Nunca senti tanta nostalgia da adolescência nos últimos tempos quanto ao ver “Nós somos as melhores”, filme sueco de 2013 que estreou no fim de novembro em pouquíssimas salas de cinema. Não que eu tenha sido punk aos 13 anos. Mas, muito além da postura rebelde e ao mesmo tempo fofa das três protagonistas, o filme traz o saudosismo de uma fase da vida em que não há muito com o que se preocupar.
Do diretor Lukas Moodysson, o mesmo de “Corações em conflito” (2009) – drama com Gael García Bernal, que eu idolatro -, “Nós somos as melhores” se passa em Estocolmo nos anos 1980. Bobo e Klara são o que podemos chamar de amigas inseparáveis. Elas estudam juntas, falam ao telefone a tarde toda, dormem uma na casa da outra. Exatamente o que nós, mulheres aos 30 anos, fazíamos com a nossa melhor amiga de escola que hoje trabalha, é casada, tem filhos.
Bobo e Klara se vestem com roupas bem largas e cortam o cabelo curtinho, ou seja, diferente de todas as outras garotas do colégio. As duas também ouvem punk rock, enfrentando o argumento de que o punk está morto, e decidem montar uma banda mesmo sem saber tocar qualquer instrumento.
Elas usam a bateria e o baixo emprestados de um centro cultural, mas simplesmente espancam os instrumentos. “Odeio esporte, odeio esporte. Vamos abortar o esporte”, diz a primeira letra composta pela dupla. Nisso, entra Hedvig, uma garota que é cristã fervorosa e manja muito de acordes musicais. Logo ela entra pra banda e seus longos cabelos loiros ganham outro corte.
Todos os dilemas da adolescência estão ali: desentendimento com os pais; interesse pelos garotos, ou até pelo mesmo garoto; e a importância da amizade. Mas não é a visão do adulto, no caso a do diretor, que fica em primeiro plano. As atrizes Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne são o que dão naturalidade à história. De fato, elas são as melhores e reafirmam como é possível fazer um filme massa sobre adolescentes, sem cair num lugar-comum.
Nunca senti tanta nostalgia da adolescência nos últimos tempos quanto ao ver “Nós somos as melhores”, filme sueco de 2013 que estreou no fim de novembro em pouquíssimas salas de cinema. Não que eu tenha sido punk aos 13 anos. Mas, muito além da postura rebelde e ao mesmo tempo fofa das três protagonistas, o filme traz o saudosismo de uma fase da vida em que não há muito com o que se preocupar.
Do diretor Lukas Moodysson, o mesmo de “Corações em conflito” (2009) – drama com Gael García Bernal, que eu idolatro -, “Nós somos as melhores” se passa em Estocolmo nos anos 1980. Bobo e Klara são o que podemos chamar de amigas inseparáveis. Elas estudam juntas, falam ao telefone a tarde toda, dormem uma na casa da outra. Exatamente o que nós, mulheres aos 30 anos, fazíamos com a nossa melhor amiga de escola que hoje trabalha, é casada, tem filhos.
Bobo e Klara se vestem com roupas bem largas e cortam o cabelo curtinho, ou seja, diferente de todas as outras garotas do colégio. As duas também ouvem punk rock, enfrentando o argumento de que o punk está morto, e decidem montar uma banda mesmo sem saber tocar qualquer instrumento.
Elas usam a bateria e o baixo emprestados de um centro cultural, mas simplesmente espancam os instrumentos. “Odeio esporte, odeio esporte. Vamos abortar o esporte”, diz a primeira letra composta pela dupla. Nisso, entra Hedvig, uma garota que é cristã fervorosa e manja muito de acordes musicais. Logo ela entra pra banda e seus longos cabelos loiros ganham outro corte.
Todos os dilemas da adolescência estão ali: desentendimento com os pais; interesse pelos garotos, ou até pelo mesmo garoto; e a importância da amizade. Mas não é a visão do adulto, no caso a do diretor, que fica em primeiro plano. As atrizes Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne são o que dão naturalidade à história. De fato, elas são as melhores e reafirmam como é possível fazer um filme massa sobre adolescentes, sem cair num lugar-comum.
Nunca senti tanta nostalgia da adolescência nos últimos tempos quanto ao ver “Nós somos as melhores”, filme sueco de 2013 que estreou no fim de novembro em pouquíssimas salas de cinema. Não que eu tenha sido punk aos 13 anos. Mas, muito além da postura rebelde e ao mesmo tempo fofa das três protagonistas, o filme traz o saudosismo de uma fase da vida em que não há muito com o que se preocupar.
Do diretor Lukas Moodysson, o mesmo de “Corações em conflito” (2009) – drama com Gael García Bernal, que eu idolatro -, “Nós somos as melhores” se passa em Estocolmo nos anos 1980. Bobo e Klara são o que podemos chamar de amigas inseparáveis. Elas estudam juntas, falam ao telefone a tarde toda, dormem uma na casa da outra. Exatamente o que nós, mulheres aos 30 anos, fazíamos com a nossa melhor amiga de escola que hoje trabalha, é casada, tem filhos.
Bobo e Klara se vestem com roupas bem largas e cortam o cabelo curtinho, ou seja, diferente de todas as outras garotas do colégio. As duas também ouvem punk rock, enfrentando o argumento de que o punk está morto, e decidem montar uma banda mesmo sem saber tocar qualquer instrumento.
Elas usam a bateria e o baixo emprestados de um centro cultural, mas simplesmente espancam os instrumentos. “Odeio esporte, odeio esporte. Vamos abortar o esporte”, diz a primeira letra composta pela dupla. Nisso, entra Hedvig, uma garota que é cristã fervorosa e manja muito de acordes musicais. Logo ela entra pra banda e seus longos cabelos loiros ganham outro corte.
Todos os dilemas da adolescência estão ali: desentendimento com os pais; interesse pelos garotos, ou até pelo mesmo garoto; e a importância da amizade. Mas não é a visão do adulto, no caso a do diretor, que fica em primeiro plano. As atrizes Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne são o que dão naturalidade à história. De fato, elas são as melhores e reafirmam como é possível fazer um filme massa sobre adolescentes, sem cair num lugar-comum.
“Girls” voltou! E a quarta temporada começou no “arrasa arrasante”, como diz Nina Grando. Atenção! Pequenos spoilers a seguir!
Marnie, aquela personagem irritante de tão meiga-linda, protagoniza uma cena de sexo. Mas não é qualquer cena. Anteriormente transando apenas debaixo dos lençóis, Marnie recebe um “beijo grego” de Desi, seu parceiro musical. Ele diz “Eu amo isso”, e ela responde “eu também te amo”.
Não consigo pensar em nada mais constrangedor do que essa situação. Depois da trepada, Marnie tem que encarar a namorada do cara, que ainda fala “desculpe-me se eu achei que havia uma tensão sexual entre vocês”. E toda essa sequência desagradável é o que me anima em assistir à série e colocá-la entre as favoritas do coração. Obrigada, Lena Dunham!
Hannah e Adam, o casal que garantia as melhores posições sexuais da série, agora estão naquela fase reflexiva de um relacionamento. Com Hannah se mudando de Nova York para Iowa, toda a dinâmica muda. E parece que nada fica resolvido entre o casal mesmo após as pazes. Eles decidem planejar por não ter planos. Não há muito diálogo, mas há uma cena bonita de “despedida”. Veremos nos próximos episódios.
As participações dos outros personagens são pequenas, mas bem boas também. Elijah aparece em um momento “sai dessa egotrip, Marnie”. “O que Judy Garland e Lady Gaga têm em comum? As duas são vadias que não dão a mínima para o que as pessoas pensam”, diz o querido.
Soshanna se forma na faculdade e seus pais divorciados aparecem pela primeira vez. Jessa, que está brava com a mudança de Hannah, briga com a filha da Beadie (interpretada pela Natasha Lyonne, de “Orange is the new black“), artista que ela quase ajudou cometer suicídio na última temporada. Mas a parte mais bela desse primeiro episódio é quando Marnie aparece na casa da Hannah para desejar boa viagem. Isso é muito maior que um beijo grego.
Bobo e Klara se vestem com roupas bem largas e cortam o cabelo curtinho, ou seja, diferente de todas as outras garotas do colégio. As duas também ouvem punk rock, enfrentando o argumento de que o punk está morto, e decidem montar uma banda mesmo sem saber tocar qualquer instrumento.
Elas usam a bateria e o baixo emprestados de um centro cultural, mas simplesmente espancam os instrumentos. “Odeio esporte, odeio esporte. Vamos abortar o esporte”, diz a primeira letra composta pela dupla. Nisso, entra Hedvig, uma garota que é cristã fervorosa e manja muito de acordes musicais. Logo ela entra pra banda e seus longos cabelos loiros ganham outro corte.
Todos os dilemas da adolescência estão ali: desentendimento com os pais; interesse pelos garotos, ou até pelo mesmo garoto; e a importância da amizade. Mas não é a visão do adulto, no caso a do diretor, que fica em primeiro plano. As atrizes Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne são o que dão naturalidade à história. De fato, elas são as melhores e reafirmam como é possível fazer um filme massa sobre adolescentes, sem cair num lugar-comum.
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Bobo e Klara se vestem com roupas bem largas e cortam o cabelo curtinho, ou seja, diferente de todas as outras garotas do colégio. As duas também ouvem punk rock, enfrentando o argumento de que o punk está morto, e decidem montar uma banda mesmo sem saber tocar qualquer instrumento.
Elas usam a bateria e o baixo emprestados de um centro cultural, mas simplesmente espancam os instrumentos. “Odeio esporte, odeio esporte. Vamos abortar o esporte”, diz a primeira letra composta pela dupla. Nisso, entra Hedvig, uma garota que é cristã fervorosa e manja muito de acordes musicais. Logo ela entra pra banda e seus longos cabelos loiros ganham outro corte.
Todos os dilemas da adolescência estão ali: desentendimento com os pais; interesse pelos garotos, ou até pelo mesmo garoto; e a importância da amizade. Mas não é a visão do adulto, no caso a do diretor, que fica em primeiro plano. As atrizes Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne são o que dão naturalidade à história. De fato, elas são as melhores e reafirmam como é possível fazer um filme massa sobre adolescentes, sem cair num lugar-comum.