem muito melhor sobre seus corpos do que meninas – é hora de levar a sério a representação.
Ver este tipo de imagens pode ser inicialmente chocante porque estamos tão inundados com imagens de mulheres nos meios de comunicação que estão sendo editadas com perfeição. Mas é por isso que essas imagens são tão importantes. Porque mostram os corpos das mulheres reais de forma que não estamos acostumados a ver
Olha só que gracinha! Ela também é fundadora de um projeto chamado Girlfriends Gallery que, segundo ela, é uma galeria para promover intersetorialidade e positividade do corpo através da arte <3