Irã, feminismo e vampiros

Depois dos anos 90 terem sido dominados pelo vampiro Lestat (Anne Rice forever) e pela caça vampiros Buffy, 2010 é a nova década vampírica. Com o sexy-pastelão de True Blood e os unicórnios chupa-sangue de Twilight (Crepúsculo), só de pensar em mais um filme sobre o assunto é de rolar os olhos. Porém, o grande Jim Jarmusch fez esta proeza no início do ano com o maravilhoso Only Lovers Left Alive. O mais impressionante é que o cinema mundial ainda foi brindado recentemente com a estreia da diretora iraniana Ana Lily Amirpour. A Girl Walks Home Alone at Night é um filme sobre vampiros em preto e branco que, mesmo com esse tema tão batido, causou furor no festival Sundance. Do trailer podemos perceber o quão incrível é sua promessa.

Poster de "A Girl Walks Home at Night"

O filme parece ser um mix entre o girl power violento de Tarantino, a estética HQ sombria de Sin City e uma pegada Western dos filmes estrelados por Clint Eastwood. A trama se passa na cidade fantasma iraniana chamada Bad City, lar de prostitutas e viciados. Ali, uma vampira sem nome persegue os habitantes mais desagradáveis para cravar seus dentes​​. Mas ela encontra um rapaz… e aí se inicia um amor incomum e soturno.

A atmosfera fora-da-lei e o surrealismo urbano do filme preto e branco são o debut do cinema iraniano vampiresco. O mais legal é que temos mulheres nos principais papéis: a diretora e a protagonista (vivida por Sheila Vand, que também trabalhou em Argo).

Parece genial. Altamente interessante. Pra variar, não há previsão de estreia nas terras tupiniquins, mas nos EUA o filmes estreia agora, dia 21 de novembro #fikdik

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Menstruação como arte

Ano passado, um usuário do Twitter que atende pelo apelido @cutequeer96 tuitou a seguinte questão: “E se os homens sentissem nojo por estupro da mesma forma que sentem nojo por menstruação?”. Bom, o viral estava feito. Esse tweet se espalhou e estimulou diversos debates sobre a cultura de estupro e atitudes de gênero. Mas foi em Karlsruhe, uma cidade no sudoeste da Alemanha, que esse tweet inspirou um projeto de arte: maxi pad protest art.
 


 
Elonë, a artista pro trás do protesto artístico, teve sua mensagem impactada para muito além dos postes da sua cidade, graças ao Tumblr. Obviamente, ela recebeu tantas mensagens de apoio como de ódio.

Ela contou para o site da revista Dazed que alguns haters começaram a chamá-la de misândrica, o que ela afirma não ser. Para ela, feminismo é igualdade, por isso sua arte tem a intenção de provocar e fazer as pessoas pensarem sobre o mundo sexista que estamos inseridos.
 
Maxi Pad Protest Art | Ovelha
 
São mais de 40 absorventes espalhados pela cidade, mas ela tem intenções de expandir seu projeto. E ela convida para que qualquer pessoa do mundo que quiser se unir ao protesto, basta escrever sua mensagem em um absorvente, fotografar e compartilhar com a hashtag #padsagainstsexism.

Lembrando que Elonë não é a primeira artista a usar a ideia de menstruação como material para sua arte. A artista Tracey Emin, do Reino Unido, já apresentou um vidro com absorventes internos usados, logo ao lado de um teste de gravidez, para uma peça chamada “The History Of Painting Part 1”. E a artista chilena Carina Úbeda coletou cinco anos de sangue menstrual para sua exposição, chamada “Paños”. Porque enquanto o sangue masculino representa bravura, o da mulher representa vergonha.

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Poster de "A Girl Walks Home at Night"

O filme parece ser um mix entre o girl power violento de Tarantino, a estética HQ sombria de Sin City e uma pegada Western dos filmes estrelados por Clint Eastwood. A trama se passa na cidade fantasma iraniana chamada Bad City, lar de prostitutas e viciados. Ali, uma vampira sem nome persegue os habitantes mais desagradáveis para cravar seus dentes​​. Mas ela encontra um rapaz… e aí se inicia um amor incomum e soturno.

A atmosfera fora-da-lei e o surrealismo urbano do filme preto e branco são o debut do cinema iraniano vampiresco. O mais legal é que temos mulheres nos principais papéis: a diretora e a protagonista (vivida por Sheila Vand, que também trabalhou em Argo).

Parece genial. Altamente interessante. Pra variar, não há previsão de estreia nas terras tupiniquins, mas nos EUA o filmes estreia agora, dia 21 de novembro #fikdik

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Poster de "A Girl Walks Home at Night"

O filme parece ser um mix entre o girl power violento de Tarantino, a estética HQ sombria de Sin City e uma pegada Western dos filmes estrelados por Clint Eastwood. A trama se passa na cidade fantasma iraniana chamada Bad City, lar de prostitutas e viciados. Ali, uma vampira sem nome persegue os habitantes mais desagradáveis para cravar seus dentes​​. Mas ela encontra um rapaz… e aí se inicia um amor incomum e soturno.

A atmosfera fora-da-lei e o surrealismo urbano do filme preto e branco são o debut do cinema iraniano vampiresco. O mais legal é que temos mulheres nos principais papéis: a diretora e a protagonista (vivida por Sheila Vand, que também trabalhou em Argo).

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