Confete na cara contra o assédio nas ruas

Las Hijas de Violencia (As Filhas da Violência) é um grupo punk feminista mexicano que está combatendo o assédio enfrentado pelas mulheres nas ruas com armas de confete e música.

Elas vão caminhando pelas ruas e, caso elas vejam um cara assediando uma mulher na rua (que muitas vezes acabam sendo elas mesmas), elas não deixam barato: partem pra cima do sujeito com suas armas em punho e um microfone plugado em um mini-amplificador para cantarem o hino “Sexista Punk”. O clipe tá logo abaixo:

 

 
Elas fazem isso para que os homens que as assediam não saiam impunes. Elas precisam ser a voz das mulheres, precisam fazer os caras passarem vergonha publicamento pelo seu ato para que, quem sabe, pensarem melhor antes de mandar um fiu-fiu (ou pior) para uma mulher na rua. Elas fazem isso para incentivar que outras mulheres façam o mesmo.

Ao invés de sermão e agressão, elas recomendam que as mulheres tentem tirar graça da situação, para que não se sintam violadas nem humilhadas pelos homens.

 


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Advanced Style: envelhecer com estilo

Se você ainda não conhece o blog Advanced Style, prepare seu coração e seu Pinterest. Surgido no meio do boom dos sites de streetstyle, como o The Sartorialist, o projeto do fotógrafo Ari Seth Cohen trouxe uma diferente perspectiva sobre quem veste e cria moda, que até então não era contemplada pela maioria deles: a terceira idade. A inspiração? Suas avós. Por isso resolveu fotografar mulheres acima de 60 anos lá em 2008.

Chamar a terceira idade de “melhor idade” é um tanto estranho. É um período da vida difícil para a maioria das pessoas. Nessa fase somos mais suscetíveis a doenças, os remédios são caros, as dores são mais freqüentes, normalmente já não temos muitos entes queridos vivos, enfim. Além disso tudo, os idosos ainda são invisíveis, pouco lembrados pela mídia, marcas e muitas vezes pela própria família. Mas nem tudo é tristeza e desesperança. É isso que ensinam as senhoras do Advanced Style, especialmente as personagens do documentário originado do blog, que estreou este ano no Netflix Brasil.

 

 
O filme apresente sete diferentes mulheres extremamente estilosas que não perderam a alegria de viver com a idade avançada e que expõem sua personalidade através de roupas, cabelo e acessórios. Enquanto somos muito preocupadas com o ridículo quando mais novas, essas senhoras não tem medo da opinião dos outros, vestindo-se de formas fabulosas para ninguém além de si mesmas. Não existe fast fashion que venda o estilo e criatividade delas.

Eu amei conhecer cada uma delas, mas algumas mexeram mais comigo. A Debra Rapoport parece uma versão de mim amanhã, com sua excentricidade e cabelos coloridos. A Tziporah Salamon (que nome poder, né) tem um estilo absolutamente incrível, é super alegre e tem o sorriso mais bonito entre elas. Lembra muito uma tia que tenho, que é costureira e também ama moda. Mas acredito que a miss simpatia é a Ilona Royce Smithkin, sem dúvidas. Gente, a energia dela é invejável. Ela é professora de desenho, cantora e ainda faz os cílios postiços com a partir do próprio cabelo!

 
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O Advanced Style bateu de frente com a obrigatória juventude na moda e iniciou um importante debate sobre os limites da idade. Tanto que hoje vemos cada vez mais marcas trazendo modelos mais velhas em suas campanhas.

 

 
Se você gosta de moda e se interessa pela terceira idade, não deixe de assistir ao documentário Advanced Style!

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Elas fazem isso para que os homens que as assediam não saiam impunes. Elas precisam ser a voz das mulheres, precisam fazer os caras passarem vergonha publicamento pelo seu ato para que, quem sabe, pensarem melhor antes de mandar um fiu-fiu (ou pior) para uma mulher na rua. Elas fazem isso para incentivar que outras mulheres façam o mesmo.

Ao invés de sermão e agressão, elas recomendam que as mulheres tentem tirar graça da situação, para que não se sintam violadas nem humilhadas pelos homens.

 


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Elas fazem isso para que os homens que as assediam não saiam impunes. Elas precisam ser a voz das mulheres, precisam fazer os caras passarem vergonha publicamento pelo seu ato para que, quem sabe, pensarem melhor antes de mandar um fiu-fiu (ou pior) para uma mulher na rua. Elas fazem isso para incentivar que outras mulheres façam o mesmo.

Ao invés de sermão e agressão, elas recomendam que as mulheres tentem tirar graça da situação, para que não se sintam violadas nem humilhadas pelos homens.

 


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