A terceira temporada de Chef’s Table* já está disponível na Netflix, mas esses dias eu estava lembrando de um episódio lá da primeira temporada que me marcou muito. Nele conhecemos a chef Niki Nakayama e seu premiado restaurante em Los Angeles, nos EUA, o N/Naka.
Niki é americana, nascida e criada na Califórnia por seus pais imigrantes japoneses. Ela começou sua carreira no renomado restaurante Takao e depois seguiu para o Japão, onde por um período de três anos pôde experimentar técnicas e aprendizados tradicionais.
Foi lá que ela iniciou seu treinamento na arte e filosofia do kaiseki – prática culinária que, basicamente, foca na valorização dos alimentos sazonais disponíveis para o desenvolvimento do prato. “Nós devemos representar a área em que moramos. Quando trabalhava no interior [do Japão], pegávamos o que havia ao nosso redor, tirando o melhor proveito do que a estação nos fornecia”, explica.
As inspirações que Niki Nakayama transmite são infinitas! Seu trabalho é sempre delicado e meticulosamente pensado, desde o preparo cuidadoso com os ingredientes até o empratamento simples e belo. Seguindo sempre as influências japonesas, mas adicionando sua personalidade aos pratos. Algumas vezes, o visual é como um ikebana comestível – e saboroso, imagino.
Ao longo do episódio, a chef ainda conta um pouco sobre o começo de sua jornada, a relação com sua exigente família japonesa e os desafios da mulher na cozinha.
Em japonês, existe a palavra kuyashii, usada quando alguém te rebaixa ou diz que você não consegue fazer algo, e você sente um desejo ardente de provar que estão errados.
Foi nessa expressão que Niki se inspirou no início e encontrou força para continuar tentando abrir seu próprio restaurante, apesar das dificuldades. Ainda é comum em famílias tradicionais japonesas não se esperar que mulheres sejam bem-sucedidas profissionalmente, mas que exerçam seu papel em casa. E assim também foi com os Nakayama. “Toda a motivação vinha da ideia de não fracassar”.
Evan Kleiman, do programa “Good Foods”, comenta que “rola todo um papo sobre mulheres na cozinha e como a imprensa não lhes dá muita atenção. E é verdade, é assim mesmo. Mas ela te deixa de queixo caído como qualquer super chef tatuado todo masculino.”
No N/Naka – seu segundo restaurante – Niki trabalha com a sous chef e atual companheira Carole Iida-Nakayama, que tem um importante papel no equilíbrio do restaurante, na preparação dos pratos e menus.
Para fechar:
No começo da minha carreira, eu sentia que tinha que provar meu valor. Só que agora, o sentimento de cozinhar virou outra coisa. Gosto desse trabalho mais por mim mesma sem pensar em agradar as pessoas.
*Chef’s Table é uma série original de documentários da Netflix sobre chefs e suas diferentes práticas ao redor do mundo. Se você ainda não conhece, assista! É bastante inspirador :)
A terceira temporada de Chef’s Table* já está disponível na Netflix, mas esses dias eu estava lembrando de um episódio lá da primeira temporada que me marcou muito. Nele conhecemos a chef Niki Nakayama e seu premiado restaurante em Los Angeles, nos EUA, o N/Naka.
Niki é americana, nascida e criada na Califórnia por seus pais imigrantes japoneses. Ela começou sua carreira no renomado restaurante Takao e depois seguiu para o Japão, onde por um período de três anos pôde experimentar técnicas e aprendizados tradicionais.
Foi lá que ela iniciou seu treinamento na arte e filosofia do kaiseki – prática culinária que, basicamente, foca na valorização dos alimentos sazonais disponíveis para o desenvolvimento do prato. “Nós devemos representar a área em que moramos. Quando trabalhava no interior [do Japão], pegávamos o que havia ao nosso redor, tirando o melhor proveito do que a estação nos fornecia”, explica.
As inspirações que Niki Nakayama transmite são infinitas! Seu trabalho é sempre delicado e meticulosamente pensado, desde o preparo cuidadoso com os ingredientes até o empratamento simples e belo. Seguindo sempre as influências japonesas, mas adicionando sua personalidade aos pratos. Algumas vezes, o visual é como um ikebana comestível – e saboroso, imagino.
Ao longo do episódio, a chef ainda conta um pouco sobre o começo de sua jornada, a relação com sua exigente família japonesa e os desafios da mulher na cozinha.
Em japonês, existe a palavra kuyashii, usada quando alguém te rebaixa ou diz que você não consegue fazer algo, e você sente um desejo ardente de provar que estão errados.
Foi nessa expressão que Niki se inspirou no início e encontrou força para continuar tentando abrir seu próprio restaurante, apesar das dificuldades. Ainda é comum em famílias tradicionais japonesas não se esperar que mulheres sejam bem-sucedidas profissionalmente, mas que exerçam seu papel em casa. E assim também foi com os Nakayama. “Toda a motivação vinha da ideia de não fracassar”.
Evan Kleiman, do programa “Good Foods”, comenta que “rola todo um papo sobre mulheres na cozinha e como a imprensa não lhes dá muita atenção. E é verdade, é assim mesmo. Mas ela te deixa de queixo caído como qualquer super chef tatuado todo masculino.”
No N/Naka – seu segundo restaurante – Niki trabalha com a sous chef e atual companheira Carole Iida-Nakayama, que tem um importante papel no equilíbrio do restaurante, na preparação dos pratos e menus.
Para fechar:
No começo da minha carreira, eu sentia que tinha que provar meu valor. Só que agora, o sentimento de cozinhar virou outra coisa. Gosto desse trabalho mais por mim mesma sem pensar em agradar as pessoas.
*Chef’s Table é uma série original de documentários da Netflix sobre chefs e suas diferentes práticas ao redor do mundo. Se você ainda não conhece, assista! É bastante inspirador :)
A terceira temporada de Chef’s Table* já está disponível na Netflix, mas esses dias eu estava lembrando de um episódio lá da primeira temporada que me marcou muito. Nele conhecemos a chef Niki Nakayama e seu premiado restaurante em Los Angeles, nos EUA, o N/Naka.
Niki é americana, nascida e criada na Califórnia por seus pais imigrantes japoneses. Ela começou sua carreira no renomado restaurante Takao e depois seguiu para o Japão, onde por um período de três anos pôde experimentar técnicas e aprendizados tradicionais.
Foi lá que ela iniciou seu treinamento na arte e filosofia do kaiseki – prática culinária que, basicamente, foca na valorização dos alimentos sazonais disponíveis para o desenvolvimento do prato. “Nós devemos representar a área em que moramos. Quando trabalhava no interior [do Japão], pegávamos o que havia ao nosso redor, tirando o melhor proveito do que a estação nos fornecia”, explica.
As inspirações que Niki Nakayama transmite são infinitas! Seu trabalho é sempre delicado e meticulosamente pensado, desde o preparo cuidadoso com os ingredientes até o empratamento simples e belo. Seguindo sempre as influências japonesas, mas adicionando sua personalidade aos pratos. Algumas vezes, o visual é como um ikebana comestível – e saboroso, imagino.
Ao longo do episódio, a chef ainda conta um pouco sobre o começo de sua jornada, a relação com sua exigente família japonesa e os desafios da mulher na cozinha.
Em japonês, existe a palavra kuyashii, usada quando alguém te rebaixa ou diz que você não consegue fazer algo, e você sente um desejo ardente de provar que estão errados.
Foi nessa expressão que Niki se inspirou no início e encontrou força para continuar tentando abrir seu próprio restaurante, apesar das dificuldades. Ainda é comum em famílias tradicionais japonesas não se esperar que mulheres sejam bem-sucedidas profissionalmente, mas que exerçam seu papel em casa. E assim também foi com os Nakayama. “Toda a motivação vinha da ideia de não fracassar”.
Evan Kleiman, do programa “Good Foods”, comenta que “rola todo um papo sobre mulheres na cozinha e como a imprensa não lhes dá muita atenção. E é verdade, é assim mesmo. Mas ela te deixa de queixo caído como qualquer super chef tatuado todo masculino.”
No N/Naka – seu segundo restaurante – Niki trabalha com a sous chef e atual companheira Carole Iida-Nakayama, que tem um importante papel no equilíbrio do restaurante, na preparação dos pratos e menus.
No começo da minha carreira, eu sentia que tinha que provar meu valor. Só que agora, o sentimento de cozinhar virou outra coisa. Gosto desse trabalho mais por mim mesma sem pensar em agradar as pessoas.
*Chef’s Table é uma série original de documentários da Netflix sobre chefs e suas diferentes práticas ao redor do mundo. Se você ainda não conhece, assista! É bastante inspirador :)
Em meio a essa grande onda de maus acontecimentos, precisamos manter o foco e controlar nossas emoções para não cair na maldita bad vibe. Nós da Ovelha acreditamos que deve sempre haver um equilíbrio emocional pra manter a harmonia tanto consigo mesmo quanto com as pessoas ao seu redor.
Pensando nisso, listei aqui 5 games fáceis de achar na internet e em lojas, pra jogar de cabeça fria e manter a mente inspirada com visuais belos. Dá uma olhada e conta pra gente qual o seu preferido :)
Katamari (PS, XBox, iOS, Android, Windows Phone)
“Na na na na na na na Katamari Damacy…” Katamari é uma série de games que possui versões como o Katamari Damacy, Katamari Forever e Touch My Katamari. Basicamente, o objetivo do jogo é rolar o Katamari (uma espécie de bolinha que faz qualquer coisa ficar grudada nela apenas tocando) por diversos cenários extremamente bem feitos e de encher os olhos com tamanha riqueza em detalhes. Os personagens do jogo (cousins) tem um design lindo e a trilha sonora é uma delícia.
Tsum Tsum (iOS / Android)
Tsum Tsum é um jogo que eu tenho que me monitorar pra não viciar, confesso. É um tipo de Candy Crush, só que da Disney e com um reloginho de tempo. Nele você precisa juntar todos os personagens iguais e dependendo da jogada você ganha mais pontos que depois você pode trocar por mais personagens e mais bônus. Se você curte, assim como eu, um joguinho simples também, que não precise quebrar muito a cabeça mas ainda exercita o cérebro, essa é a minha dica mais prática. Aliás, o Tsum Tsum virou febre no Japão, muito mais do que o Candy Crush foi/é aqui no Brasil. O sucesso foi tanto que a Disney desenvolveu produtos fofíssimos dos seus personagens com o design do Tsum Tsum, olha só! Pra jogar, você precisa criar uma conta no Line para então fazer seu login.
Kirby (Nintendo)
O Kirby é um clássico da Nintendo quase tanto quanto Donkey Kong ou Mário. Mas recomendo ele nesse post por causa da sua extrema fofura e beleza visual. Meu favorito até o momento (não joguei todos) é o The Crystal Shards, pra N64. Tem aquela vibe “olha só gente é 3D!” lá dos anos 90 – hahahah – é lindo demais. Além disso, a trilha e os efeitos sonoros são muito gostosinhos.
McDonald’s Treasure Land Adventure (Sega)
Conceitos capitalistas a parte, o jogo do McDonalds é uma bela lisergia. Nele você controla o Ronald Mc Donald num jogo de plataforma com cenários mega coloridos. Para derrotar os adversários ao longo do jogo, o Ronald usa um “poder” de lançar estrelhinhas neles. Louco né?
Flower (PS)
Do mesmo premiado estúdio dos games Journey e Flow, no Flower você começa guiando uma pétala de flor que vai voando e colhendo mais pétalas num cenário 3D super bonito.
Spoiler: no final do jogo os cenários das fases são um pouquinho mais bad, porque mostram o impacto do concreto e instalações elétricas da cidade grande na natureza. Mas você pode escolher a fase que quer jogar e o Flower é incansável, então vai nas fases bonitinhas das campinas floridas e brilhantes que tá tudo lindo.
Além desses, tem também os games da Sailor Moon que a gente já falou aqui e vale lembrar também. E o melhor: na internet a gente acha tudo né? Emuladores, roms e games online. Então bora?
Niki é americana, nascida e criada na Califórnia por seus pais imigrantes japoneses. Ela começou sua carreira no renomado restaurante Takao e depois seguiu para o Japão, onde por um período de três anos pôde experimentar técnicas e aprendizados tradicionais.
Foi lá que ela iniciou seu treinamento na arte e filosofia do kaiseki – prática culinária que, basicamente, foca na valorização dos alimentos sazonais disponíveis para o desenvolvimento do prato. “Nós devemos representar a área em que moramos. Quando trabalhava no interior [do Japão], pegávamos o que havia ao nosso redor, tirando o melhor proveito do que a estação nos fornecia”, explica.
As inspirações que Niki Nakayama transmite são infinitas! Seu trabalho é sempre delicado e meticulosamente pensado, desde o preparo cuidadoso com os ingredientes até o empratamento simples e belo. Seguindo sempre as influências japonesas, mas adicionando sua personalidade aos pratos. Algumas vezes, o visual é como um ikebana comestível – e saboroso, imagino.
Ao longo do episódio, a chef ainda conta um pouco sobre o começo de sua jornada, a relação com sua exigente família japonesa e os desafios da mulher na cozinha.
Em japonês, existe a palavra kuyashii, usada quando alguém te rebaixa ou diz que você não consegue fazer algo, e você sente um desejo ardente de provar que estão errados.
Foi nessa expressão que Niki se inspirou no início e encontrou força para continuar tentando abrir seu próprio restaurante, apesar das dificuldades. Ainda é comum em famílias tradicionais japonesas não se esperar que mulheres sejam bem-sucedidas profissionalmente, mas que exerçam seu papel em casa. E assim também foi com os Nakayama. “Toda a motivação vinha da ideia de não fracassar”.
Evan Kleiman, do programa “Good Foods”, comenta que “rola todo um papo sobre mulheres na cozinha e como a imprensa não lhes dá muita atenção. E é verdade, é assim mesmo. Mas ela te deixa de queixo caído como qualquer super chef tatuado todo masculino.”
No N/Naka – seu segundo restaurante – Niki trabalha com a sous chef e atual companheira Carole Iida-Nakayama, que tem um importante papel no equilíbrio do restaurante, na preparação dos pratos e menus.
Para fechar:
No começo da minha carreira, eu sentia que tinha que provar meu valor. Só que agora, o sentimento de cozinhar virou outra coisa. Gosto desse trabalho mais por mim mesma sem pensar em agradar as pessoas.
*Chef’s Table é uma série original de documentários da Netflix sobre chefs e suas diferentes práticas ao redor do mundo. Se você ainda não conhece, assista! É bastante inspirador :)